<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Céus &#038; Terra &#187; notícias</title>
	<atom:link href="http://ceuseterra.com/category/noticias/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://ceuseterra.com</link>
	<description>um fórum cristão sobre fé e ecologia</description>
	<lastBuildDate>Wed, 18 Aug 2010 14:18:25 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.1</generator>
		<item>
		<title>Para salvar o planeta, biólogo pede &#8216;acordo de paz&#8217; entre ciência e religião</title>
		<link>http://ceuseterra.com/2008/02/24/para-salvar-o-planeta-biologo-pede-acordo-de-paz-entre-ciencia-e-religiao/</link>
		<comments>http://ceuseterra.com/2008/02/24/para-salvar-o-planeta-biologo-pede-acordo-de-paz-entre-ciencia-e-religiao/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 24 Feb 2008 12:03:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Timóteo</dc:creator>
				<category><![CDATA[fé]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ceuseterra.com/2008/02/24/para-salvar-o-planeta-biologo-pede-acordo-de-paz-entre-ciencia-e-religiao/</guid>
		<description><![CDATA[22/02/2008 (Globo Online) O leitor recém-chegado ao universo dos livros de divulgação científica deve achar que estamos de volta à era de Galileu e Giordano Bruno. Afinal, uma fieira um tanto repetitiva de obras recentes, como &#8220;Quebrando o encanto&#8221;, de Daniel Dennett, e &#8220;Deus, um delírio&#8221;, de Richard Dawkins, andou reeditando o velho conflito entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>22/02/2008<br />
(Globo Online)</p>
<p>O leitor recém-chegado ao universo dos livros de divulgação científica deve achar que estamos de volta à era de Galileu e Giordano Bruno. Afinal, uma fieira um tanto repetitiva de obras recentes, como &#8220;Quebrando o encanto&#8221;, de Daniel Dennett, e &#8220;Deus, um delírio&#8221;, de Richard Dawkins, andou reeditando o velho conflito entre ciência e religião. &#8220;A Criação &#8211; Como salvar a vida na Terra&#8221;, que acaba de chegar ao Brasil, é uma lufada de ar fresco justamente por se contrapor a essa tendência. Para usar as palavras da liturgia católica, o biólogo Edward O. Wilson se imbuiu do espírito &#8220;que arranca o que divide&#8221;. A ciência e a fé precisam urgentemente de uma trégua, diz ele &#8212; e o preço do fracasso nessas negociações de paz pode ser a própria vida na Terra.</p>
<p>Dependendo de como se vê a questão, o veterano Wilson pode ser a pior ou a melhor pessoa para negociar esse armistício. O pesquisador da Universidade Harvard, um dos maiores especialistas do mundo em biodiversidade, cresceu no sul dos Estados Unidos e foi membro da Igreja Batista, uma das mais fervorosas denominações evangélicas do mundo. Mais tarde, porém, deixou a religião de lado. Em um livro anterior, &#8220;Consiliência&#8221;, Wilson defendeu a unificação do conhecimento humano sob a égide da ciência &#8212; e com a religião, considerada obsoleta, de fora.</p>
<p>No entanto, ainda que tenha deixado o rebanho, uma coisa Wilson nunca perdeu: a sensibilidade poética trazida pela leitura da Bíblia e pelo cristianismo evangélico de sua juventude. Também nunca deixou de prestar atenção no crescimento da religião fundamentalista, dentro e fora dos EUA. E escolheu usar sua familiaridade com o universo mental dos cristãos conservadores para convidá-los a assumir a defesa da biodiversidade da Terra &#8212; uma responsabilidade moral que ecoa os primeiros e mais sagrados mandamentos divinos transmitidos no Gênesis.</p>
<p>O momento para isso não podia ser mais crítico. Uma confluência impressionante de dados científicos sugere que a humanidade está comandando a pior extinção em massa desde o meteoro que mandou os dinossauros para uma melhor há 65 milhões de anos. A natureza está sob sítio. E o medo de Wilson é que os que abraçam a fé religiosa estejam ignorando seu papel de protetores do planeta para considerá-lo apenas uma fonte inanimada de matérias-primas e recursos, que os humanos podem tratar como quiserem.</p>
