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	<title>Céus &#038; Terra &#187; geral</title>
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	<description>um fórum cristão sobre fé e ecologia</description>
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		<title>Educação Ambiental, Igreja e Diversidade</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 21:26:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Lima</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A educação ambiental, sem dúvida, é uma ferramenta essencial quando se pensa em conscientizar ou sensibilizar a sociedade para uma ética que leve em consideração o meio. No entanto, muitas vezes, ela é entendida apenas como o ensino para a conservação do meio ambiente, sem contemplar a perspectiva socioambiental, na qual as relações entre a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A educação ambiental, sem dúvida, é uma ferramenta essencial quando se pensa em conscientizar ou sensibilizar a sociedade para uma ética que leve em consideração o meio. No entanto, muitas vezes, ela é entendida apenas como o ensino para a conservação do meio ambiente, sem contemplar a perspectiva socioambiental, na qual as relações entre a cultura, a sociedade e a natureza são observadas. Como igreja, temos, ainda, que incluir nesse processo educativo a promoção do reino de Deus em Cristo, onde se trabalha a fim de que <em>todo</em> o evangelho seja experimentado por <em>todas</em> as pessoas.</p>
<p>Uma das maneiras de se fazer educação ambiental na perspectiva socioambiental, em consonância com a missão integral legada por Cristo, é observar o DIÁLOGO COM A DIVERSIDADE. Nessa &#8220;diversidade&#8221; estão incluídas, essencialmente, as comunidades tradicionais (indígenas, quilombolas, pescadores, seringueiros, etc) e as pessoas com deficiência (mental, visual, auditiva, motora). Embora esse tema esteja presente nos principais tratados internacionais de educação ambiental – Agenda 21, Tratado de Educação Ambiental, Carta da Terra –, ele é ainda pouco trabalhado entre a sociedade.</p>
<p>O diálogo com a diversidade, em tal contexto, pode ser pensado como uma ação missionária, onde é necessário &#8220;encarnar-se&#8221; na cultura local, à semelhança de Jesus (Fl 2.5-8). Estabelece-se, então, uma relação de troca de experiências, em que é fundamental ouvir o grupo diferente, considerar seus saberes, suas necessidades e suas expectativas e interagir com o objetivo de promover a justiça social e a sustentabilidade ambiental.</p>
<p>Educação ambiental, igreja e diversidade não podem, portanto, ser percebidos separadamente, mas como parte de um mesmo sistema, integrado e dinâmico, de modo que um influencie o outro para a glória de Deus.</p>
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		<title>A crise ambiental, as mudanças climáticas e a mordomia</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 15:47:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Timóteo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[René Padilla Membros da Rede Miqueias, reunidos no Quênia entre os dias 13 e 18 de julho de 2009, produziram a Declaração sobre Mordomia da Criação e Mudanças Climáticas. É possível que, com o passar do tempo, esta declaração venha a ser considerada como o documento mais significativo que já surgiu de círculos evangélicos sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>René Padilla</p>
<p><img style="margin-left: 15px; margin-bottom: 5px; border: initial none initial;" src="http://www.ultimato.com.br/image/plataforma/2009/agosto/plat_19_08_meioambiente.jpg" alt="" width="145" height="190" align="right" />Membros da Rede Miqueias, reunidos no Quênia entre os dias 13 e 18 de julho de 2009, produziram a Declaração sobre Mordomia da Criação e Mudanças Climáticas. É possível que, com o passar do tempo, esta declaração venha a ser considerada como o documento mais significativo que já surgiu de círculos evangélicos sobre o tema, que até então não havia recebido a devida atenção do povo que confessa o Deus trino como o Deus da criação.</p>
