Salmo 148.7

Louvai ao SENHOR da terra, monstros marinhos...

Salmo 104.21

Os leõezinhos rugem pela presa e buscam de Deus o sustento

João 3.16

Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito...

Salmo 104.24

Que variedade, SENHOR, nas tuas obras!

Salmo 104.8

Tu fazes rebentar fontes no vale…

Salmo 104.24

cheia está a terra das tuas riquezas...

1 Timóteo 4.4

pois tudo que Deus criou é bom...

2 Pedro 3.13

esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça...

Salmo 104.11

dão de beber a todos os animais do campo

Salmo 104.25

Eis o mar vasto, imenso, …animais pequenos e grandes.

Colossenses 1.16

pois, nele, foram criadas todas as coisas...

Salmo 145.10

Todas as tuas obras te renderão graças, SENHOR...

Salmo 104.13

a terra farta-se do fruto de tuas obras...

Salmo 104.8

Elevaram-se os montes…

Mateus 6.26

Observai as aves do céu...

Salmo 8.3-4

Quando contemplo os teus céus, ...que é o homem?

Romanos 1.20

Porque os atributos invisíveis de Deus, …claramente se reconhecem...

Salmo 104.21

Os leõezinhos rugem pela presa e buscam de Deus o sustento

Romanos 1.20

Porque os atributos invisíveis de Deus, …claramente se reconhecem...

Salmo 145.10

Todas as tuas obras te renderão graças, SENHOR...

Salmo 104.24

Que variedade, SENHOR, nas tuas obras!

Gênesis 1.22

enchei as águas nos mares...

Mateus 6.28

Considerai como crescem os lírios do campo...

Salmo 104.12

têm as aves do céu o seu pouso...

O Desafio...

    Este é um forum sobre o privilégio e responsabilidade de toda humanidade de cuidar e preservar o meio-ambiente que está em angústia. Para isto, cabe aos cristãos um papel transformador e libertador!

    "Um dia o próprio Universo ficará livre do poder destruidor que o mantém escravo e tomará parte na gloriosa liberdade dos filhos de Deus." (Romanos 8.21 NTLH)

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Para salvar o planeta, biólogo pede ‘acordo de paz’ entre ciência e religião

24 de February, 2008 por Timóteo | 0

22/02/2008
(Globo Online)

O leitor recém-chegado ao universo dos livros de divulgação científica deve achar que estamos de volta à era de Galileu e Giordano Bruno. Afinal, uma fieira um tanto repetitiva de obras recentes, como “Quebrando o encanto”, de Daniel Dennett, e “Deus, um delírio”, de Richard Dawkins, andou reeditando o velho conflito entre ciência e religião. “A Criação - Como salvar a vida na Terra”, que acaba de chegar ao Brasil, é uma lufada de ar fresco justamente por se contrapor a essa tendência. Para usar as palavras da liturgia católica, o biólogo Edward O. Wilson se imbuiu do espírito “que arranca o que divide”. A ciência e a fé precisam urgentemente de uma trégua, diz ele — e o preço do fracasso nessas negociações de paz pode ser a própria vida na Terra.

Dependendo de como se vê a questão, o veterano Wilson pode ser a pior ou a melhor pessoa para negociar esse armistício. O pesquisador da Universidade Harvard, um dos maiores especialistas do mundo em biodiversidade, cresceu no sul dos Estados Unidos e foi membro da Igreja Batista, uma das mais fervorosas denominações evangélicas do mundo. Mais tarde, porém, deixou a religião de lado. Em um livro anterior, “Consiliência”, Wilson defendeu a unificação do conhecimento humano sob a égide da ciência — e com a religião, considerada obsoleta, de fora.

No entanto, ainda que tenha deixado o rebanho, uma coisa Wilson nunca perdeu: a sensibilidade poética trazida pela leitura da Bíblia e pelo cristianismo evangélico de sua juventude. Também nunca deixou de prestar atenção no crescimento da religião fundamentalista, dentro e fora dos EUA. E escolheu usar sua familiaridade com o universo mental dos cristãos conservadores para convidá-los a assumir a defesa da biodiversidade da Terra — uma responsabilidade moral que ecoa os primeiros e mais sagrados mandamentos divinos transmitidos no Gênesis.

