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	<title>Céus &#038; Terra</title>
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	<description>um fórum cristão sobre fé e ecologia</description>
	<pubDate>Sun, 05 Oct 2008 16:42:59 +0000</pubDate>
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		<title>Padre conscientiza com &#8220;novena verde&#8221;</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Oct 2008 15:03:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Timóteo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[ação]]></category>

		<category><![CDATA[bíblia]]></category>

		<category><![CDATA[educação ambiental]]></category>

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Com a experêincia de quem viu o bairro se deteriorar nos ltimos 26 anos, com o aumento de favelas, do lixo e da poluição, o padre Paulo Sergio Bezerra, de Itaquera (zona leste de São Paulo), percebeu que estava em suas mãos o papel de conscientizar seus fiéis sobre os problemas urbanos que resultam em danos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<blockquote><p>Com a experêincia de quem viu o bairro se deteriorar nos ltimos 26 anos, com o aumento de favelas, do lixo e da poluição, o padre Paulo Sergio Bezerra, de Itaquera (zona leste de São Paulo), percebeu que estava em suas mãos o papel de conscientizar seus fiéis sobre os problemas urbanos que resultam em danos ao meio ambiente.</p></blockquote>
<p>A reportagem  de Giovana Girardi e publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, 02-10-2008.</p>
<p>Da escola da Teologia da Libertação, o padre de 54 anos já vinha desenvolvendo um trabalho mais voltado para as questões sociais e políticas da paróquia, mas não tinha nada de ambientalista. As coisas mudaram quando ele se deu conta, de uns anos para cá, que os problemas ambientais superavam todos os outros em urgência, diante das ameaças de escassez de água e do aquecimento global.</p>
<p>Os freqentadores da igreja vivem em uma área com grandes focos de favelização em meio a remanescentes de mata atlântica, o que faz com que a ligação entre proteção ambiental e justiça social seja direta. &#8220;Quando cheguei aqui, há 26 anos, o Rio Jacu corria caudaloso, limpo, hoje virou um canal de esgoto. O lixo espalhado pelas ruas está demais, as pessoas não têm consciência sobre o problema do trânsito, só querem alcançar o sonho de ter um carro&#8230;  uma situação difícil,&#8221; explica o padre.<span id="more-182"></span></p>
<p>Movido pela preocupação de levar esses temas para uma população que vive em meio a grandes problemas ambientais e, na maioria das vezes, nem sequer os identifica ou sabe lidar com eles, mas que, ao mesmo tempo, se sente insegura com o que ouve falar sobre mudanças climáticas, por exemplo, Bezerra resolveu tomar uma atitude.</p>
<p>O primeiro alvo foi a tradicional novena, evento geralmente focado em orações, que se tornou uma ferramenta para transmitir conhecimento e tentar mobilizar a população. &#8220;Concluí que a comunidade tinha de se aprofundar nesses temas para poder agir. Queria despertar a sociedade, mas confesso que não sabia bem como,&#8221; conta.</p>
<p>Sem se intimidar, ele procurou quem sabia. Entrou em cena, então, uma prima distante, a jornalista e socióloga Maristela Bernardo, presidente do Instituto Internacional de Educação do Brasil, que há anos trabalha pela promoção do desenvolvimento sustentável no País.</p>
<p>Ela recorreu a amigos ambientalistas para montar uma semana de palestras e debates durante o ofício religioso. Foram convidadas para palestrar pessoas destacadas nessa luta, como Fábio Feldmann, secretário-executivo do Fórum Paulista de Mudanças Climáticas, o jornalista <a href="http://www.unisinos.br/ihu/index.php?option=com_noticias&amp;Itemid=18&amp;task=detalhe&amp;id=11102" target="_blank">André Trigueiro</a>, especializado em ambiente, o advogado Marcelo Cardoso, do Instituto Socioambiental (ISA), e Oscar de Moraes, da Agência Nacional de Águas. A &#8220;novena verde&#8221; atraiu mais de 400 pessoas por dia que, mesmo depois de gastarem horas em viagens de ônibus e metrô para chegar ao bairro à noite, após o trabalho, se dispuseram a ouvir sobre meio ambiente. Foi apenas o primeiro passo.</p>
<p>Passado o evento, Bezerra criou na paróquia uma pastoral do meio ambiente - um grupo de oito pessoas que, com apoio de Cardoso, do ISA, busca formas de manter o tema em discussão. Uma delas foi inserir mensagens ambientais no folheto da missa dominical (são 2 mil exemplares distribuídos em 11 igrejas da região).</p>
<p>Ao lado das leituras do evangelho, os fiéis se deparam com frases que pregam reciclagem de lixo, ensinam como fazer o descarte adequado do óleo de cozinha ou de pilhas, orientam pela consumo de menos sacolas plásticas de supermercado etc. É um ensinamento novo a cada domingo.</p></div>
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		<title>Poder do consumidor pode frear mudanças climáticas e garantir sustentabilidade</title>
		<link>http://ceuseterra.com/2008/09/19/poder-do-consumidor-pode-frear-mudancas-climaticas-e-garantir-sustentabilidade/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Sep 2008 14:12:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ginia Bontempo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[ação]]></category>

