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	<title>Céus &#038; Terra &#187; política</title>
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	<description>um fórum cristão sobre fé e ecologia</description>
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		<title>Do consumo excessivo à sustentabilidade</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 15:08:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Timóteo</dc:creator>
				<category><![CDATA[ação]]></category>
		<category><![CDATA[educação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[de http://www.akatu.org.br/central/especiais/2010/do-consumo-excessivo-a-sustentabilidade Relatório do Worldwatch Institute afirma que sociedades consumistas precisam passar por uma transformação cultural Por Fátima Cardoso, do Instituto Akatu Os seres humanos estão imersos em sistemas culturais, são moldados e restringidos por suas culturas, e em sua maioria agem somente dentro da realidade cultural das suas vidas. As normas, símbolos, valores e tradições [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">de <a href="http://www.akatu.org.br/central/especiais/2010/do-consumo-excessivo-a-sustentabilidade">http://www.akatu.org.br/central/especiais/2010/do-consumo-excessivo-a-sustentabilidade</a></div>
<div></div>
<div><strong>Relatório do Worldwatch Institute afirma que sociedades consumistas precisam passar por uma transformação cultural</strong></div>
<div></div>
<div><strong><a href="http://ceuseterra.com/wp-content/uploads/2010/01/image_mini.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-380" title="image_mini" src="http://ceuseterra.com/wp-content/uploads/2010/01/image_mini.jpg" alt="" width="151" height="200" /></a>Por Fátima Cardoso, do Instituto Akatu</strong></div>
<blockquote>
<div id="_mcePaste">Os seres humanos estão imersos em sistemas culturais, são moldados e restringidos por suas culturas, e em sua maioria agem somente dentro da realidade cultural das suas vidas. As normas, símbolos, valores e tradições culturais com que uma pessoa cresce se tornam ‘naturais’. Assim, pedir para as pessoas que vivem em culturas de consumo para reduzir seu consumo é equivalente a pedir que elas parem de respirar – podem fazer isso por um momento, mas depois, sufocantes, vão inspirar novamente.</div>
</blockquote>
<div id="_mcePaste">Esse é um trecho do primeiro capítulo do relatório State of the World 2010 – Transforming Cultures: From Consumerism to Sustainability (Estado do Mundo 2010 – Transformando Culturas: do consumismo à sustentabilidade), lançado pelo Worldwatch Institute, uma organização de pesquisa americana dedicada a temas do desenvolvimento sustentável. No relatório, o consumismo é definido como “uma orientação cultural que leva as pessoas a encontrar sentido, felicidade e aceitação por aquilo que consomem”. Em outras palavras, é muito difícil que as pessoas mudem seu comportamento em relação ao consumo, mas isso é absolutamente necessário. Na opinião de Erik Assadourian, diretor do projeto e autor do primeiro capítulo, “para prosperar no futuro, as sociedades humanas terão de mudar suas culturas para que a sustentabilidade se transforme na norma e o consumo excessivo, em tabu”.</div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">Segundo dados do relatório, em 2006 as pessoas no mundo todo consumiram US$ 30,5 trilhões em bens e serviços, 28% a mais do que dez anos antes. Além das despesas com itens básicos, como comida e moradia, as pessoas gastam mais em bens de consumo conforme aumenta a renda. Somente em 2008, foram vendidos no mundo 68 milhões de veículos, 85 milhões de refrigeradores, 297 milhões de computadores e 1,2 bilhão de telefones celulares.<span id="more-379"></span></div>
<div>Para produzir tantos bens, é preciso usar cada vez mais recursos naturais. Entre 1950 e 2005, a produção de metais cresceu seis vezes, o consumo de petróleo subiu oito vezes e o de gás natural, 14 vezes. Atualmente, um europeu consome em média 43 quilos em recursos naturais diariamente – enquanto um americano consome 88 quilos, mais do que o próprio peso da maior parte da população.