<p>Carta aos fiéis &#8211; Wilson estrutura seu longo apelo na forma de uma carta, endereçada a um pastor protestante do sul dos EUA e, portanto, conterrâneo cultural do próprio biólogo. Os argumentos para proteger a Criação divina não são, em si mesmos, originais: Wilson enfatiza a riqueza da biodiversidade como fonte dos medicamentos e alimentos do futuro, e como alicerce da sobrevivência humana: sem os demais seres vivos, serviços essenciais, como ar e água puros, fertilidade do solo e regularidade do clima desapareceriam, e nenhum sistema feito por mãos humanas poderia substituir o que a biodiversidade faz hoje de graça.</p>
<p>O que há de novo nesse apelo é a tocante humildade para cruzar barreiras, para estender a mão ao outro. Wilson tem a coragem de dizer que não se importa se seu interlocutor fundamentalista não acredita na evolução e acha que a Terra tem só 6.000 anos de idade. As visões diferentes sobre a natureza do Universo encolhem em importância quando o que se coloca na mesa são valores: a sacralidade do mundo vivo, a beleza da biosfera.</p>
<p>A mensagem, portanto, é clara: podemos concordar em discordar e, mesmo assim, agir lado a lado para evitar o pior para nós mesmos e para nosso planeta. Wilson pode não acreditar mais no Deus que criou os céus e a terra, mas qualquer pessoa religiosa é capaz de balançar a cabeça em aprovação ao ouvir sua defesa da Criação:</p>
<p>&#8220;Nenhuma palavra, nenhuma obra de arte, é capaz de capturar toda a profundidade e complexidade do mundo vivo. Se um milagre é um fenômeno que não conseguimos entender, então toda espécie é, de certa forma, um milagre.&#8221; Amém, irmão Wilson.</p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save"><img src="http://ceuseterra.com/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share/Bookmark"/></a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ceuseterra.com/2008/02/24/para-salvar-o-planeta-biologo-pede-acordo-de-paz-entre-ciencia-e-religiao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cempre completa 15 anos</title>
		<link>http://ceuseterra.com/2008/01/15/cempre-completa-15-anos/</link>
		<comments>http://ceuseterra.com/2008/01/15/cempre-completa-15-anos/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Jan 2008 00:36:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ginia Bontempo</dc:creator>
				<category><![CDATA[informativos]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ceuseterra.com/2008/01/15/cempre-completa-15-anos/</guid>
		<description><![CDATA[nº 96 &#8211; Ano XV &#8211; novembro / dezembro 2007 Cempre informa Há exatos quinze anos, nascia o Compromisso Empresarial para a Reciclagem (Cempre) a partir da iniciativa de empresas interessadas em discutir soluções para a questão do lixo urbano e a destinação de resíduos pósconsumo. Surgia, assim, um amplo esforço no sentido de conciliar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>nº 96 &#8211; Ano XV &#8211; novembro / dezembro 2007<br />
<em>Cempre informa</em></p>
<p>Há exatos quinze anos, nascia o Compromisso Empresarial para a Reciclagem (Cempre) a partir da iniciativa de empresas interessadas em discutir soluções para a questão do lixo urbano e a destinação de resíduos pósconsumo. Surgia, assim, um amplo esforço no sentido de conciliar o desenvolvimento socioeconômico e a preservação dos recursos naturais do planeta.</p>
<p>Desde então, a associação promove a reciclagem como ferramenta de proteção ao meio ambiente e inclusão social, difunde a educação ambiental com foco nos 3 Rs (Reduzir, Reutilizar e Reciclar) e dissemina o gerenciamento integrado dos resíduos sólidos urbanos.<span id="more-106"></span></p>
<p>Por se tratar de um tema complexo e multifacetado, o Cempre busca envolver em suas ações o poder público, a iniciativa privada, a comunidade científica, a imprensa e a sociedade de maneira geral.</p>