		<category><![CDATA[comida]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisas desenvolvidas no Brasil e na Inglaterra indicam que o consumidor tem papel fundamental na sustentabilidade e seu comportamento tende a influenciar as políticas públicas locais

A idéia de que apenas as grandes empresas são responsáveis pelo aquecimento global ainda persiste no mundo inteiro, mas, em paralelo, cresce a consciência de que o poder do consumidor consciente é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisas desenvolvidas no Brasil e na Inglaterra indicam que o consumidor tem papel fundamental na sustentabilidade e seu comportamento tende a influenciar as políticas públicas locais</p>
<div><a title=":|| (Simples Consultoria)" rel="lightbox" href="http://www.akatu.org.br/central/noticias/poder-do-consumidor-pode-frear-mudancas-climaticas-e-garantir-sustentabilidade/image_mini" target="_blank"><img class="alignleft" style="margin: 10px;" title="CasalComprando_redim.jpg" src="http://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;ik=17cb836321&amp;attid=0.1&amp;disp=emb&amp;view=att&amp;th=11c7ab65afe4b90a" alt="CasalComprando_redim.jpg" width="134" height="200" /></a></div>
<div>A idéia de que apenas as grandes empresas são responsáveis pelo aquecimento global ainda persiste no mundo inteiro, mas, em paralelo, cresce a consciência de que o poder do consumidor consciente é decisivo para garantir a sustentabilidade.Na Inglaterra, uma pesquisa encomendada pela Confederação das Indústrias Britânicas (CBI, sigla em inglês) à empresa de consultoria McKinsey, revelou que 60% das emissões são controladas ou influenciadas pelos consumidores. O novo dado obrigou as entidades locais a repensar e reformular as políticas traçadas para atingir a meta do governo britânico de 60% de redução, em relação aos níveis de 1990, das emissões de gases de efeito estufa até 2050. </p>
<p>“O dado mudou substancialmente a perspectiva de ações que o país vinha seguindo. O foco principal agora é o consumidor. É sobre ele que o setor privado e o governo precisam trabalhar para garantir a sustentabilidade”, afirmou Martin Broughton, presidente da CBI, que no dia 2 de setembro, presidiu o lançamento no Brasil do relatório “Mudanças climáticas: um assunto de todos”.</p>
<p>Broughton afirmou que, na Inglaterra, cresce o número de indústrias sustentáveis, além de outras que demonstram interesse em se tornar ambientalmente corretas. Ainda assim, insistiu que ainda é grande o número das que ainda estão longe dessa realidade. “Percebemos que pela demanda, ou seja, se o consumidor escolher empresas ambientalmente responsáveis para comprar, a humanidade estará garantindo uma economia de carbono limpo”, garantiu.<span id="more-170"></span></p>
<p>A CBI reúne algumas das maiores empresas britânicas, entre elas, a BP, a Shell e a British Airways. Juntas elas emitem cerca de 370 milhões de toneladas de CO2 por ano e empregam quase 2 milhões de pessoas ao redor do mundo, gerando uma receita anual equivalente a três trilhões de reais. “Os números da CBI já são consideráveis para pensarmos em resultados expressivos, mas queremos ir mais longe, conscientizando mais pessoas”, afirmou Broughton. </p>
<p>Segundo o relatório, 35% das emissões são controladas diretamente pelo consumidor, seja no aquecimento das casas, no uso de automóveis particulares e outros meios de transporte e no consumo de energia elétrica em domicílios. O varejo, alimentação e bebidas, atacado e a agricultura representam 25% das emissões. Os restantes 40% dos gases são emitidos na  fabricação de bens, mineração de carvão e transporte de carga.</p>
<p><strong>Brasil</strong></p>
<p>O relatório britânico não revela números da conscientização dos consumidores ingleses, mas no Brasil, um número considerável de pessoas tem em um nível elevado de consciência dos impactos na hora de fazer suas escolhas de consumo. A pesquisa “Como e por que os brasileiros praticam o consumo consciente?”, divulgada pelo Akatu em março de 2007, revela que um em cada três brasileiros percebe os impactos coletivos ou de longo prazo nas decisões de consumo. Segundo o estudo, cresceu em 7 pontos percentuais – de 36% em 2005 para 43% em 2006 – a proporção de consumidores que usam seu poder de compra e de comunicação para premiar empresas que tenham práticas adequadas de responsabilidade social e ambiental.</p>
<p>Para José Augusto Coelho Fernandes, diretor executivo da Confederação Nacional das Indústrias, apesar de realidades diferentes (no Brasil, 45% da energia é renovável e na União Européia, apenas 20%) através do relatório “é possível verificar a existência de pontos de ação em comum, como a internalização de medidas de sustentabilidade no DNA do ciclo produtivo das empresas e a educação da comunidade”.</p>
<p><strong>Políticas Públicas no Brasil</strong></p>
<p>É com base no reconhecimento do papel determinante do consumidor na preservação do planeta que uma parceria entre organizações brasileiras que trabalham em defesa da sustentabilidade realiza até 20 de setembro, uma consulta à sociedade civil com o objetivo de angariar contribuições para a formulação de uma Política Nacional de Mudanças Climáticas a ser apresentada ao Congresso Nacional em novembro próximo. Segundo o ambientalista Fábio Feldmann, membro do Conselho Consultivo do Instituto Akatu e um dos integrantes da parceria, “não se trata de um projeto de lei, já que existe um processo em curso no Congresso Nacional, mas da construção de um documento que possa contribuir para este processo, com inovações e sugestões provenientes da sociedade civil organizada”.</p>
<p>Para Feldmann, um dos grandes diferenciais da iniciativa é a sua forte aposta em medidas de adaptação, ou seja, o projeto pretende exigir do governo respostas concretas e permanentes, em forma de lei, para os brasileiros que já estão sofrendo efeitos diretos das mudanças climáticas. “Precisamos criar um mecanismo legal para cobrar do governo a eficiência nas áreas de defesa civil, por exemplo, ou a assistência de reparação de prejuízos econômicos e sociais decorrentes das mudanças climáticas”, afirmou.</p>
<p>Idéias e sugestões podem ser enviadas por meio do Observatório do Clima (<span><a href="http://www.oc.org.br/" target="_blank"><span style="color: #2c7abc;">www.oc.org.br</span></a></span>).</div>
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		<item>
		<title>Chiclete e Passarinhos&#8230; (Alerta!)</title>
		<link>http://ceuseterra.com/2008/09/16/chiclete-e-passarinhos-alerta/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 16:12:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ginia Bontempo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[educação ambiental]]></category>