</div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">Além de excessivo, o consumo é desigual. Em 2006, os 65 países com maior renda, em que o consumismo é dominante, foram responsáveis por 78% dos gastos mundiais em bens e serviços, mas contam com apenas 16% da população mundial. Somente os americanos, com 5% da população mundial, ficaram com uma fatia de 32% do consumo global. Se todos vivessem como os americanos, o planeta só comportaria uma população de 1,4 bilhão de pessoas. A pior notícia é quem nem mesmo um padrão de consumo médio, equivalente ao de países como Tailândia ou Jordânia, seria suficiente para atender igualmente os atuais 6,8 bilhões de habitantes do planeta.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>Tamanha voracidade sobre os recursos naturais do planeta são evidentemente insustentáveis. “Os padrões culturais são a causa de uma convergência sem precedentes de problemas econômicos e sociais, incluindo a mudança do clima, uma epidemia de obesidade, um enorme declínio na biodiversidade, perda de terras agricultáveis e produção de resíduos tóxicos”, afirma Erik Assadourian. A conclusão do relatório não deixa dúvidas: sem uma mudança cultural que valorize a sustentabilidade e não o consumismo, não haverá esforços governamentais ou avanços tecnológicos capazes de salvar a humanidade dos riscos ambientais e de mudanças climáticas.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>O <em>State of the World 2010</em> pode ser comprado no <a href="http://www.worldwatch.org/sow10" target="_blank">site </a>da organização. Alguns capítulos, como o primeiro, estão disponíveis gratuitamente para download.</div>
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		<title>O berço espêndido?</title>
		<link>http://ceuseterra.com/2009/03/22/o-berco-espendido/</link>
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		<pubDate>Sun, 22 Mar 2009 14:09:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Timóteo</dc:creator>
				<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[Espero que sirva de reflexão a todos nós, BRASILEIROS !!! Na cidade de Joinville houve um concurso de redação na rede municipal de ensino. O título recomendado pela professora foi: &#8216;daí pão a quem tem fome&#8217;. Incrível mas o primeiro lugar foi conquistado por uma menina de apenas 14 anos de idade. E ela se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Espero que sirva de reflexão a todos nós, BRASILEIROS !!!</p>
<p>Na cidade de Joinville houve um concurso de redação na rede municipal de ensino. O título recomendado pela professora foi: &#8216;daí pão a quem tem fome&#8217;. Incrível mas o primeiro lugar foi conquistado por uma menina de apenas 14 anos de idade. E ela se inspirou exatamente na letra de nosso Hino Nacional para redigir um texto, que demonstra que os brasileiros verdes amarelos precisam perceber o verdadeiro sentido de patriotismo. Leiam o que escreveu essa jovem. É uma demonstração pura de amor à Pátria e uma lição a tantos brasileiros que já não sabem mais o que é este sentimento cívico.</p>
<p>&#8220;Certa noite, ao entrar em minha sala de aula, vi num mapa-múndi o nosso Brasil chorar: O que houve, meu Brasil brasileiro? Perguntei-lhe!</p>
<p>E ele, espreguiçando-se em seu berço esplêndido, esparramado e verdejante sobre a América do Sul, respondeu chorando, com suas lágrimas amazônicas: Estou sofrendo. Vejam o que estão fazendo comigo&#8230;</p>
<p>Antes, os meus bosques tinham mais flores e meus seios mais amores.</p>
<p>Meu povo era heróico e os seus brados retumbantes. O sol da liberdade era mais fúlgido e brilhava no céu a todo instante. Onde anda a liberdade, onde estão os braços fortes?</p>
<p>Eu era a Pátria amada, idolatrada. Havia paz no futuro e glórias no passado. Nenhum filho meu fugia à luta. Eu era a terra adorada e dos filhos deste solo era a mãe gentil.</p>
<p>Eu era gigante pela própria natureza, que hoje devastam e queimam, sem nenhum homem de coragem que às margens plácidas de algum riachinho, tenha a coragem de gritar mais alto para libertar-me desses novos tiranos que ousam roubar o verde louro de minha flâmula.</p>
<p>Eu, não suportando as chorosas queixas do Brasil, fui para o jardim.</p>
<p>Era noite e pude ver a imagem do Cruzeiro que resplandece no lábaro que o nosso país ostenta estrelado. Pensei&#8230;</p>
<p>Conseguiremos salvar esse país sem braços fortes? Pensei mais&#8230; Quem nos devolverá a grandeza que a Pátria nos traz?</p>
<p>Voltei à sala, mas encontrei o mapa silencioso e mudo, como uma criança dormindo em seu berço esplêndido.&#8221;</p>
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		<title>Os limites do capital são os limites da Terra</title>