<blockquote><p>Começamos com apenas sete empresas e hoje temos 23 associados que ocupam posição de destaque em seus segmentos,</p></blockquote>
<p>destaca Tadeu Boechat, presidente do Cempre.</p>
<p>Esse modelo de gestão integral sustentável já se tornou referência no Brasil, atravessou fronteiras e chegou a países como Argentina. China, México, Porto Rico, Rússia, Tailândia, Uruguai e Venezuela.</p>
<p>Durante a programação do seminário Recicle Cempre, realizado de 24 a 26 de outubro, em São Paulo (SP), os participantes puderam comemorar os quinze anos desse compromisso, transformado hoje em iniciativas concretas nas mais diversas frentes.<br />
<strong><br />
O mais recente panorama setorial da reciclagem no país</strong></p>
<p>O <em>Cempre Informa</em> acaba de realizar, pelo quarto ano consecutivo, uma detalhada pesquisa junto a organizações que acompanham a reciclagem de vidro, alumínio, embalagens longa vida, pneu, aço, plásticos, PET e papel. Mais uma vez, a consolidação desses dados dispersos tem como meta traçar microcenários setoriais que revelem os caminhos da reciclagem no Brasil.</p>
<p>Acompanhe, nesta edição, o desempenho de cinco materiais no ano de 2006. Os dados referentes a plásticos, PET e papel ainda estão sendo processados e serão publicados no próximo número do Cempre Informa.</p>
<p>Os índices de reciclagem de embalagens longa vida e de aço cresceram, os de vidro mantiveram-se no mesmo patamar e os de alumínio, pneu e embalagens de aço para bebidas tiveram uma ligeira queda. De maneira geral, o ano passado foi marcado por diversas conquistas na área da reciclagem.</p>
<p>De acordo com a <em>Associação Técnica Brasileira das Indústrias Automáticas de Vidro</em> (Abividro), em 2006, tiveram continuidade as iniciativas para alavancar a reciclagem do vidro. Além disso, o estímulo à reciclagem também se transformou em ferramenta de combate à indústria de falsificação e de reuso indevido (empresas ilegais que compram<br />
potes, frascos e garrafas descartáveis para acondicionar produtos não-originais como bebidas, perfumes e remédios).</p>
<p><em>Longa Vida</em><br />
O ano de 2006 registrou aumento nos preços das embalagens longa vida pós-consumo que atingiram R$ 330 a tonelada (ou R$ 0,33/kg), uma valorização de 27% em relação a 2005 (R$ 0,26/kg). A reciclagem gerou R$ 83 milhões, com índice de 24,2%. O Brasil continua líder absoluto nas Américas, mantendo-se acima da média mundial (16,6%) e posicionando-se próximo à média européia (30%).</p>
<p><em>Alumínio</em><br />
A <em>Associação Brasileira do Alumínio</em> (Abal) e a <em>Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alta Reciclabilidade</em> (Abralatas) informam que, em 2006, o Brasil reciclou 94,4% do total de latas de alumínio para bebidas comercializadas em território nacional.</p>
<p>Mesmo ligeiramente inferior ao índice registrado em 2005, o volume coletado em 2006 foi 9% maior, pois as vendas de latinhas no período cresceram cerca de 11%. A maior disponibilidade permitiu que outros segmentos (como as indústrias de ferro-ligas) disputassem a sucata de lata. Pelo sexto ano consecutivo, o índice garantiu ao Brasil a liderança na reciclagem de latas de alumínio para bebidas entre países em que a atividade não é obrigatória por lei. Segundo pesquisas da Abal, no ano passado, as principais fontes de coleta de latas de alumínio foram: cooperativas/associações (58%), condomínios/clubes (20%), depósitos (13%), escolas (5%), supermercados (3%) e eventos (1%).</p>
<p><em>Pneus</em><br />
De acordo com a <em>Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos</em> (Anip), cresceu sensivelmente, em 2006, o número de pontos de coleta e destinação de pneus inservíveis (ecopontos). No período, também ganharam força as discussões sobre a questão dos pneus inservíveis e o produto adquiriu maior valorização no mercado.</p>