<p>Redigido por uma comissão internacional que conseguiu organizar a participação dos grupos de discussão formados pelos participantes do encontro, o documento é um excelente resumo das preocupações ecológicas de uma rede plenamente comprometida com a missão integral de Deus, concebida como a proclamação e demonstração do evangelho. A esperança é que esta Declaração não apenas se constitua em uma agenda para os membros da Rede Miqueias, mas também incentive cristãos, em todo lugar, a levar a sério a crise ambiental global produzida por “ignorância, descuido, arrogância e cobiça”, a superar a tradicional dicotomia entre evangelização e responsabilidade socioecológica, e a se comprometer ativamente com a prática e a promoção do cuidado com a criação de Deus.<span id="more-339"></span></p>
<p>Formada em 1999, a Rede Miqueias cresceu até chegar a ser um movimento mundial de mais de 500 agências cristãs de serviço, desenvolvimento e justiça, igrejas e indivíduos. Conta atualmente com 300 membros ativos e 230 associados em mais de oitenta países. Seu objetivo principal é incentivar a prática daquilo que, segundo o texto do qual deriva o nome da Rede, Deus requer de todo cristão: “Praticar a justiça, amar a misericórdia e se humilhar diante de Deus” (Mq 6.8).</p>
<p><strong>• René Padilla</strong>, autor de “O Que é Missão Integral?” (Editora Ultimato, no prelo), é um dos teólogos e pensadores protestantes latino-americanos mais conhecidos em todo o mundo. Nascido no Equador e residente em Buenos Aires, Argentina, é fundador e presidente da Fundação Kairós e da Rede Miqueias.</p>
<p>DECLARAÇÃO SOBRE MORDOMIA DA CRIAÇÃO E MUDANÇAS CLIMÁTICAS<br />
17 de julho de 2009</p>
<p>Nós, membros da Rede Miqueias, vindos de 38 países dos cinco continentes, reunimo-nos em Limuru, no Quênia, de 13 a 18 de julho de 2009 para a Quarta Reunião Global Trienal. Com o tema Mordomia da Criação e Mudanças Climáticas, buscamos a sabedoria de Deus e clamamos pela orientação do Espírito Santo ao refletir sobre a crise ambiental global. Como resultado de nossas discussões, reflexões e orações, declaramos o seguinte:</p>
<p>1. Cremos em Deus &#8212; Pai, Filho e Espírito Santo em comunidade &#8212; que é o criador, sustentador e Senhor de tudo. Deus se deleita em sua criação e está comprometido com ela (Cl 1.15-16 e Rm 11.36).</p>
<p>2. No princípio, Deus estabeleceu relações justas entre todas as criaturas. Tanto as mulheres como os homens, portadores da imagem de Deus, são chamados a servir e amar o restante da criação e responsáveis por prestar contas a Deus como mordomos. Nosso cuidado com a criação é um ato de adoração e obediência ao nosso Criador (Gn 1.26-30 e 2.15).</p>
<p>3. Nem sempre fomos mordomos fiéis. Devido à nossa ignorância, negligência, arrogância e cobiça, temos causado danos à terra e rompido as relações da criação (Gênesis 3.13-24). Nosso fracasso tem causado a atual crise ambiental, que tem gerado a mudança climática e colocado em perigo os ecossistemas da Terra. Toda a criação está sujeita à inutilidade e a corrupção decorrentes de nossa desobediência (Rm 8.20).</p>
<p>4. Entretanto, Deus permanece fiel (Rm 8.21). Na encarnação, vida, morte e ressurreição de Jesus Cristo, Deus reconciliou todas as coisas consigo mesmo (Cl 1.19-20 e Fp 2.6-8). Escutamos o gemido da criação como dores de parto. Esta é a promessa de que Deus agirá, e já está agindo, para renovar todas as coisas (Rm 8.22 e Ap 21.5). Esta é a esperança que nos mantém.</p>
<p>5. Confessamos que pecamos. Não cuidamos da Terra com o amor sacrifical e abnegado de Deus. Em vez disso, exploramos, consumimos e abusamos dela para benefício próprio. Com demasiada frequência, cedemos ante a idolatria da cobiça (Cl 3.5 e Mt 6.24). Abraçamos falsas dicotomias da teologia e da prática, separando o espiritual e o material, o eterno e o temporal, o celestial e o terreno. Em todas essas coisas, não atuamos de maneira justa com nossos semelhantes nem com a criação, além de não honramos a Deus.</p>
<p>6. Reconhecemos que a industrialização, o crescente desmatamento, a intensificação da agricultura e da pecuária, além do consumo exacerbado de petróleo e derivados, prejudicaram o equilíbrio dos sistemas naturais da Terra. O rápido aumento das emissões de gases de efeito estufa está causando o aumento da temperatura média global, com impactos devastadores que já estão sendo sentidos, especialmente pelas populações mais pobres e marginalizadas. O aumento previsto de 2 graus Celsius dentro das próximas décadas alterará substancialmente a vida na Terra e acelerará a perda da biodiversidade. Intensificará o risco e a gravidade de eventos climáticos extremos, como secas, inundações e furacões, causando deslocamentos de populações e fome. Os níveis do mar continuarão se elevando, contaminando as nascentes de água e submergindo ilhas e comunidades costeiras. Provavelmente, veremos migrações massivas, o que levará a conflitos por causa da escassez de recursos. Profundas mudanças na frequência de chuvas e nevascas, como também o derretimento das geleiras, ocasionarão uma aceleração da escassez de água para milhões de pessoas.</p>