		<link>http://ceuseterra.com/2009/01/19/os-limites-do-capital-sao-os-limites-da-terra/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Jan 2009 19:46:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ginia Bontempo</dc:creator>
				<category><![CDATA[ação]]></category>
		<category><![CDATA[educação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 1961 precisávamos de metade da Terra para atender as demandas humanas. Em 1981 empatávamos: precisávamos de um Terra inteira. Em 1995 já ultrapassamos em 10% de sua capacidade de regeneração, mas era ainda suportável. Em 2008 passamos de 40% e a Terra está dando sinais inequívocos de que já não agüenta mais. Se mantivermos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1961 precisávamos de metade da Terra para atender as demandas humanas. Em 1981 empatávamos: precisávamos de um Terra inteira. Em 1995 já ultrapassamos em 10% de sua capacidade de regeneração, mas era ainda suportável. Em 2008 passamos de 40% e a Terra está dando sinais inequívocos de que já não agüenta mais. Se mantivermos o crescimento do PIB mundial entre 2-3% ao ano, em 2050 vamos precisar de duas Terras, o que é impossível. A análise é de Leornado Boff, em artigo publicado pela <strong><em>Agência Carta Maior</em></strong>, 15-01-2009.</p>
<p>Eis o artigo&#8230;</p>
<p>Uma semana após o estouro da bolha econômico-financeira, no dia 23 de setembro, ocorreu o assim chamado Earth Overshoot Day , quer dizer, &#8220;o dia da ultrapassagem da Terra&#8221;. Grandes institutos que acompanham sistematicamente o estado da Terra anunciaram: a partir deste dia o consumo da humanidade ultrapassou em 40% a capacidade de suporte e regeneração do sistema-Terra. Traduzindo: a humanidade está consumindo um planeta inteiro e mais 40% dele que não existe. O resultado é a manifestação insofismável da insustentabilidade global da Terra e do sistema de produção e consumo imperante. Entramos no vermelho e assim não poderemos continuar porque não temos mais fundos para cobrir nossas dívidas ecológicas.</p>
<p>Esta notícia, alarmante e ameaçadora, ganhou apenas algumas linhas na parte internacional dos jornais, ao contrário da outra que até hoje ocupa as manchetes dos meios de comunicação e os principais noticiários de televisão. Lógico, nem poderia ser diferente. O que estrutura as sociedades mundiais, como há muitos anos o analisou Polaniy em seu famoso livro A Grande Transformação, não é nem a política nem a ética e muito menos a ecologia, mas unicamente a economia. Tudo virou mercadoria, inclusive a própria Terra. E a economia submeteu a si a política e mandou para o limbo a ética.</p>
<p>Até hoje somos castigados dia a dia a ler mais e mais relatórios e análises da crise econômico-financeira como se somente ela constituisse a realidade realmente existente. Tudo o mais é secundarizado ou silenciado.</p>
<p>A discussão dominante se restringe a esta questão: que correções importa fazer para salvar o capitalismo e regular os mercados? Assim poderíamos continuar as usual a fazer nossos negócios dentro da lógica própria do capital que é: quanto posso ganhar com o menor investimento possível, no lapso de tempo mais curto e com mais chances de aumentar o meu poder de competição e de acumulação? Tudo isso tem um preço: a delapidação da natureza e o esquecimento da solidariedade generacional para com os que virão depois de nós. Eles precisam também satisfazer suas necessidades e habitar um planeta minimamente saudável. Mas esta não é a preocupação nem o discurso dos principais atores econômicos mundiais mesmo da maioria dos Estados, como o brasileiro que, nesta questão, é administrado por analfabetos ecológicos.<span id="more-280"></span></p>
<p>Poucos são os que colocam a questão axial: afinal se trata de salvar o sistema ou resolver os problemas da humanidade? Esta é constituída em grande parte por sobreviventes de uma tribulação que não conhece pausa nem fim, provocada exatamente por um sistema econômico e por políticas que beneficiam apenas 20% da humanidade, deixando os demais 80% a comer migualhas ou entregues à sua própria sorte. Curiosamente, as vitimas que são a maioria sequer estão presentes ou representadas nos foros em que se discute o caos econômico atual. E pour cause, para o mercado são tidos como zeros econômicos, pois o que produzem e o que consomem é irrelevante para contabilidade geral do sistema.</p>