<p>O <em>Programa Nacional de Coleta e Destinação de Pneus Inservíveis</em> da Anip estimulou os fabricantes de pneus novos a formar, em março deste ano, uma entidade que arca com os custos de coleta e destinação de pneus no Brasil, a Reciclanip. Seu objetivo é intensificar parcerias com as prefeituras para a criação de novos ecopontos e incentivar a participação da iniciativa privada (sobretudo da rede de revendedores e reformadores), do poder público e da sociedade como um todo na coleta e destinação de pneus.</p>
<p><strong>Aço</strong><br />
O aço pode ser reciclado infinitas vezes sem que haja perda de suas principais características como dureza, resistência e versatilidade. Segundo estatísticas do Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS), a reciclagem alcançou no ano passado 8,7 milhões de toneladas, o equivalente a 28,15% da produção total de aço bruto.Tal percentual considera toda a sucata gerada no próprio processo produtivo e as aquisições de mercado interno de sucata (vale ressaltar que o consumo per capita de aço no Brasil, de 100 kg/hab/ano, se mantém igual há mais de 20 anos).</p>
<p>O <em>Sindicato do Comércio Atacadista de Sucata Ferrosa e Não Ferrosa</em> do Estado de São Paulo-SP (Sindinesfa) informa que o ferro-velho equivale a 25% dos materiais que vão aos fornos das siderúrgicas nacionais. Em 2005 e 2006, foram produzidas 6,960 milhões de toneladas de ferro beneficiado. Esta atividade de coleta, seleção, processamento e distribuição de sucata ferrosa envolve cerca de 1,725 milhão de pessoas. O setor reúne aproximadamente 2.500 empresas (a maioria de pequeno e médio portes) e as áreas de maior produção são: São Paulo (48,8%), Rio de Janeiro e Minas Gerais (ambos com 12,8%).</p>
<p>Quando o assunto é a reciclagem de latas de aço para bebidas, dados da Metalic/Reciclaço apontam que o índice alcançado em 2006 foi de 85%. No comparativo com 2005, mesmo com o aumento de 5% na quantidade coletada, o índice caiu 3 pontos percentuais devido à elevação de aproximadamente 9% nas vendas de latas de aço para bebidas. Conclusão: o mercado consumiu mais do que a capacidade de coleta dos catadores.</p>
<p><em>Catadores receberão R$ 23 milhões do BNDES</em><br />
Em outubro, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) contratou as 24 primeiras operações de apoio financeiro destinadas às cooperativas de catadores de materiais recicláveis. Os recursos, no valor de R$ 16,4 milhões, provenientes do Fundo Social do banco serão destinados a reformas de infra-estrutura física, assistência técnica e capacitação de cooperados.</p>
<p>Os projetos contratados fazem parte das 34 operações já aprovadas pelo BNDES no valor de R$ 23 milhões. Além de contribuir com as políticas públicas de inclusão social e econômica, essa linha de apoio tem forte impacto sobre o meio ambiente. Em entrevista ao Cempre Informa, Teresa Cosentino, especialista do Departamento de Operações Sociais do BNDES, fala sobre esse processo.</p>
<p>A abertura de crédito às cooperativas foi um fato inédito no BNDES?<br />
Desde sua criação, em 1997, a Área de Inclusão Social do BNDES trabalha com clientes não-tradicionais como ONGs. Esse conhecimento acumulado facilitou bastante o processo. Em todas as operações, uma equipe de no mínimo duas pessoas realiza a visita de análise e, posteriormente, a de acompanhamento. Nesse programa, todos os projetos foram visitados e os 35 técnicos envolvidos puderam avaliar as demandas de cada cooperativa e adequá-las para aumentar a chance de sucesso do empreendimento.</p>
<p><em>Quantos projetos foram enviados ao BNDES?</em><br />
Recebemos 127 cartas-consulta, das quais 67 foram julgadas elegíveis para fins de enquadramento. Foram, então, enquadrados 44 projetos e, por fim, 34 receberam aprovação. Deles, 24 já estão em fase de contratação.</p>
<p><em>Qual é a distribuição geográfica desses projetos?</em><br />
São 15 em São Paulo, 5 na Bahia, 4 em Minas Gerais, 2 no Distrito Federal, no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina e 1 em Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraná e Sergipe.</p>