O momento para isso não podia ser mais crítico. Uma confluência impressionante de dados científicos sugere que a humanidade está comandando a pior extinção em massa desde o meteoro que mandou os dinossauros para uma melhor há 65 milhões de anos. A natureza está sob sítio. E o medo de Wilson é que os que abraçam a fé religiosa estejam ignorando seu papel de protetores do planeta para considerá-lo apenas uma fonte inanimada de matérias-primas e recursos, que os humanos podem tratar como quiserem.

Carta aos fiéis - Wilson estrutura seu longo apelo na forma de uma carta, endereçada a um pastor protestante do sul dos EUA e, portanto, conterrâneo cultural do próprio biólogo. Os argumentos para proteger a Criação divina não são, em si mesmos, originais: Wilson enfatiza a riqueza da biodiversidade como fonte dos medicamentos e alimentos do futuro, e como alicerce da sobrevivência humana: sem os demais seres vivos, serviços essenciais, como ar e água puros, fertilidade do solo e regularidade do clima desapareceriam, e nenhum sistema feito por mãos humanas poderia substituir o que a biodiversidade faz hoje de graça.

O que há de novo nesse apelo é a tocante humildade para cruzar barreiras, para estender a mão ao outro. Wilson tem a coragem de dizer que não se importa se seu interlocutor fundamentalista não acredita na evolução e acha que a Terra tem só 6.000 anos de idade. As visões diferentes sobre a natureza do Universo encolhem em importância quando o que se coloca na mesa são valores: a sacralidade do mundo vivo, a beleza da biosfera.

A mensagem, portanto, é clara: podemos concordar em discordar e, mesmo assim, agir lado a lado para evitar o pior para nós mesmos e para nosso planeta. Wilson pode não acreditar mais no Deus que criou os céus e a terra, mas qualquer pessoa religiosa é capaz de balançar a cabeça em aprovação ao ouvir sua defesa da Criação:

“Nenhuma palavra, nenhuma obra de arte, é capaz de capturar toda a profundidade e complexidade do mundo vivo. Se um milagre é um fenômeno que não conseguimos entender, então toda espécie é, de certa forma, um milagre.” Amém, irmão Wilson.

“Olhos de Fogo”

31 de January, 2008 por Vinicius Lima | 0

Um dia a Terra poderá adoecer,

As aves poderão cair do céu,

Os mares vão obscurecer,

Os peixes morrerão nos rios.

Quando chegar esse dia

Todas as raças se unirão

Sob o símbolo do arco-íris

Para combater a destruição.”

Essa reflexão foi feita por uma mulher indígena anciã, da nação Cree, na América do Norte. Suas palavras comoveram profundamente seu povo, que lhe deu o nome de “Olhos de Fogo”.

Olhos de fogo tornou-se um símbolo. A ONG Greenpeace deu esse nome a um navio porta-bandeira de sua frota que, ininterruptamente, navega e se faz presente onde a vida da Terra está ameaçada. Olhos de fogo dá voz a nossa voz. (CEBI, 2004)

Um pensamento: intriga-me o fato dessa mulher perceber a necessidade de uma união global para combater a destruição da natureza. A sua esperança, então, é a nossa esperança em unir a igreja universal para lutar pelo governo de Deus no mundo, onde a criação é respeitada e percebida como integrante da vida do ser humano. Mas espero que isso ocorra antes da Terra adoecer, das aves caírem do céu…

O Começo do Pensamento Ecológico

26 de January, 2008 por Jose Andrez | 0

O pensamento ambientalista ou ecológico pode ser remontado ao século XVIII, quando a visão romântica, arcadiana, idealizava a vida simples, rural, e criticava o utilitarismo da nova sociedade industrial que surgia. E ainda nessa época surge os naturalistas. Com as conseqüências da relação de exploração do homem com a natureza. Isso levou inicialmente a um movimento pela proteção da vida selvagem, surgindo os primeiros movimentos ambientalistas, britânico e sueco. Os fundamentos da botânica e da zoologia modernas, além dos de outras ciências biológicas, foram estabelecidos pelos trabalhos de naturalistas amadores nos séculos XVI, XVII e XVIII. É provável que as descobertas do naturalista John Ray e do botânico Carl von Linné,­ cujo trabalho em taxonomia botânica foi a infância da ecologia ­ estimularam as pesquisas em ciências naturais, culminando nas teorias de Darwin e Wallace.