<p>A crise atual constitui uma oportunidade única de a humanidade parar, pensar, ver onde se cometeram erros, como evitá-los e que rumos novos devemos conjuntamente construir para sair da crise, preservar a natureza e projetar um horizonte de esperança, promissor para toda a comunidade de vida, incluídas as pessoas humanas. Trata-se sem mais nem menos de articular um novo padrão de produção e de consumo com uma repartição mais equânime dos benefícios naturais e tecnológicos, respeitando a capacidade de suporte de cada ecosistema, do conjunto do sistema-Terra e vivendo em harmonia com a natureza.</p>
<p>Milkahil Gorbachev, presidente da Cruz Verde Internacional e um dos principais animadores da Carta da Terra, grupo o qual pertenço, advertiu recentemente: Precisamos de um novo paradigma de civilização porque o atual chegou ao seu fim e exauriu suas possibilidades. Temos que chegar a um consenso sobre novos valores. Em 30 ou 40 anos a Terra poderá existir sem nós.</p>
<p>A busca de um novo paradigma civilizatório é condição de nossa sobrevivência como espécie. Assim como está não podemos continuar. Na última página de seu livro A era dos extremos diz enfaticamente Eric Hobsbawm: Nosso mundo corre o risco de explosão e de implosão. Tem de mudar. E o preço do fracasso, ou seja, a alternativa para a mudança da sociedade é a escuridão.</p>
<p>Importa entender que estamos enredados em quatro grandes crises: duas conjunturais – a econômica e a alimentar – e duas estruturais – a energética e a climática. Todas elas estão interligadas e a solução deve ser includente. Não dá para se ater apenas à questão econômica, como é predominante nos dabates atuais. Deve-se começar pelas crises estruturais pois que se não forem bem encaminhadas, tornarão insustentáveis todas as demais.</p>
<p>As crises estruturais, portanto, são as que mais atenção merecem. A crise energética revela que a matriz baseada na energia fóssil que movimenta 80% da máquina produtiva mundial tem dias contados. Ou inventamos energias alternativas ou entraremos em poucos anos num incomensurável colapso.</p>
<p>A crise climática possui traços de tragédia. Não estamos indo ao encontro dela. Já estamos dentro dela. A Terra já começou a se aquecer. A roda começou a girar e nao há mais como pará-la, apenas diminuir sua velocidade ao minimizar seus efeitos catastróficos e ao adaptar-se a ela. Bilhões e bilhões de dólares devem ser investidos anualmente para estabilzar o clima entorno de 2 a 3 graus Celsius já que seu aquecimento poderá ficar entre 1,6 a 6 graus, o que poderia configurar uma devastação gigantesca da biodiversidade e o holocausto de milhões de seres humanos.</p>
<p>De todas as formas, mesmo mitigado, este aquecimento vai produzir transtornos significativos no equilíbrio climático da Terra e provocar nos próximos anos cerca de 150-200 milhões de refugiados climáticos segundo dados fornecidos pelo atual Presidente da Assembléia Geral da ONU, Miguel d&#8217;Escoto, em seu discurso inaugural em meados de outubro de 2008. E estes dificilmente aceitarão o veredito de morte sobre suas vidas. Romperão fronteiras nacionais, desestabilizando politicamente muitas nações.</p>
<p>Estas duas crises estruturais vão inviabilizar o projeto do capital. Ele partia do falso pressuposto de que a Terra é uma espécie de baú do qual podemos tirar recursos indefinidamente. Hoje ficou claro que a Terra é um planeta pequeno, velho e limitado que não suporta um projeto de exploração ilimitada..</p>
<p>Em 1961 precisávamos de metade da Terra para atender as demandas humanas. Em 1981 empatávamos: precisávamos de um Terra inteira. Em 1995 já ultrapassamos em 10% de sua capacidade de regeneração, mas era ainda suportável. Em 2008 passamos de 40% e a Terra está dando sinais inequívocos de que já não agüenta mais. Se mantivermos o crescimento do PIB mundial entre 2-3% ao ano, em 2050 vamos precisar de duas Terras, o que é impossível. Mas não chegaremos lá. Resta ainda lembrar que entre 1900 quando a humanidade tinha 1,6 bilhões de habitantes e 2008 com 6,7 bilhões, o consumo aumentou 16 vezes. Se os paises ricos quissessem generalizar para toda a humanidade o seu bem-estar &#8211; cálculos já foram feitos &#8211; iríamos precisar de duas Terras iguais a nossa.</p>