<p><em>Há estimativa de quantos cooperados serão beneficiados?</em><br />
Hoje, essas cooperativas têm 2.200 cooperados. Após a implantação do projeto, a estimativa é que mais de 4.500 cooperados sejam beneficiados.</p>
<p><em>Com a linha de apoio, há previsão de aumento de renda mensal dos catadores?</em><br />
Sim. A renda média atual é de R$ 376 e, com os projetos, ela poderá a chegar a R$ 545.</p>
<p><em>Haverá lançamento de um novo edital?</em><br />
Essa linha foi lançada há um ano e revelou uma grande demanda. Agora, estamos trabalhando para tornar pública uma nova chamada ainda neste ano.</p>
<p><em>Atenção, cooperativas, o BNDES lançou novo edital!</em><br />
O prazo final para entrega do ROBI (Roteiro Básico de Informações) é 1º de fevereiro de 2008.<br />
Mais informações: www.bndes.gov.br</p>
<p>P = prensado L = limpo I = inteiro Un = unidade *preço da tonelada em real</p>
<p>Estes preços de venda dos recicláveis são praticados por programas de coleta seletiva, sendo a informação de sua inteira responsabilidade.</p>
<p><em>Atenção programas de coleta seletiva e cooperativas:</em><br />
Para providenciarmos a publicação dos preços recicláveis, solicitamos o envio de cotações até o dia 15 de cada mês ímpar do ano (janeiro, março, maio, julho, setembro, novembro)</p>
<p><strong>COMPROMISSO EMPRESARIAL PARA RECICLAGEM</strong></p>
<p>O <em>Cempre Informa</em> é uma publicação bimestral do Cempre, instituição sem fins lucrativos que visa promover a reciclagem, dentro do conceito de gerenciamento integrado de resíduos s?%B</p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save"><img src="http://ceuseterra.com/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share/Bookmark"/></a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ceuseterra.com/2008/01/15/cempre-completa-15-anos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>China vai proibir distribuição de sacolas plásticas</title>
		<link>http://ceuseterra.com/2008/01/15/china-vai-proibir-distribuicao-de-sacolas-plasticas/</link>
		<comments>http://ceuseterra.com/2008/01/15/china-vai-proibir-distribuicao-de-sacolas-plasticas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Jan 2008 00:15:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ginia Bontempo</dc:creator>
				<category><![CDATA[educação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ceuseterra.com/2008/01/15/china-vai-proibir-distribuicao-de-sacolas-plasticas/</guid>
		<description><![CDATA[09 de janeiro, 2008 &#8211; 14h38 GMT (12h38 Brasília) Marina Wentzel De Hong Kong para a BBC Brasil A distribuição de qualquer tipo de sacolas plásticas será proibida na China a partir de junho, anunciou nesta terça-feira o governo do país. A medida serve para acabar com a poluição causada pelo desperdício das sacolas. Além [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>09 de janeiro, 2008 &#8211; 14h38 GMT (12h38 Brasília)</p>
<p>Marina Wentzel<br />
De Hong Kong para a BBC Brasil</p>
<p>A distribuição de qualquer tipo de sacolas plásticas será proibida na China a partir de junho, anunciou nesta terça-feira o governo do país.</p>
<p>A medida serve para acabar com a poluição causada pelo desperdício das sacolas.</p>
<p>Além das sacolas, também ficará proibida a produção, distribuição e utilização de saquinhos de plásticos ultrafinos, com 0,025 mm de espessura, que são normalmente utilizados para embalar vegetais e frutas nos supermercados.</p>
<p>Com a decisão, o governo espera ver consumidores chineses retomarem o antigo e ecológico hábito de ir às compras com suas próprias bolsas de pano e cestos de vime.</p>
<p>&#8220;Os sacos plásticos finos se tornaram uma das principais fontes de poluição, pois arrebentam facilmente e são descartados sem cuidado&#8221;, diz um comunicado do governo.</p>
<p>A China consome cerca de 3 bilhões de sacolas plásticas por dia, informou o jornal estatal China Daily nesta quarta-feira.<span id="more-105"></span></p>