		<category><![CDATA[pássaros]]></category>

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		<description><![CDATA[Chiclete&#8230; embrulhe antes de jogar fora! 
Uma aula de Ecologia! 
Atraídos pelo cheiro adocicado e pelo sabor de fruta, os passarinhos estão comendo restos de chicletes, deixados ou atirados irresponsavelmente por aí, em qualquer lugar&#8230; 
Ao sentirem o chiclete grudando em seu biquinho, tentam, desesperados, retirá-lo com os pés, porém, não conseguem&#8230; 
E aí, acontece o pior: acabam morrendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chiclete&#8230; embrulhe antes de jogar fora! </p>
<p>Uma aula de Ecologia! </p>
<p>Atraídos pelo cheiro adocicado e pelo sabor de fruta, os passarinhos estão comendo restos de chicletes, deixados ou atirados irresponsavelmente por aí, em qualquer lugar&#8230; </p>
<p>Ao sentirem o chiclete grudando em seu biquinho, tentam, desesperados, retirá-lo com os pés, porém, não conseguem&#8230; </p>
<p>E aí, acontece o pior: acabam morrendo sufocados, asfixiados, ou ainda, enforcados&#8230; </p>
<p>O Globo Repórter já mostrou isso numa reportagem, orientando a todos, como se faz! </p>
<p>Simplesmente, embrulhem-no num pedaço de papel e joguem-no no lixo&#8230; </p>
<p>Só assim, evitaremos que o pior aconteça a essas delicadas criaturas de Deus, um presente que D&#8217;Ele recebemos! </p>
<p>Vamos colaborar com estes maravilhosos seres da natureza!!!  </p>
<p>As crianças, principalmente, devem ser conscientizadas disso&#8230; </p>
<p>A natureza , nossos olhos e ouvidos agradecem!!!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Menos é mais: grupos anti-consumismo ganham espaço com a internet</title>
		<link>http://ceuseterra.com/2008/08/20/menos-e-mais-grupos-anti-consumismo-ganham-espaco-com-a-internet/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 14:21:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Timóteo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[ação]]></category>