Historicamente, a ecologia como disciplina científica tem seus primeiros fundamentos definidos no século XIX. O termo ecologia (Oekologie) foi citado em 1866, por Ernest Haeckel (1834-1919), numa nota de rodapé de página de seu livro Morfologia Geral dos Organismos. A palavra biologia é substituída por ecologia, sendo esta definida por Haeckel como a “ciência da economia, do modo de vida, das relações externas do organismo.” Contudo, somente na segunda metade do século XX é que a síntese completa da ecologia foi constituída coerentemente. No presente, define-se a ecologia como “o estudo do relacionamento dos organismos vivos com o mundo”, ou a ciência das inter-relações que ligam os organismos vivos ao seu ambiente.

Para Haeckel, a ecologia era um capítulo da biologia. Nos últimos anos diversos autores tem sublinhado que a crise ambiental não é somente a soma de problemas ambientais e locais e globais, mas um dos aspectos das profundas mudanças ocasionada nos fins da chamada modernidade. Por isso, há varias adjetivações do termo ecologia: ecologia social, ecologia humana, ecologia política, ecologia urbana e ecologia mental.

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Dossiê terra - por uma vida sustentável no século 21

22 de January, 2008 por Ginia Bontempo | 1

Edição Especial de National Geographic Brasil
dezembro de 2007

As duas pessoas mais ricas do mundo têm mais dinheiro que a soma do PIB dos 45 países mais pobres. — Edição Especial National Geographic Brasil - Dossiê Terra, 2007

Vivemos na era da cidade. A metrópole é tudo para nós - ela nos consome, e por isso acabamos por glorificá-la. — Onookome Okome

Vivemos em um mundo dividido: muitos sofrem das enfermidades infecciosoas comuns entre os desnutridos, ao passo que cada vez mais gente é afligida das doenças crônicas dos obesos. — State of the world, 2005, Worldwatch 2005

Para qualquer pessoa, em qualquer lugar, a alfabetização é, assim como a educação em geral, um direito humano básico. — Kofi Annan

Um saco plástico é fabricado em um segundo, usado durante 20 minutos e leva 100 a 400 anos para se degradar naturalmente. — Vital Waste Graphics 2, Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente

O uso da água aumentou mais que o dobro da taxa de crescimento deógráfico ao longo do século passado… — Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação

12% da área terrestre do planeta é preservada de algum modo. 0,5% dos oceanos e mares são áreas protegidas. — Edição Especial National Geographic Brasil - Dossiê Terra, 2007

Para cada espécie que sabemos estar com problemas, há provavelmente 100 outras das quais não temos a menor notícia. — Caillum M. Roberts

Uma sociedade não se define pelo que cria, e sim pelo que se recusa a destruir. — John Sawhill

Cada língua é uma floresta antiga da mente, uma bacia fluvial do pensamento, um ecossistema de possibilidades espirituais. — Wade Davis

Cempre completa 15 anos

15 de January, 2008 por Ginia Bontempo | 0

nº 96 - Ano XV - novembro / dezembro 2007
Cempre informa

Há exatos quinze anos, nascia o Compromisso Empresarial para a Reciclagem (Cempre) a partir da iniciativa de empresas interessadas em discutir soluções para a questão do lixo urbano e a destinação de resíduos pósconsumo. Surgia, assim, um amplo esforço no sentido de conciliar o desenvolvimento socioeconômico e a preservação dos recursos naturais do planeta.

Desde então, a associação promove a reciclagem como ferramenta de proteção ao meio ambiente e inclusão social, difunde a educação ambiental com foco nos 3 Rs (Reduzir, Reutilizar e Reciclar) e dissemina o gerenciamento integrado dos resíduos sólidos urbanos. continue lendo » »

China vai proibir distribuição de sacolas plásticas

15 de January, 2008 por Ginia Bontempo | 0

09 de janeiro, 2008 - 14h38 GMT (12h38 Brasília)

Marina Wentzel
De Hong Kong para a BBC Brasil

A distribuição de qualquer tipo de sacolas plásticas será proibida na China a partir de junho, anunciou nesta terça-feira o governo do país.

A medida serve para acabar com a poluição causada pelo desperdício das sacolas.

Além das sacolas, também ficará proibida a produção, distribuição e utilização de saquinhos de plásticos ultrafinos, com 0,025 mm de espessura, que são normalmente utilizados para embalar vegetais e frutas nos supermercados.

Com a decisão, o governo espera ver consumidores chineses retomarem o antigo e ecológico hábito de ir às compras com suas próprias bolsas de pano e cestos de vime.