<p>Matéria prima</p>
<p>O governo chinês também espera que a nova medida ajude a economizar uma boa quantidade de petróleo, matéria prima utilizada na fabricação do plástico.</p>
<p>Segundo o jornal, a cada ano 37 milhões de barris de petróleo são refinados para a produção de embalagens plásticas no país.</p>
<p>As medidas fazem parte de uma campanha maior que inclui outras iniciativas, como a possível aplicação de tributos para desestimular a produção e venda de sacos plásticos.</p>
<p>As autoridades também pretendem estabelecer um mecanismo para monitorar a proibição da distribuição gratuita e criar incentivos para que os catadores de lixo resgatem mais sacolas plásticas para reciclagem.</p>
<p>Hong Kong</p>
<p>Em novembro do ano passado, uma rede de supermercados no território de Hong Kong fracassou ao tentar implementar voluntariamente uma restrição semelhante.</p>
<p>As lojas passaram a cobrar vinte centavos de dólares de Hong Kong (cerca de R$ 0,04) pelos sacos plásticos. Mas em poucos dias a rede teve de voltar a distribuir gratuitamente os saquinhos depois que consumidores irados acusaram o supermercado de utilizar a proteção ao meio ambiente como desculpa para embolsar mais dinheiro.</p>
<p>Atualmente o governo de Hong Kong estuda a criação de um tributo de cinqüenta centavos (R$ 0,11) sobre a unidade da sacola plástica.</p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save"><img src="http://ceuseterra.com/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share/Bookmark"/></a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ceuseterra.com/2008/01/15/china-vai-proibir-distribuicao-de-sacolas-plasticas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Austrália ratifica Protocolo de Kyoto e isola Estados Unidos</title>
		<link>http://ceuseterra.com/2007/12/14/australia-ratifica-protocolo-de-kyoto-e-isola-estados-unidos/</link>
		<comments>http://ceuseterra.com/2007/12/14/australia-ratifica-protocolo-de-kyoto-e-isola-estados-unidos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 Dec 2007 21:17:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ginia Bontempo</dc:creator>
				<category><![CDATA[notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ceuseterra.com/2007/12/14/australia-ratifica-protocolo-de-kyoto-e-isola-estados-unidos/</guid>
		<description><![CDATA[O novo primeiro-ministro australiano entregou nesta quarta-feira em Bali ao secretário-geral da ONU os documentos de ratificação por parte da Austrália do Protocolo de Kyoto, o que deixou os Estados Unidos como único país desenvolvido que não ratificou o tratado. Kevin Rudd fez a entrega oficial dos documentos a Ban Ki-moon em uma breve cerimônia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O novo primeiro-ministro australiano entregou nesta quarta-feira em Bali ao secretário-geral da ONU os documentos de ratificação por parte da Austrália do Protocolo de Kyoto, o que deixou os Estados Unidos como único país desenvolvido que não ratificou o tratado. Kevin Rudd fez a entrega oficial dos documentos a Ban Ki-moon em uma breve cerimônia celebrada antes da abertura oficial da conferência ministerial da ONU sobre mudanças climáticas.  Os ministros do Meio Ambiente de quase 130 países devem iniciar na ilha indonésia um processo de negociação que ao final resultará em um novo acordo internacional, que substitua a primeira fase do protocolo que Kyoto, que expira em 2012. &#8220;Ratificar o protocolo de Kyoto foi uma decisão de nosso governo no primeiro dia no poder e é uma grande honra apresentar os documentos oficiais de ratificação&#8221;, declarou Rudd ao apertar a mão do secretário-geral da ONU. A Austrália é responsável por menos de 2% das emissões mundiais de gases que provocam o efeito estufa. No entanto, o país é um importante exportador de carvão, uma das fontes de energia que mais contribuem para o aquecimento global. Os Estados Unidos, maior nação emissora de gases poluentes, se negam a ratificar o protocolo na administração do presidente George W. Bush.<span id="more-101"></span></p>