<p>7. Arrependemo-nos de nossa teologia egocêntrica da criação e de nossa cumplicidade com as relações econômicas injustas a nível local e global. Arrependemo-nos daqueles aspectos de nosso estilo de vida pessoal e social que deterioram a criação e de nossa falta de ação política. Devemos mudar radicalmente nossa vida em resposta à indignação e à tristeza de Deus pela agonia de sua criação.</p>
<p>8. Comprometemo-nos, diante de Deus, e chamamos a toda a família de fé para dar testemunho da intenção redentora de Deus para toda a sua criação. Buscaremos formas apropriadas de restaurar e construir relações justas entre os seres humanos e com o restante da criação. Esforçaremo-nos para viver de forma responsável, negando o consumismo e a exploração que resulta disto (Mt 6.24). Ensinaremos e serviremos de modelo de mordomia da criação como parte da missão integral. Intercederemos diante de Deus pelos que mais sofrem os efeitos da degradação ambiental e das mudanças climáticas e atuaremos com justiça e misericórdia entre eles, por eles e com eles (Mq 6.8).</p>
<p>9. Unimos nossa voz à de toda a sociedade para demandar que os líderes locais, nacionais e globais cumpram com a responsabilidade que têm de enfrentar a crise das mudanças climáticas e da degradação ambiental mediante os mecanismos e convenções acordados no nível intergovernamental, e assegurar os recursos necessários para garantir um desenvolvimento sustentável. Suas reuniões, como parte do processo de Convênio Básico das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, devem produzir acordos justos, compreensivos e adequados. Os líderes devem apoiar os esforços das comunidades locais para se adaptarem às mudanças climáticas e devem atuar para proteger a vida e o sustento das pessoas mais vulneráveis ao impacto da degradação ambiental e das mudanças climáticas. Reconhecemos que entre os mais afetados estão as mulheres e meninas. Fazemos um chamado aos líderes para intervirem no desenvolvimento de novas tecnologias e fontes de energia limpa e sustentável e a apoiar adequadamente para que os pobres, vulneráveis e marginalizados façam uso efetivo delas.</p>
<p>10. Já não há mais tempo para postergações ou indiferença. Trabalharemos com paixão, persistência, oração e criatividade para proteger a integridade de toda a criação e deixar um ambiente e um clima seguros para nossos filhos e para os filhos de seus filhos.</p>
<p>Os que têm ouvido para ouvir, que ouçam (Marcos 4.23).</p>
<p>do Ultimato, 19 de agosto, 2009<br />
<a href="http://www.ultimato.com.br/?pg=show_conteudo&amp;util=1&amp;categoria=5&amp;registro=1109">http://www.ultimato.com.br/?pg=show_conteudo&amp;util=1&amp;categoria=5&amp;registro=1109</a></p>
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		<title>5 de junho: Dia do Meio Ambiente</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 12:07:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Timóteo</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>clique na imagem para ampliar<br />
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		<title>Por conta da poluição a visibilidade no céu se torna cada vez mais difícil</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Mar 2009 16:51:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Lima</dc:creator>
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		<description><![CDATA[http://www.envolverde.ig.com.br Por Redação da agência Fapesp &#8211; 13/03/2009 Estudo publicado na Science indica que a visibilidade no céu sobre a superfície terrestre tem caído desde 1973, por conta do aumento de partículas derivadas da poluição. Céu azul? Nem tanto. Pelo menos não como costumava ser há apenas três décadas, segundo pesquisa publicada nesta sexta-feira (13/3) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>http://www.envolverde.ig.com.br</p>