		<category><![CDATA[comércio]]></category>

		<category><![CDATA[educação ambiental]]></category>

		<category><![CDATA[filme]]></category>

		<category><![CDATA[geral]]></category>

		<category><![CDATA[consumismo]]></category>

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		<description><![CDATA[por Andrea Vialli, Seção: Cenários e tendências, Comportamento, Consumo 01:47:38, publicado 05.08.2008 no Blog no Estadão
Para eles, menos é mais. Para além do &#8216;consumo verde&#8217; (assunto do post anterior), cresce a força de grupos sociais que estão simplesmente reduzindo o ritmo das compras. Na esteira de movimentos ambientalistas, anti-globalização e pró-direitos dos animais, entre outros, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>por <strong>Andrea Vialli</strong>, Seção: <strong><a title="Visualizar categoria" href="http://blog.estadao.com.br/blog/vialli?cat=536">Cenários e tendências</a>, <strong><a title="Visualizar categoria" href="http://blog.estadao.com.br/blog/vialli?cat=651">Comportamento</a></strong>, <a title="Visualizar categoria" href="http://blog.estadao.com.br/blog/vialli?cat=652">Consumo</a></strong> 01:47:38, publicado 05.08.2008 no <a href="http://blog.estadao.com.br/blog/vialli/?cat=536" target="_blank">Blog no Estadão</a></p>
<p>Para eles, menos é mais. Para além do &#8216;consumo verde&#8217; (assunto do post anterior), cresce a força de grupos sociais que estão simplesmente reduzindo o ritmo das compras. Na esteira de movimentos ambientalistas, anti-globalização e pró-direitos dos animais, entre outros, os grupos anti-consumismo ganham força a partir do fortalecimento das ONGs e da profusão das redes sociais na internet.</p>
<p>Um exemplo interessante é o grupo canadense <a href="http://www.adbusters.org/">Adbusters</a> (literalmente caçadores de anúncios), fundado em 1989. O grupo, que hoje mantém um website e edita uma revista com tiragem de 120 mil exemplares, ficou conhecido por parodiar anúncios publicitários com uma mensagem anti-consumismo. Em 1992, idealizou o Buy Nothing Day (Dia sem Compras), onde as pessoas são convidadas a passar ao menos um dia sem comprar nada - a idéia é promover uma reflexão sobre o peso que o consumo tem no estilo de vida contemporâneo.<span id="more-167"></span></p>
<p>Nos anos 90, o movimento Downshifting, também conhecido como Simplicidade Voluntária passou a ganhar adeptos a partir dos livros de autores como Duane Elgin e Vicki Robin. A idéia principal é assumir um estilo de vida propositalmente mais despojado, com menos coisas e com um retorno à vida em comunidade. &#8220;Não é para deixar de comprar. E sim deixar de buscar a felicidade nas compras&#8221;, diz Vicki. A idéia já tem adeptos no Brasil, com uma profusão de sites sobre o tema.</p>
<p>A radicalização do conceito levou gente como o americano Colin Beavan a abrir mão dos confortos do cotidiano em troca de ser um &#8216;homem sem impacto&#8217;. Em seu blog, <a href="http://noimpactman.typepad.com/">No Impact Man</a>, ele conta tudo sobre as dificuldades enfrentadas por ele e sua família ao tentar levar a vida sem plástico, papel higiênico e cortando pela metade o consumo de energia. Vai virar livro e filme.</p>
<p>Há ainda os curiosos freegans, que se auto-intitulam os &#8216;anarquistas verdes&#8217;. A idéia aqui é levar uma vida &#8216;free&#8217;, em todos os aspectos: tudo o que &#8216;consomem&#8217; deve ser de graça. Móveis e outros utensílios podem ser conseguidos a partir do descarte alheio ou de endereços com o <a href="http://www.freecycle.org/">www.freecycle.org </a>- onde itens são ofertados de graça. Até sua alimentação um autêntico freegan consegue assim, nem que seja revirando a lata de lixo das casas mais abastadas&#8230;</p>
<p><strong>Crise</strong><br />
&#8220;À medida que ficam mais claras as relações entre o ato de consumir e a sustentabilidade do planeta, as pessoas tendem a rever seus conceitos. Mas é um processo lento, de educação&#8221;, diz Hélio Mattar, que no Brasil dirige o <a href="http://www.akatu.org.br/">Instituto Akatu</a>, ONG que dissemina o conceito do consumo consciente.</p>
<p>E não vão faltar argumentos. &#8220;A capacidade de reposição do planeta é simplesmente insuficiente para satisfazer, de uma forma sustentável, as ambições da China, Índia, Japão, Europa e Estados Unidos, bem como as aspirações do restante do mundo&#8221;. O veredicto, dado pelo relatório &#8220;O Estado do Mundo&#8221; (The State of the World) da ONG Wordwatch Institute, serve para ilustrar as implicações do consumo excessivo para o futuro da humanidade - se sistemas menos impactantes ao ambiente e às pessoas não se difundirem nos próximos anos.</p>
<p>Só os EUA são responsáveis por 25% do consumo de energia elétrica no mundo e por 30% do lixo gerado. Isso com cerca de 5% da população da Terra. O tema é explicado de forma didática e até bem-humorada (sim, é preciso) nesse <a href="http://video.google.com/videoplay?docid=115030164563086975">vídeo </a>da Tides Foundation, dos EUA. Partindo de um objeto de desejo atual, o iPod, a apresentadora Annie Leonard mostra o lado absurdo do modelo atual de produção e consumo de massa, que ganhou força nos pós-Guerra.</p>