<p>Bali chega à fase decisiva sem atingir objetivos. A Conferência sobre Mudança Climática de Bali (Indonésia) entrou nesta quarta-feira em sua fase decisiva, com a reunião dos ministros do Meio Ambiente dos países participantes, mas provavelmente não estabelecará objetivos de redução de emissão de gases de efeito estufa, responsáveis pelo aquecimento global, lamentaram fontes oficiais e ecologistas. Em seu discurso de abertura nesta quarta-feira, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu que se atue com urgência contra a mudança climática. O objetivo da reunião ministerial é lançar um processo de negociação internacional que resulte num novo acordo para intensificar a luta contra a mudança climática a partir de 2012, data em que expira o Protocolo de Kyoto.</p>
<p>&#8220;Devemos atuar agora ante este desafio imediato&#8221;, afirmou Ban Ki-moon, pedindo também que os governos de todo o mundo cheguem a um novo acordo antes de 2009 para dar tempo suficiente para que os países possam ratificá-lo antes de 2012.</p>
<p>Mas o secretário-geral também foi realista ao falar com a imprensa: &#8220;Francamente, parece muito ambicioso esperar que as delegações cheguem a um acordo sobre os objetivos de redução de emissões de gases de efeito estufa&#8221;.</p>
<p>Estes objetivos de redução, que, segundo os especialistas são necessários para limitar o aquecimento a um máximo dois graus centígrados, são contrários aos interesses dos Estados Unidos, mas defendidos pela União Européia, que já se comprometeu unilateralmente a intensificar seus esforços nesse sentido.</p>
<p>Mas, para os ecologistas, este objetivo parece cada vez mais distante.</p>
<p>&#8220;O primeiro passo é conseguir que todos os países desenvolvidos aceitem reduções de 25-40% em 2020 em relação aos níveis de 1990. Isto tem que estar no documento documento final&#8221;, enfatizou Stephanie Tunmore, porta-voz da organização Greenpeace.</p>
<p>A Conferência de Bali organizada pela Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança Climática deve chegar a seu ponto alto na sexta-feira, quando os ministros aprensentarão o chamado &#8220;Mapa do Caminho de Bali&#8221;.</p>
<p>O destaque inicial desta quarta-feira ficou com o novo primeiro-ministro australiano, que entregou ao secretário-geral da ONU os documentos de ratificação por parte da Austrália do Protocolo de Kyoto, fazendo com que os Estados Unidos fiquem como o único país desenvolvido a não ratificar o tratado.</p>
<p>Kevin Rudd fez a entrega oficial dos documentos a Ban Ki-moon em uma breve cerimônia celebrada antes da abertura oficial da conferência.</p>
<p>&#8220;Ratificar o protocolo de Kyoto foi uma decisão de nosso governo no primeiro dia no poder e é uma grande honra apresentar os documentos oficiais de ratificação&#8221;, declarou Rudd ao apertar a mão do secretário-geral da ONU.</p>
<p>A Austrália é responsável por menos de 2% das emissões mundiais de gases que provocam o efeito estufa. No entanto, o país é um importante exportador de carvão, uma das fontes de energia que mais contribuem para o aquecimento global.</p>
<p>Os Estados Unidos, maior nação emissora de gases poluentes, se negam a ratificar o protocolo na administração do presidente George W. Bush.</p>
<p>A sessão da conferência de Bali foi marcada nesta quarta-feira por um fortalecimento das medidas de segurança em função dos atentados regitrados na véspera na Argélia.</p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save"><img src="http://ceuseterra.com/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share/Bookmark"/></a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ceuseterra.com/2007/12/14/australia-ratifica-protocolo-de-kyoto-e-isola-estados-unidos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