<p>Por Redação da agência Fapesp &#8211; 13/03/2009</p>
<p>Estudo publicado na Science indica que a visibilidade no céu sobre a superfície terrestre tem caído desde 1973, por conta do aumento de partículas derivadas da poluição. Céu azul? Nem tanto. Pelo menos não como costumava ser há apenas três décadas, segundo pesquisa publicada nesta sexta-feira (13/3) pela revista Science. O estudo, feito por pesquisadores das universidades de Maryland e do Texas, nos Estados Unidos, analisou dados de concentrações de aerossóis desde 1973 e apontou que a visibilidade sobre os continentes tem caído seguidamente.</p>
<p>Aerossóis são partículas sólidas ou líquidas em suspensão na atmosfera, que podem ser, por exemplo, fuligem, poeira e partículas de dióxido de enxofre. Ou seja, poluição, principalmente derivada da queima de combustíveis fósseis. Segundo o estudo, está justamente na poluição promovida pelo homem o maior motivo para que o céu sobre a superfície terrestre não esteja tão visível hoje como há 36 anos.<br />
Kaicun Wang, da Universidade de Maryland, e colegas analisaram as concentrações de aerossóis e a profundidade óptica, isto é, a visibilidade em céu aberto. Os pesquisadores verificaram que em todos os continentes a visibilidade piorou, com exceção da Europa, onde a situação está melhor do que em 1973, sinal de que as medidas antipoluição têm surtido efeito no continente.</p>
<p>Os dados foram obtidos de 3.250 estações meteorológicas em todo o mundo, compiladas pelo Centro Nacional de Dados Climáticos dos Estados Unidos. Também foram usados registros feitos por satélites. Visibilidade foi considerada a distância que um observador consegue ver com clareza a partir de um determinado ponto – quanto mais aerossóis estão presentes no ar, menor a distância vista. Em 58% das estações, a queda na visibilidade foi pelo menos cinco vezes maior do que na média mundial. Segundo os autores do estudo, o cenário mais grave está na Ásia, onde a visibilidade caiu principalmente na última década.</p>
<p>“É a primeira vez que conseguimos informações globais de longo prazo a respeito de aerossóis sobre a superfície terrestre, que se somam aos dados já existentes sobre os oceanos. A base que reunimos se configura em um importante passo à frente na pesquisa sobre mudanças de longo prazo na poluição do ar e na correlação desse fator com as mudanças climáticas”, disse Wang.</p>
<p>Aerossóis afetam a temperatura superficial da Terra ao refletir a luz solar de volta ao espaço – reduzindo a radiação na superfície – ou ao absorver a radiação, aquecendo a atmosfera. Os efeitos de esfriamento e aquecimento promovidos pelas partículas suspensas modificam as formações de nuvens e de chuvas.<br />
Diferentemente dos aerossóis, o dióxido de carbono e outros gases, apesar de causadores do efeito estufa, são transparentes e não afetam a visibilidade.</p>
<p>O artigo &#8220;Clear sky visibility has decreased over land globally from 1973 to 2007&#8243;, de Kaicun Wang e outros, pode ser lido por assinantes da Science em http://www.sciencemag.org.</p>
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		<title>Nova página de oração!</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Dec 2008 20:24:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Timóteo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Veja a nova página de oração do site, em parceria com Climate Stewards que lança o mês de dezembro com sugestões de oração para este mês. Pode acessar clicando na aba &#8220;Oração&#8221; acima ou clicando AQUI]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Veja a nova página de oração do site, em parceria com Climate Stewards que lança o mês de dezembro com sugestões de oração para este mês.</p>
<p>Pode acessar clicando na aba &#8220;Oração&#8221; acima ou clicando <a href="http://ceuseterra.com/oracao/" target="_blank">AQUI</a></p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save"><img src="http://ceuseterra.com/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share/Bookmark"/></a> </p>]]></content:encoded>
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		<title>Menos é mais: grupos anti-consumismo ganham espaço com a internet</title>