<p><strong>Boicotes</strong><br />
Com a internet, os grupos se tornam redes e os movimentos ganham mais dimensão, a ponto de se pressionar as corporações. Um outro link interessante é a lista de empresas &#8216;boicotáveis&#8217; do site <a href="http://www.ethicalconsumer.org/Boycotts.aspx">Ethical Consumer</a>, do Reino Unido. Com base em reportagens da própria revista, foi feito um levantamento das fragilidades das grandes empresas. Aí estão até mesmo ícones como a marca de cosméticos The Body Shop. Após sua venda para a gigante L&#8217;Oreal, a The Body Shop não estaria mantendo seus antigos pilares, como a não-aplicação de testes em animais e seus programas de comércio justo com comunidades pobres da África. Coca-Cola, Toyota, Procter&amp;Gamble e mesmo a China também figuram no ranking entre os dignos de boicote.</p>
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		<title>Josué de Castro, pensador indispensável</title>
		<link>http://ceuseterra.com/2008/07/25/josue-de-castro-pensador-indispensavel/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 17:02:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jose Andrez</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[ação]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
No momento em que a humanidade se depara com crises simultâneas de mudança climática e escassez de alimentos, vale a pena revisitar um pernambucano que dirigiu a FAO. Há meio século, ele já sugeria que só se pode combater a fome distribuindo renda e respeitando os limites da natureza
por Marilza Foucher
O encontro recente da FAO [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1> </h1>
<div class="olho">No momento em que a humanidade se depara com crises simultâneas de mudança climática e escassez de alimentos, vale a pena revisitar um pernambucano que dirigiu a FAO. Há meio século, ele já sugeria que só se pode combater a fome distribuindo renda e respeitando os limites da natureza</div>
<p class="autor">por Marilza Foucher</p>
<p>O encontro recente da FAO — Organismo das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura — reuniu a maioria dos governos e presidentes de várias nações para debater sobre a fome e a pobreza no mundo. Ao dizer em suas premissas que o encontro de Roma oferecia uma ocasião histórica de retomar a luta contra a fome e a pobreza, se poderia supor que o governo brasileiro iria aproveitar desta reunião de cúpula para relembrar o centenário de um brasileiro nordestino, conterrâneo do Presidente Lula da Silva. Nascido no estado de Pernambuco, o médico, geógrafo e sociólogo Josué de Castro (1908-1973) foi o pioneiro no combate à fome no mundo. Ele representou do Brasil na conferencia da FAO em Genebra em 1947, tornando-se presidente deste organismo internacional no período de 1952 a 1956. É autor de dois livros conhecidos mundialmente, traduzidos em 24 línguas: <em class="spip">Geografia da Fome</em> e <em class="spip">Geopolítica da Fome</em>.</p>
<p class="spip"><span id="more-165"></span>O conterrâneo de Lula, Josué de Castro, viveu seu exílio em Paris, ficando conhecido por sua incansável luta contra a fome e a miséria. Dizia que não adiantava somente produzir os alimentos, era necessário também que pudessem ser comprados e consumidos pelos grupos humanos necessitados. Josué de Castro aproveitou-se do otimismo reinante do pós-guerra para chamar atenção das grandes potências, alertando que já era tempo de sair da economia colonial para a economia baseada na reciprocidade da cooperação, levando em conta os interesses comuns. Ele salientava que essa reciprocidade não ia provocar a falência das metrópoles colonizadoras, bastava vontade política para libertar o homem da miséria. Entretanto, até hoje os paises ricos não aplicam a reciprocidade na cooperação, principalmente na área da agricultura. Os países pobres não têm condições de competir com uma agricultura altamente protecionista e subvencionada. Só em 2007, cerca de 320 bilhões de dólares foram concedidos aos agricultores dos paises ricos. No mesmo ano, os preços dos alimentos básicos subiram entre 20 a 70%. A continuar este ritmo, assistiremos a um verdadeiro “tsunami” silencioso da fome, como alguns evocaram durante na Cimeira da FAO em Roma.</p>
<p class="spip">O humanista Josué de Castro cultivava, desde a década de 1950, uma visão sistêmica do desenvolvimento. Segundo ele, a questão da fome não seria resolvida somente com o aumento de produtividade agrícola e distribuição de alimentos: era necessário pensar também nos que trabalhavam a terra nos paises pobres. Dizia sim à produtividade, mas com uma melhor repartição do fruto do progresso. Dizia sim à produtividade, mas chamava atenção para degradação dos solos. Não escondia sua admiração pelo sábio inglês Albert Howard (1873-1947), um dos fundadores da agricultura biológica, que desde 1943 contesta o uso de fertilizantes químicos para uma boa conservação do solo. Daí que a leitura ou releitura, hoje, da <em class="spip">Geopolítica da Fome</em>, pelos organizadores do encontro da FAO, seria uma bela homenagem ao grande humanista que dirigiu os destinos da instituição nos anos 50. O resgate da memória é sempre uma condição <em class="spip">sine qua non</em> para se projetar o futuro.</p>