“Os sacos plásticos finos se tornaram uma das principais fontes de poluição, pois arrebentam facilmente e são descartados sem cuidado”, diz um comunicado do governo.

A China consome cerca de 3 bilhões de sacolas plásticas por dia, informou o jornal estatal China Daily nesta quarta-feira. continue lendo » »

Em 2008…

31 de December, 2007 por Timóteo | 0


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Os Dez Mandamentos da Ecologia

21 de December, 2007 por Vinicius Lima | 0

Esse é um antigo texto de Ecléa Bosi (1976) que nos estimula a refletir sobre nossa relação cristã com o meio-ambiente. Algumas perguntas surgem: que deuses cultuamos contrários à vida e ao ambiente? Daquilo que falamos, quais ações são realmente relevantes? Das nossas opções de consumo, quantas são levadas em consideração o impacto natural? Desejo que em 2008 possamos falar de muitas atitudes transformadas e da alegria de muitas realizações! Deus abençoe a todos e todas.

Os Dez Mandamentos da Ecologia:

  1. Ama a Deus sobre todas as coisas e a natureza como a ti mesmo.
  2. Não defenderás a natureza em vão com palavras, mas através de teus atos.
  3. Guardarás as florestas virgens, pois tua vida depende delas.
  4. Honrarás, a flora, a fauna, todas as formas de vida, e não apenas a humana.
  5. Não matarás.
  6. Não pecarás contra a pureza do ar deixando que a indústria suje o que a criança respira.
  7. Não furtarás da terra a sua camada de húmus, raspando-a com o trator, condenando o solo à esterilidade.
  8. Não lenvantarás falso testemunho dizendo que o lucro e o progresso justificam teus crimes.
  9. Não desejarás para teu proveito que a fonte e os rios se envenenem com o lixo industrial.
  10. Não cobiçarás objetos e adornos para cuja fabricação é preciso destruir a paisagem: a terra também pertence aos que ainda estão por nascer.

Pratique o consumo consciente nas festas de Natal

14 de December, 2007 por Ginia Bontempo | 0

01 de Dezembro de 2006
Fonte: Instituto Akatu

Pensando no impulso de consumo que permeia o Natal, o Instituto Akatu preparou dicas para que as festas de fim de ano sejam especiais e, acima de tudo, conscientes.

1. Natal com significado

Natal é tempo de renascimento. Os presentes são mostras de afeto renovado às pessoas queridas. Aproveite as festas de final de ano para estar com quem você mais gosta e para compartilhar um texto, ouvir uma música, refletir sobre o ano que passou e sobre os planos futuros.

2. Acerte no presente

Minimize o risco de errar nos presentes: pergunte o que as pessoas querem ganhar ou, se preferir fazer surpresa, reflita bem antes de comprar, buscando algo que tenha a ver com os gostos e interesses de quem você irá presentear.

3. Controle o impulso consumista do Natal

Compre menos, opte pelo “amigo secreto”, planeje suas compras, estabeleça um limite de gastos e não o ultrapasse. continue lendo » »

Austrália ratifica Protocolo de Kyoto e isola Estados Unidos

14 de December, 2007 por Ginia Bontempo | 0

O novo primeiro-ministro australiano entregou nesta quarta-feira em Bali ao secretário-geral da ONU os documentos de ratificação por parte da Austrália do Protocolo de Kyoto, o que deixou os Estados Unidos como único país desenvolvido que não ratificou o tratado. Kevin Rudd fez a entrega oficial dos documentos a Ban Ki-moon em uma breve cerimônia celebrada antes da abertura oficial da conferência ministerial da ONU sobre mudanças climáticas. Os ministros do Meio Ambiente de quase 130 países devem iniciar na ilha indonésia um processo de negociação que ao final resultará em um novo acordo internacional, que substitua a primeira fase do protocolo que Kyoto, que expira em 2012. “Ratificar o protocolo de Kyoto foi uma decisão de nosso governo no primeiro dia no poder e é uma grande honra apresentar os documentos oficiais de ratificação”, declarou Rudd ao apertar a mão do secretário-geral da ONU. A Austrália é responsável por menos de 2% das emissões mundiais de gases que provocam o efeito estufa. No entanto, o país é um importante exportador de carvão, uma das fontes de energia que mais contribuem para o aquecimento global. Os Estados Unidos, maior nação emissora de gases poluentes, se negam a ratificar o protocolo na administração do presidente George W. Bush. continue lendo » »