<p>A crise de 1929 dava por descontada a sustentabilidade da Terra. A nossa não pode mais contar com este fato e com a abundancia dos recursos naturais. Nenhuma solução meramente econômica da crise pode suprir este déficit da Terra. Não considerar este dado torna a análise manca naquilo que é a determinação fundamental e a nova centralidade.</p>
<p>Tudo isso nos convence de que a crise do capital não é crise cíclica. É crise terminal. Em 300 anos de hegemonia praticamente mundial, esse modo de produção com sua expressão política, o liberalismo, destruiu com sua voracidade desenfreada, as bases que o sustentam: a força de trabalho, substituindo-a pela máquina e a natureza devastando-a a ponto de ela não conseguir, sozinha, se auto-regenerar. Por mais estragemas que seus ideólogos vindos da tradição marxiana, keneysiana ou outras tentem inventar saídas para este corpo moribundo, elas não seráo capazes de reanimáa-lo. Suas dores não são de parto de um novo ser mas dores de um moribundo. Ele não morrerá nem hoje nem amanhã. Possui capacidade de prolongar sua agonia mas esgotou sua virtualidadae de nos oferecer um futuro dicernível. Quem o está matando não somos nós, já que não nos cabe matá-lo mas superá-lo, na boa tradição marxiana bem lembrada por Chico Oliveria em sua lúcida entrevista, mas a própria natureza e a Terra.</p>
<p>Repetimos: os limites do capitalismo são os limites da Terra. Já encostamos nestes limites tanto da Terra quanto do capitalismo. A continuar seremos destruídos por Gaia pois ela, no processo evolucionário, sempre elimina aquelas espécies que de forma persistente e continuada ameaçam a todas as demais. Nós, homo sapiens e demens, nos fizemos, na dura expressão do grande biólogo E. Wilson, o Satã da Terra, quando nossa vocação era o de sermos seu cuidador, guardião e anjo bom.</p>
<p>Para onde iremos? Nem o Papa nem o Dalai Lama, nem Barack Obama nem muito menos os economistas nos poderão apontar uma solução. Mas pelo menos podemos indicar uma direção. Se esta estiver certa, o caminho poderá fazer curvas, subir e descer e até conhecer atalhos, esta direção nos levará a uma terra na qual os seres humanos podem ainda viver humananente e tratar com cuidado, com compaixão e com amor a Terra, Pacha Mama, Nana e nossa Grande Mãe.</p>
<p>Esta direção, como tantos outros já o assinalaram, se assenta nestes cinco eixos:</p>
<p>(1) um uso sustentável, responsável e solidário dos limitados recursos e serviços da natureza;</p>
<p>(2) o valor de uso dos bens deve ter prioridade sobre seu valor de troca;</p>
<p>(3) um controle democrático deve ser construído nas relações sociais, especialmente sobre os mercados e os capitais especulativos;</p>
<p>(4) o ethos mínimo mundial deve nascer do intercâmbio multicultural, dando ênfase à ética do cuidado, da compaixão, da cooperação e da responsabilidade universal;</p>
<p>(5) a espiritualidade, como expressão da singularidade humana e não como monopólio das religiões, deve ser incentivada como uma espécie de aura benfazeja que acompanha a trajetória humana, pois ancora o ser humano e a história numa dimensão para além do espaço e do tempo, conferindo sentido à nossa curta passagem por este pequeno planeta.</p>
<p>Devemos crer, como nos ensinam os cosmólogos contemporâneos, nas virtualidades escondidas naquela Energia de fundo da qual tudo provém, que sustenta o universo, que atua por detrás de cada ser e que subjaz a todos os eventos históricos e que permite emergências surpreendentes. É do caos que nasce a nova ordem. Devemos fazer de tudo para que o atual caos não seja destrutivo mas criativo. Então sobrevivemos com o mesmo destino da Terra, a única casa comum que temos para morar.</p>
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		<title>Ministro do Meio Ambiente sinaliza compromisso com áreas protegidas da Amazônia</title>
		<link>http://ceuseterra.com/2008/05/20/ministro-do-meio-ambiente-sinaliza-compromisso-com-areas-protegidas-da-amazonia/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 May 2008 12:47:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ginia Bontempo</dc:creator>
				<category><![CDATA[amazonia]]></category>
		<category><![CDATA[desflorescimento]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>

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		<description><![CDATA[WWF-Brasil, 16 May 2008 O novo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, em entrevista coletiva em Paris ontem (15.06.08) anunciou que pretende fortalecer o Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa) e obter mais de 150 milhões de euros de financiamento de ONGs e da comunidade internacional, segundo o jornal Folha de São Paulo. Ainda segundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.wwf.org.br/index.cfm?uNewsID=13320" target="_blank">WWF-Brasil</a>, 16 May 2008</p>