<p class="spip">Que balanço temos hoje do papel da FAO e de outras Instituições que integram o sistema das Nações Unidas no combate a fome e a pobreza? Tivemos, desde o século 20, uma proliferação de encontros internacionais, fóruns, reuniões de cúpula etc. Muitos discursos, relatórios e inúmeras convenções internacionais. As conferências internacionais da ONU passaram a ser excelentes tribunas para os atores globais demonstrarem, aos canais de televisões internacionais, que estão comovidos com a fome que continua a se alastrar, e perplexos com a degradação sócio-ambiental do planeta.</p>
<h3 class="spip">A crise de civilização exige um novo modo de viver e de pensar. Trata-se de alcançar não apenas um melhor nível de conforto, mas também uma melhor qualidade de vida em todos os sentidos</h3>
<p class="spip">Segundo os protagonistas do poder político em escala mundial, chegou a hora de fazer proposições inovadoras, concretas e realistas e definir novos paradigmas de desenvolvimento! Bla-bla-blá e pouca vontade política para agir de forma conseqüente. Até quando os países mais pobres do planeta esperarão que a ajuda pública ao desenvolvimento atinja a meta prevista, de 0,7% do Produto Nacional Bruto dos paises ricos? Nos últimos dez anos, esta contribuição caiu em 30%. Segundo a OCDE, em 2007 ela representava apenas 0,28% do PNB dos mais favorecidos. A proteção ambiental compromete hoje menos de 1% do orçamento total da ONU.</p>
<p class="spip">Os países ricos impuseram, ao longo do século passado, estratégias de desenvolvimento que pilharam e devastaram o meio ambiente e destruíram relações sociais sem levar em conta a especificidade cultural e dinâmica locais. As desigualdades sociais, o aumento da pobreza, as diferenças de renda entre os países, a degradação dos ecossistemas rurais e urbanos são indicadores do fracasso das políticas de desenvolvimento e do atual modelo da governança global. Esse modelo difunde imagem de uma sociedade reunificada em torno de valores comuns da ideologia neoliberal, onde primam a competitividade, o &#8220;livre&#8221;-comércio, o individualismo, produzindo um modo de ser e de pensar consensual em torno do capitalismo. Esse modelo tornou-se prisioneiro de suas próprias contradições, os governos soberanos das grandes potências delegaram os poderes a uma governança mundial que constrói legitimidade sem democracia representativa e resolve os conflitos internacionais sem necessidade de contar com maioria. E ainda deixa de fora dos processos de decisões os governos dos chamados paises do Sul. Basta ver as inúmeras tentativas feitas para mudar as regras de funcionamento da OMC. A realidade só emerge como consciência, como problema, quando apresenta uma reação para a qual não achamos resposta.</p>
<p class="spip">O crescimento econômico vem se movendo há séculos entre dois infinitos: o infinito dos recursos naturais da Terra e o infinito do desenvolvimento econômico. Chega a seus limites a crença de que poderíamos crescer indefinidamente, produzir o máximo possível, explorar sem barreiras os recursos dos solos, ter cada vez mais acesso à tecnologia, ter e ter mais. A questão do desenvolvimento como sinônimo de progresso econômico, de conforto material, de consumo perdulário desencadeou, ao longo dos tempos, um processo de degradação socio-ambiental em larga escala, comprometendo a vida de muitas espécies, inclusive a espécie humana. E esta é a mais ameaçada, sobretudo quando se trata de populações empobrecidas.</p>
<p class="spip">Para os dirigentes da FAO e chefes dos governos presentes no encontro de Roma bastava buscar resposta concreta para esta questão: como salvar a vida do ser humano pobre, explorado, preservando o equilíbrio da natureza? Estamos diante de uma crise de civilização que exige uma reformulação do nosso modo de viver e de pensar. Trata-se de alcançar não apenas um melhor nível de vida, mas também uma melhor qualidade de vida em todos os sentidos. Este é o momento para redefinir valores, comportamentos e idéias à luz de uma nova ética que defenda o equilíbrio entre natureza e intervenção humana — um desenvolvimento harmônico e não predatório, que assegure condições dignas de existência às gerações futuras.</p>
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		<title>A RELIGIÃO PARA CONTER O DESERTO? Só uma aliança entre a ciência e o sagrado poderia reverter os rumos</title>
		<link>http://ceuseterra.com/2008/07/23/a-religiao-para-conter-o-deserto-so-uma-alianca-entre-a-ciencia-e-o-sagrado-poderia-reverter-os-rumos/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 17:33:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Lima</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Washington Novaes - O Estado de São Paulo - 18/07/2008