		<link>http://ceuseterra.com/2008/08/20/menos-e-mais-grupos-anti-consumismo-ganham-espaco-com-a-internet/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 14:21:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Timóteo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[comércio]]></category>
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		<description><![CDATA[por Andrea Vialli, Seção: Cenários e tendências, Comportamento, Consumo 01:47:38, publicado 05.08.2008 no Blog no Estadão Para eles, menos é mais. Para além do &#8216;consumo verde&#8217; (assunto do post anterior), cresce a força de grupos sociais que estão simplesmente reduzindo o ritmo das compras. Na esteira de movimentos ambientalistas, anti-globalização e pró-direitos dos animais, entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>por <strong>Andrea Vialli</strong>, Seção: <strong><a title="Visualizar categoria" href="http://blog.estadao.com.br/blog/vialli?cat=536">Cenários e tendências</a>, <strong><a title="Visualizar categoria" href="http://blog.estadao.com.br/blog/vialli?cat=651">Comportamento</a></strong>, <a title="Visualizar categoria" href="http://blog.estadao.com.br/blog/vialli?cat=652">Consumo</a></strong> 01:47:38, publicado 05.08.2008 no <a href="http://blog.estadao.com.br/blog/vialli/?cat=536" target="_blank">Blog no Estadão</a></p>
<p>Para eles, menos é mais. Para além do &#8216;consumo verde&#8217; (assunto do post anterior), cresce a força de grupos sociais que estão simplesmente reduzindo o ritmo das compras. Na esteira de movimentos ambientalistas, anti-globalização e pró-direitos dos animais, entre outros, os grupos anti-consumismo ganham força a partir do fortalecimento das ONGs e da profusão das redes sociais na internet.</p>
<p>Um exemplo interessante é o grupo canadense <a href="http://www.adbusters.org/">Adbusters</a> (literalmente caçadores de anúncios), fundado em 1989. O grupo, que hoje mantém um website e edita uma revista com tiragem de 120 mil exemplares, ficou conhecido por parodiar anúncios publicitários com uma mensagem anti-consumismo. Em 1992, idealizou o Buy Nothing Day (Dia sem Compras), onde as pessoas são convidadas a passar ao menos um dia sem comprar nada &#8211; a idéia é promover uma reflexão sobre o peso que o consumo tem no estilo de vida contemporâneo.<span id="more-167"></span></p>
<p>Nos anos 90, o movimento Downshifting, também conhecido como Simplicidade Voluntária passou a ganhar adeptos a partir dos livros de autores como Duane Elgin e Vicki Robin. A idéia principal é assumir um estilo de vida propositalmente mais despojado, com menos coisas e com um retorno à vida em comunidade. &#8220;Não é para deixar de comprar. E sim deixar de buscar a felicidade nas compras&#8221;, diz Vicki. A idéia já tem adeptos no Brasil, com uma profusão de sites sobre o tema.</p>
<p>A radicalização do conceito levou gente como o americano Colin Beavan a abrir mão dos confortos do cotidiano em troca de ser um &#8216;homem sem impacto&#8217;. Em seu blog, <a href="http://noimpactman.typepad.com/">No Impact Man</a>, ele conta tudo sobre as dificuldades enfrentadas por ele e sua família ao tentar levar a vida sem plástico, papel higiênico e cortando pela metade o consumo de energia. Vai virar livro e filme.</p>
<p>Há ainda os curiosos freegans, que se auto-intitulam os &#8216;anarquistas verdes&#8217;. A idéia aqui é levar uma vida &#8216;free&#8217;, em todos os aspectos: tudo o que &#8216;consomem&#8217; deve ser de graça. Móveis e outros utensílios podem ser conseguidos a partir do descarte alheio ou de endereços com o <a href="http://www.freecycle.org/">www.freecycle.org </a>- onde itens são ofertados de graça. Até sua alimentação um autêntico freegan consegue assim, nem que seja revirando a lata de lixo das casas mais abastadas&#8230;</p>
<p><strong>Crise</strong><br />
&#8220;À medida que ficam mais claras as relações entre o ato de consumir e a sustentabilidade do planeta, as pessoas tendem a rever seus conceitos. Mas é um processo lento, de educação&#8221;, diz Hélio Mattar, que no Brasil dirige o <a href="http://www.akatu.org.br/">Instituto Akatu</a>, ONG que dissemina o conceito do consumo consciente.</p>