<p>O novo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, em entrevista coletiva em Paris ontem (15.06.08) anunciou que pretende fortalecer o Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa) e obter mais de 150 milhões de euros de financiamento de ONGs e da comunidade internacional, segundo o jornal Folha de São Paulo.</p>
<p>Ainda segundo o jornal, Minc defendeu a ampliação de áreas de preservação ambiental no Brasil e os sistemas de defesa das unidades de conservação, com guardas parques na Amazônia. Disse, ainda, que pretende reforçar o Arpa (Áreas Protegidas da Amazônia). &#8220;A expectativa é obter, a curto prazo, mais de 150 milhões de euros de financiamento de ONGs e da comunidade internacional para instalação e ampliação das unidades protegidas da Amazônia&#8221;, afirmou Carlos Minc.<span id="more-149"></span></p>
<p>Para o WWF-Brasil a citação de Carlos Minc ao maior programa de proteção de florestas tropicais demonstra a sensibilidade do novo ministro para a importância das áreas protegidas na Amazônia e para a manutenção da biodiversidade e manutenção do clima do planeta.</p>
<p>O WWF-Brasil tem a expectativa que as políticas voltadas para a conservação e o desenvolvimento sustentável, já em andamento sejam fortalecidas e ampliadas. “Nossa expectativa é que o ministro apresente uma postura de construir soluções baseadas no diálogo entre governo, organizações não-governamentais, movimento social e setor privado”, declarou Denise Hamú, Secretária-Geral do WWF-Brasil.</p>
<p>Para o WWF-Brasil, um dos grandes desafios do novo ministro será o de fazer com que as questões ambientais ampliem seus espaços de prestígio dentro da agenda política do governo federal. O objetivo é que a nova equipe consiga desenvolver, além de programas próprios do MMA, ações integradas com outros ministérios, como uma das formas de conseguir maiores e melhores resultados e o conseqüente respaldo político dentro do governo, evitando a repetição de fatos que contribuíram para a saída de Marina Silva.</p>
<p>Uma preocupação do WWF-Brasil é que o período de transição da nova equipe possa promover algum atraso numa série de medidas que estão em andamento ou naquelas em vias de serem implementadas. “É essencial que a segunda fase do Arpa (Programa Áreas Protegidas da Amazônia) seja lançada e que o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade seja fortalecido”, opina Denise Hamú.</p>
<p>Acredita também o WWF-Brasil que será garantida a continuidade de ações voltadas para a produção sustentável de alimentos e energia, inibindo possíveis práticas ilegais e predatórias. Adicionalmente, é esperada a adoção de metas de redução do desmatamento e de políticas de compensação por serviços ambientais.</p>
<p>Considerado no meio político como hábil negociador, Carlos Minc foi um dos fundadores do Partido Verde, sendo eleito em 2006 para seu sexto mandato como Deputado Estadual, desta vez pelo PT. Assumiu em 2007 o posto de Secretário Estadual do Ambiente, tendo como uma das suas principais metas dobrar as áreas protegidas do Estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>A Secretária-Geral do WWF &#8211; Brasil reforçou a convicção de continuar mantendo um amplo diálogo com o MMA, como uma das formas de contribuir para o processo de transição e para a formatação de uma agenda comum com aquela Pasta.</p>
<p>Denise Hamú acredita que a experiência de Carlos Minc no movimento ambientalista e nos poderes Legislativo e Executivo certamente contribuirá para uma gestão equilibrada e empreendedora. “Sabemos que Carlos Minc possui um genuíno comprometimento com a questão ambiental e acreditamos que isso possa contribuir para que o novo ministro construa os necessários e inadiáveis consensos dentro do governo federal”, concluiu Denise Hamú.</p>
<p>O nome de Carlos Minc, que vinha ocupando a Secretaria do Ambiente do Estado do Rio de Janeiro, foi anunciado pelo Palácio do Planalto na quarta-feira (14 de maio), após pedido de demissão da então ministra Marina Silva.</p>
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		<title>Para Marina Silva:”política sem teologia é puro negócio”</title>