A recente divulgação de mais um relatório da Organização para a Alimentação e a Agricultura (FAO) da ONU, assim como novos congressos sobre desertificação no Brasil, trazem de volta o tema. O relatório da FAO, com um balanço dos últimos 20 anos, diz que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 10pt;">Por Washington Novaes - <span style="text-decoration: underline;">O Estado de São Paulo</span> - 18/07/2008</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt; line-height: normal;">A recente divulgação de mais um relatório da Organização para a Alimentação e a Agricultura (FAO) da ONU, assim como novos congressos sobre desertificação no Brasil, trazem de volta o tema. O relatório da FAO, com um balanço dos últimos 20 anos, diz que a degradação do solo no mundo - medida pelo declínio nas funções e na produtividade de um ecossistema - já atinge mais de 20% das terras ocupadas pela agricultura, 10% das pastagens, 30% das áreas de floresta. E afeta 1,5 bilhão de pessoas, com insegurança alimentar, perdas agrícolas, perda da biodiversidade, necessidade de migrar. Também influi no clima, porque a perda de biomassa e de matéria orgânica no solo desprende carbono. E leva à redução do fluxo hidrológico, porque se reduz a capacidade de a terra desmatada reter água. A China está com 457 mil km2 afetados; a Índia, com 177 mil; a Indonésia, 86 mil; Bangladesh, 72 mil. Para o Brasil, o relatório aponta 46 mil km2, embora nossos relatórios nacionais mencionem 180 mil km2 em diferentes etapas do processo de desertificação, principalmente no Semi-Árido nordestino, mais Espírito Santo e Minas Gerais (11 Estados ao todo). [...]</p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt; line-height: normal;">Enquanto tudo isso acontece, ganha mais corpo uma discussão que ao longo das últimas décadas se desenvolveu timidamente, confinada quase apenas a áreas ditas &#8220;ambientalistas&#8221;. Um dos primeiros a expô-la foi o biólogo Paul R. Ehrlich, da Universidade de Stanford, na Califórnia - segundo quem o problema da relação do ser humano com seu meio físico e com as espécies das quais depende só terá encaminhamento com o que chama de <strong>&#8220;recuperação do sagrado&#8221;</strong>, quando nossa espécie reconhecer o direito à vida de todas as espécies, independentemente de sua utilidade para os humanos (como alimentos ou materiais). Diz ele (Biodiversidade, Editora Nova Fronteira, 1997) que &#8220;a causa básica da decomposição da diversidade orgânica não é a exploração ou a maldade humana, mas a destruição de hábitats que resulta da expansão das populações humanas e suas atividades&#8221;. Para ele, &#8220;muitos desses organismos que o Homo sapiens está destruindo são mais importantes para o futuro da humanidade do que a maioria das espécies sabidamente em perigo de extinção; as pessoas precisam mais de plantas e insetos do que precisam de leopardos e baleias (sem querer com isso menosprezar o valor dos dois últimos)&#8221;. Seu prognóstico: &#8220;A extrapolação das tendências atuais na redução da biodiversidade implica um desfecho para a civilização dentro dos próximos cem anos.&#8221; E o único caminho para reverter esse quadro &#8220;talvez seja uma transformação quase religiosa, que leve à apreciação da diversidade por si própria, independentemente de seus benefícios diretos para a humanidade&#8221;. É o mesmo caminho proposto pelo coordenador da obra, o biólogo Edward O. Wilson, em outro livro (A Criação, Companhia das Letras, 2007). Wilson acha que a única possibilidade de mudança rápida no padrão civilizatório, capaz de rever os rumos, está numa aliança entre a ciência e a religião.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: right; line-height: normal;" align="right"><em><span style="font-size: 10pt;">(Fonte:</span> </em><em><span style="font-size: 10pt;">http://planetasustentavel.abril.uol.com.br/ambiente)</span></em></p>
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		<title>Associe-se à Rocha Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 13:53:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Timóteo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Vale a pena se associar com a Rocha Brasil, organização cristã de proteção ao meio-ambiente. Para conhecê-los melhor, veja o seu site AQUI. Veja o formulário AQUI e a cartilha neste site na página de &#8220;Educação&#8221; acima ou AQUI
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vale a pena se associar com a Rocha Brasil, organização cristã de proteção ao meio-ambiente. Para conhecê-los melhor, veja o seu site <a href="http://pt.arocha.org/brasil/index.html" target="_blank">AQUI</a>. Veja o formulário <a href="http://ceuseterra.com/wp-content/uploads/2008/06/form_assoc_a-rocha.doc" target="_blank">AQUI</a> e a cartilha neste site na página de &#8220;Educação&#8221; acima ou <a href="http://ceuseterra.com/wp-content/uploads/2008/03/educacao-ambiental.pdf" target="_blank">AQUI</a></p>
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		<title>Comunicando mudanças climáticas: Princípios e táticas</title>
		<link>http://ceuseterra.com/2008/06/11/comunicando-mudancas-climaticas-principios-e-taticas/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Jun 2008 20:03:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ginia Bontempo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[aquecimento global]]></category>