<p>E não vão faltar argumentos. &#8220;A capacidade de reposição do planeta é simplesmente insuficiente para satisfazer, de uma forma sustentável, as ambições da China, Índia, Japão, Europa e Estados Unidos, bem como as aspirações do restante do mundo&#8221;. O veredicto, dado pelo relatório &#8220;O Estado do Mundo&#8221; (The State of the World) da ONG Wordwatch Institute, serve para ilustrar as implicações do consumo excessivo para o futuro da humanidade &#8211; se sistemas menos impactantes ao ambiente e às pessoas não se difundirem nos próximos anos.</p>
<p>Só os EUA são responsáveis por 25% do consumo de energia elétrica no mundo e por 30% do lixo gerado. Isso com cerca de 5% da população da Terra. O tema é explicado de forma didática e até bem-humorada (sim, é preciso) nesse <a href="http://video.google.com/videoplay?docid=115030164563086975">vídeo </a>da Tides Foundation, dos EUA. Partindo de um objeto de desejo atual, o iPod, a apresentadora Annie Leonard mostra o lado absurdo do modelo atual de produção e consumo de massa, que ganhou força nos pós-Guerra.</p>
<p><strong>Boicotes</strong><br />
Com a internet, os grupos se tornam redes e os movimentos ganham mais dimensão, a ponto de se pressionar as corporações. Um outro link interessante é a lista de empresas &#8216;boicotáveis&#8217; do site <a href="http://www.ethicalconsumer.org/Boycotts.aspx">Ethical Consumer</a>, do Reino Unido. Com base em reportagens da própria revista, foi feito um levantamento das fragilidades das grandes empresas. Aí estão até mesmo ícones como a marca de cosméticos The Body Shop. Após sua venda para a gigante L&#8217;Oreal, a The Body Shop não estaria mantendo seus antigos pilares, como a não-aplicação de testes em animais e seus programas de comércio justo com comunidades pobres da África. Coca-Cola, Toyota, Procter&amp;Gamble e mesmo a China também figuram no ranking entre os dignos de boicote.</p>
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		<title>Associe-se à Rocha Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 13:53:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Timóteo</dc:creator>
				<category><![CDATA[geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Vale a pena se associar com a Rocha Brasil, organização cristã de proteção ao meio-ambiente. Para conhecê-los melhor, veja o seu site AQUI. Veja o formulário AQUI e a cartilha neste site na página de &#8220;Educação&#8221; acima ou AQUI]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vale a pena se associar com a Rocha Brasil, organização cristã de proteção ao meio-ambiente. Para conhecê-los melhor, veja o seu site <a href="http://pt.arocha.org/brasil/index.html" target="_blank">AQUI</a>. Veja o formulário <a href="http://ceuseterra.com/wp-content/uploads/2008/06/form_assoc_a-rocha.doc" target="_blank">AQUI</a> e a cartilha neste site na página de &#8220;Educação&#8221; acima ou <a href="http://ceuseterra.com/wp-content/uploads/2008/03/educacao-ambiental.pdf" target="_blank">AQUI</a></p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save"><img src="http://ceuseterra.com/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share/Bookmark"/></a> </p>]]></content:encoded>
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		<title>DIA DO MEIO AMBIENTE &#124; Que caminho você quer escolher para seu futuro?</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jun 2008 11:46:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Timóteo</dc:creator>
				<category><![CDATA[educação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Do Boticário&#8230; Acesse o link se você não conseguir visualizar esta mensagem. Saiba mais. Acesse o sítio da Fundação O Boticário de Proteção à Natureza.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Do Boticário&#8230;<br />
<html><br />
<head><br />
<meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=windows-1252"></p>
<style>
<!--
.texto       { font-family: Verdana; font-size: 10pt; text-align: center; color: #808000 }
-->
</style>
<p></head></p>
<p><body style='margin: 0px;padding: 0px;'></p>
<div style='clear: both; margin-bottom: 2px; font-size: 10px; font-family: verdana;' align=center>Acesse o <a href='http://md.zartana.com/dmm/ph/I9864oabf88s' target=_blank>link</a> se você não conseguir visualizar esta mensagem.</div>
<p><img src='http://c.zartana.com/v/I9864oabf88s' width=1 height=1></p>
<div align="center">
<table border="0" cellpadding="0" id="table1" style="border-collapse: collapse" width="488">
<tr>
<td>