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		<pubDate>Tue, 20 May 2008 12:37:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ginia Bontempo</dc:creator>
				<category><![CDATA[política]]></category>

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		<description><![CDATA[Leonardo Boff Teólogo A saída de Marina Silva do Ministério  do Meio Ambiente representa uma pesada perda de qualidade política do governo Lula. Por qualidade política entendo a competência do governante de manter a unidade dos contrários, contrários esses, inerentes a todo convívio social e democrático, que confere dinamismo e vida à sociedade. Marina Silva [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Leonardo Boff<br />
Teólogo</p>
<p>A saída de Marina Silva do Ministério  do Meio Ambiente representa uma pesada perda de qualidade política do governo Lula. Por qualidade política entendo a competência do governante de manter a unidade dos contrários, contrários esses, inerentes a todo convívio social e democrático, que confere dinamismo e vida à sociedade. Marina Silva representava um pólo decisivo no governo e fundamental para uma política responsável pelo futuro da vida e da integridade do Planeta: o cuidado com o ambiente inteiro e com as condições ecológicas que garantem a vida em toda sua imensa diversidade. No outro pólo estão outros, em maior número, que perseguem um projeto, que nos remete ao século XIX, de crescimento material acelerado e a todo custo, sem considerar a mutação das consciências ocorrida no Brasil e no mundo face  principalmente às perigosas transformações negativas do estado da Terra, ocasionadas, em grande parte, por aquele projeto. Missão do governante é ser um homem de síntese, capaz de articular os pólos e ter a sabedoria suficiente para decisões estratégicas, mesmo difíceis, que garantam o futuro de nossa existência neste pequeno Planeta. O atual presidente mostrou essa capacidade de síntese. Mas desta vez, parece-nos, se operou desastroso desequilíbrio. Com a ausência de Marina Silva, há o risco do pensamento único e da obsessão furiosa  pelo crescimento fazendo crescer nossa dívida para com a natureza e as gerações futuras.<span id="more-147"></span></p>
<p>A ex-ministra Marina Silva mantinha tenaz coerência com a missão que se propôs de introduzir a partir de seu Ministério a transversalidade do cuidado ecológico em todas as instancias do poder, no esforço de conferir uma direção inovadora e à altura dos desafios contemporâneos ao desenvolvimento sócio-ambiental sustentável. Foi vista como obstáculo ao crescimento e como empecilho à modernização. E efetivamente era e precisava se-lo. Não é possível com tudo o que sabemos da história e da experiência recente continuar com o tipo de crescimento retrógrado que visa a acumulação à custa da devastação da natureza e do aprofundamento das desigualdades sociais. Há que se estigmatizar essa modernização conservadora e socialmente criadora de tantas vitimas no campo e nas cidades. As pressões contra a ministra vindas do interior do próprio governo e do exterior, de grupos poderosos ligados à pecuária e ao agronegócio solaparam a sustentação política e a viabilidade de seu trabalho, especialmente, com referência à preservação da floresta amazônica. Retirou-se do ministério pela porta da frente, com elevado espírito público e ético, protestando lealdade e fidelidade ao presidente.</p>
<p>Marina Silva era uma das reservas éticas do governo, uma referência de credibilidade para o Brasil e para o mundo. Mas ética era pouco para ela. Movia-a uma inspiração espiritual, de serviço à vida e de proteção a todo o Criado. Ela me faz lembrar a frase de um dos grandes pensadores da escola de Frankfurt que foi um rigoroso marxista e materialista: Max Horkheimer. No final de sua vida escreveu um instigante livro:”Saudade do totalmente Outro”. Ai, como marxista e não como cristão, diz:”uma política, sem teologia, é puro negocio”. E explicava:”teologia significa aqui, a consciência de que o mundo não é a verdade absoluta, que não é o fim; teologia é a esperança de que tudo não se acabe na injustiça que tanto marca o mundo, que a injustiça não detenha a última palavra”. Estimo que Marina Silva mostrou em sua vida e prática a verdade desta sentença. Por isso todos lhe somos agradecidos e devedores.</p>
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		<title>Sai a ministra do Meio Ambiente, Marina da Silva</title>