		<category><![CDATA[educação ambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[O seguinte manual vem do Secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos - SEMA, do Estado de Paraná:

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O seguinte manual vem do Secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos - SEMA, do Estado de Paraná:</p>
<p><a href="http://ceuseterra.com/wp-content/uploads/2008/06/comunicandomudancasclimaticas.pdf" target="_blank"><img class="alignnone size-medium wp-image-158" title="6-11-2008-5-07-32-pm" src="http://ceuseterra.com/wp-content/uploads/2008/06/6-11-2008-5-07-32-pm-225x300.png" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
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		<title>Pense de Novo</title>
		<link>http://ceuseterra.com/2008/06/11/pense-de-novo/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Jun 2008 12:55:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ginia Bontempo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[amazonia]]></category>

		<category><![CDATA[aquecimento global]]></category>

		<category><![CDATA[desflorescimento]]></category>

		<category><![CDATA[árvores]]></category>

		<category><![CDATA[WWF-Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[da WWF-Brasil 2 de junho, 2008

Novo vídeo da trilogia Pense de Novo alerta para as conseqüências do desmatamento



Download



Pense de Novo - Desmatamento [mov, 8.18 MB]





Faça sua parte



Reveja suas atitudes




O aquecimento global não é um fenômeno natural, mas um problema criado pelos homens. Qualquer pequena tora de madeira, cada gota de óleo e gás que os seres humanos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>da WWF-Brasil 2 de junho, 2008</p>
<div class="content-3row" style="float: left; margin-left: 18px;">
<h2>Novo vídeo da trilogia <em>Pense de Novo</em> alerta para as conseqüências do desmatamento</h2>
<div style="margin: 0px; padding: 0px; width: 177px; float: right;">
<div class="box green float-right" style="width: 170px;">
<div class="head">
<h3>Download</h3>
</div>
<div class="content">
<ul>
<li class="download"><a onclick="javascript:urchinTracker('http://assets.wwf.org.br/downloads/wwf_desmatamento_30seg_final1.mov');" href="http://assets.wwf.org.br/downloads/wwf_desmatamento_30seg_final1.mov">Pense de Novo - Desmatamento</a> [mov, 8.18 MB]</li>
</ul>
</div>
</div>
<div class="box green float-right" style="width: 170px;">
<div class="head">
<h3>Faça sua parte</h3>
</div>
<div class="content">
<ul>
<li class="link"><a href="http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/meio_ambiente_brasil/clima/faca_sua_parte/index.cfm">Reveja suas atitudes</a></li>
</ul>
</div>
</div>
</div>
<p><span>O aquecimento global não é um fenômeno natural, mas um problema criado pelos homens. Qualquer pequena tora de madeira, cada gota de óleo e gás que os seres humanos queimam são jogados na atmosfera e contribuem para as mudanças climáticas.</span></p>
<p><span> É assim que acontece cerca de 75% das emissões de gases de efeito estufa no Brasil, levando o país a ser o 4o. maior emissor do planeta.</span><span> Preocupado com o tema, o WWF-Brasil preparou a trilogia Pense de Novo, uma série de três animações que busca chamar a atenção das pessoas para as mudanças climáticas, seus principais efeitos, causas e soluções.</span></p>
<p>O segundo vídeo da série aborda o maior problema brasileiro para as mudanças climáticas: o desmatamento. Ao serem cortadas e queimadas, as árvores liberam para a atmosfera o dióxido de carbono que havia nelas.</p>
<p>Para entender como isso funciona, veja o vídeo:<span><br />
</span><br />
<br style="clear: both;" /> <object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="wmode" value="transparent" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/VmKuiJklkzk&amp;hl=pt-br" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://www.youtube.com/v/VmKuiJklkzk&amp;hl=pt-br" wmode="transparent"></embed></object></p>
<p><br style="clear: both;" /> <br class="invis" style="clear: both;" /></p>
<div style="margin: 0px; padding: 0px; width: 177px; float: right;">
<div class="box green float-right" style="width: 170px;">
<div class="head">
<h3>Download</h3>
</div>
<div class="content">
<ul>
<li class="download"><a onclick="javascript:urchinTracker('http://assets.wwf.org.br/downloads/wwf_um.mov');" href="http://assets.wwf.org.br/downloads/wwf_um.mov">Vídeo Mundo </a> [mov, 20.07 MB]</li>
</ul>
</div>
</div>
</div>
<h3>Veja também</h3>
<p>O primeiro vídeo da trilogia <span style="font-style: italic;">Pense de Novo,</span> batizado como “MUNDO”, mostra que as ações do homem estão causando o aquecimento do planeta por causa da emissão excessiva de gases de efeito estufa que formam uma espécie de cobertor de fumaça em volta do globo terrestre e impede o calor de sair da atmosfera.<br />
<br style="clear: both;" /> <br class="invis" style="clear: both;" /> <object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="wmode" value="transparent" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Z9N1FX0Bmn4" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/Z9N1FX0Bmn4" wmode="transparent"></embed></object><br />
<br style="clear: both;" /></p>
</div>
<p><br style="clear: both;" /></p>
<div id="footer-update">Página atualizada em: June 2, 2008. © Copyright WWF-Brasil. Todos os direitos de imagem e conteúdo são reservados.</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>DIA DO MEIO AMBIENTE &#124; Que caminho você quer escolher para seu futuro?</title>
		<link>http://ceuseterra.com/2008/06/05/dia-do-meio-ambiente-que-caminho-voce-quer-escolher-para-seu-futuro/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Jun 2008 11:46:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Timóteo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[educação ambiental]]></category>

		<category><![CDATA[geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Do Boticário&#8230;








Acesse o link se você não conseguir visualizar esta mensagem.





			




			Saiba mais.
			Acesse o sítio da 
			Fundação O Boticário de Proteção à Natureza. 
			 




 
 


]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Do Boticário&#8230;<br />
<html><br />
<head><br />
<meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=windows-1252"></p>
<style>
<!--
.texto       { font-family: Verdana; font-size: 10pt; text-align: center; color: #808000 }
-->
</style>
<p></head></p>
<p><body style='margin: 0px;padding: 0px;'></p>
<div style='clear: both; margin-bottom: 2px; font-size: 10px; font-family: verdana;' align=center>Acesse o <a href='http://md.zartana.com/dmm/ph/I9864oabf88s' target=_blank>link</a> se você não conseguir visualizar esta mensagem.</div>
<p><img src='http://c.zartana.com/v/I9864oabf88s' width=1 height=1></p>
<div align="center">
<table border="0" cellpadding="0" id="table1" style="border-collapse: collapse" width="488">
<tr>
<td>
			<a href="http://c.zartana.com/c/I9864oabf88sR__"><img src="http://internet.boticario.com.br/Internet/staticFiles/Fundacao/EMKT_diversos/dia_meio_ambiente.jpg"></a></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="texto"></p>
<p>			<span style="font-size: 8pt"><font color="#003300">Saiba mais.<br />
			Acesse o <a href="http://c.zartana.com/c/I9864oabf88so__">sítio</a> da <br />
			Fundação O Boticário de Proteção à Natureza. </font><br />
			</span> </p>
</td>
</tr>
</table>
</div>
<div style='clear: both; font-size: 10px; font-family: verdana;' align=center><a href='http://md.zartana.com/dmm/u/I9864oabf88s' target=_blank> </a></div>
<div style='clear: both; font-size: 10px; font-family: verdana;' align=center><a href='http://md.zartana.com/dmm/x/I9864oabf88s' target=_blank> </a></div>
<p></body></p>
<p></html></p>
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