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		<pubDate>Sat, 17 May 2008 20:34:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Timóteo</dc:creator>
				<category><![CDATA[política]]></category>

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		<description><![CDATA[Claudia Andrade Em Brasília A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, entregou na manhã desta terça (13) uma carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva pedindo o seu desligamento do cargo. O motivo da demissão ainda não é conhecido. Segundo a assessoria de imprensa do Ministério do Meio Ambiente, o pedido tem caráter irrevogável. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Claudia Andrade<br />
Em Brasília</p>
<p>A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, entregou na manhã desta terça (13) uma carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva pedindo o seu desligamento do cargo.</p>
<p>O motivo da demissão ainda não é conhecido. Segundo a assessoria de imprensa do Ministério do Meio Ambiente, o pedido tem caráter irrevogável. O Palácio do Planalto não confirma ter recebido o pedido de demissão.<br />
<img src="http://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;ik=17cb836321&amp;attid=0.1.2&amp;disp=emb&amp;view=att&amp;th=119e48827975c02e" title="Arquivo Folha Imagem" alt="Arquivo Folha Imagem" align="left" border="0" hspace="10" vspace="10" width="208" />Marina Silva com o presidente Lula em cerimônia no Planalto no último dia 8<br />
<a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u401435.shtml" target="_blank"><span>SAIBA MAIS SOBRE A MINISTRA</span></a><br />
<a href="http://forum.politica.blog.uol.com.br/arch2008-05-11_2008-05-17.html#2008_05-13_16_57_35-8953204-0" target="_blank">COMO VOCÊ AVALIA A MINISTRA?</a><br />
<a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u401450.shtml" target="_blank">MARINA DEVE VOLTAR AO SENADO</a></p>
<p>Ainda de acordo com a assessoria de imprensa da pasta, a ministra está em casa e não pretende se pronunciar antes da resposta da Presidência da República.</p>
<p>Apesar de a informação não ser ainda confirmada pelo Palácio do Planalto, o presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (PT-SP), lamentou a decisão da ministra.</p>
<p>&#8220;A ministra Marina Silva é uma militante histórica do PT, da causa ambiental e da Amazônia. Ela imprimiu ao ministério aquelas que são as suas convicções e deu uma contribuição muito importante para o governo.&#8221;</p>
<p>Para o deputado federal, José Eduardo Cardozo (PT-SP), que também é secretário-geral do PT, a saída da ministra é uma perda para o governo. &#8220;Independentemente do motivo, é uma perda grande para o governo e para o país. É uma ministra excelente que conhece bem o funcionamento do ministério e do partido&#8221;, afirmou.</p>
<p><strong>Quem é Marina Silva</strong><br />
Marina Silva de Lima, de 44 anos, começou sua carreira política militando nas CEBs (Comunidades Eclesiais de Base), ligada à Igreja Católica. Em 1988 foi eleita vereadora de Rio Branco, no Acre. Dois anos depois, se elegeu deputada estadual e, em 1994, aos 38 anos, chegou ao Senado Federal como a mais jovem senadora do país.</p>
<p>Sua carreira concentrou-se nas áreas de direitos humanos, cidadania, meio ambiente e desenvolvimento sustentável. Integra a equipe do presidente Luiz Inácio Lula da Silva desde o primeiro dia do primeiro mandato, em 2003, sempre na pasta do Meio Ambiente.</p>
<p>Ex-seringueira, Marina Silva se filiou ao PT em 1985 e lançou sua candidatura para deputada federal para ajudar o líder seringueiro Chico Mendes, morto em 1988, que era candidato a deputado estadual.</p>
<p>Marina aprendeu a ler já adolescente, já que no Seringal Bagaço, a 70 km de Rio Branco, onde nasceu, não havia escolas. Mais tarde, em 1985, formou-se em História pela Universidade Federal do Acre.</p>
<p>Na universidade, entrou para o PRC (Partido Revolucionário Comunista), grupo semi clandestino que fazia oposição ao regime militar, e deixou de lado o desejo de ser freira</p>
<p>Depois de formada, começou a dar aulas de história e participar do movimento sindical dos professores. Junto com Chico Mendes, em 1984, fundou a CUT (Central Única dos Trabalhadores) no Acre.</p>
<p><em>Com informações da Agência Brasil e da Folha Online</em></p>
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