			<a href="http://c.zartana.com/c/I9864oabf88sR__"><img src="http://internet.boticario.com.br/Internet/staticFiles/Fundacao/EMKT_diversos/dia_meio_ambiente.jpg"></a></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="texto"></p>
<p>			<span style="font-size: 8pt"><font color="#003300">Saiba mais.<br />
			Acesse o <a href="http://c.zartana.com/c/I9864oabf88so__">sítio</a> da <br />
			Fundação O Boticário de Proteção à Natureza. </font><br />
			</span> </p>
</td>
</tr>
</table>
</div>
<div style='clear: both; font-size: 10px; font-family: verdana;' align=center><a href='http://md.zartana.com/dmm/u/I9864oabf88s' target=_blank> </a></div>
<div style='clear: both; font-size: 10px; font-family: verdana;' align=center><a href='http://md.zartana.com/dmm/x/I9864oabf88s' target=_blank> </a></div>
<p></body></p>
<p></html></p>
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		<title>Mudanças climáticas: muita preocupação e poucas atitudes</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Oct 2007 23:20:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ginia Bontempo</dc:creator>
				<category><![CDATA[geral]]></category>

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		<description><![CDATA[04 de Setembro de 2007 (Fonte: Instituto Akatu) Os brasileiros e os habitantes da China, da França, da Alemanha, de Hong Kong, da Índia, do México, da Inglaterra e dos Estados Unidos admitem que se preocupam com as mudanças climáticas, mas mais da metade deles assume não fazer nenhum esforço significativo para mudar o estilo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>04 de Setembro de 2007       (Fonte: Instituto Akatu)</p>
<p>Os brasileiros e os habitantes da China, da França, da Alemanha, de Hong Kong, da Índia, do México, da Inglaterra e dos Estados Unidos admitem que se preocupam com as mudanças climáticas, mas mais da metade deles assume não fazer nenhum esforço significativo para mudar o estilo de vida e ajudar a evitar as catástrofes decorrentes do fenômeno de aquecimento da Terra.</p>
<p>Esses são dados da mais recente pesquisa mundial de percepção do aquecimento global e engajamento feita pelo banco HSBC, que ouviu 9.000 pessoas nos nove países, cujos habitantes somam metade da população do planeta.</p>
<p>Entre os brasileiros, 58% elegem as alterações no clima como sua maior preocupação atual no âmbito mundial, no entanto, só 47% (menos da metade) dizem fazer alguma coisa relevante para reduzir os impactos negativos de seu consumo. Esse é o pico do engajamento, mesmo percentual registrado entre os indianos.</p>
<p>Na China, 44% disseram se comprometer pessoalmente, 43% no México, 37% em Hong Kong, 30% na França, 25% na Alemanha, 23% nos EUA até chegar a 19% no Reino Unido, o índice mais baixo.<br />
Entre os que pouco ou nada fazem, no geral, 7% dos entrevistados afirmaram “eu sei o que posso fazer, mas não fiz nada até agora”; 9% disseram “eu não sei o que posso fazer para reduzir as mudanças climáticas”; 41% responderam “eu faço o que eu posso” e 42% disseram “eu faço algumas coisas, mas poderia fazer mais”.</p>
<p>Apenas no Brasil, na China, em Hong Kong e no México, as mudanças climáticas figuram como principal preocupação dos entrevistados. Nos demais países, o aquecimento global perde quando comparado com terrorismo, futuro das crianças, pobreza global, planejamento da aposentadoria, sistemas de saúde, epidemias e desastres naturais. O terrorismo preocupa mais os britânicos, norte-americanos, indianos e alemães. Entre os franceses, desponta o futuro das crianças.<span id="more-74"></span></p>
<p>Os franceses são também os mais céticos. Apenas 5% deles acreditam ser possível parar o processo das alterações climáticas e só 7% acham que as pessoas e organizações que podem fazer algo estão tomando as providências necessárias. Nesse quesito, os chineses são os mais otimistas, 46% dos entrevistados disseram acreditar que vem sendo feito o que é possível e necessário.</p>
<p>Não há país, no entanto, onde mais de metade da população tenha esperança de que se venha a deter as mudanças climáticas. O maior percentual é na Índia, onde 45% responderam acreditar que isso possa acontecer. No Brasil, só 26% acreditam (um a cada quatro entrevistados). E apenas 14% dos brasileiros concordam que as pessoas e instituições que deveriam fazer algo estão fazendo o que é necessário.</p>
<p>Preocupação: Minha maior preocupação hoje são as mudanças climáticas e como atuamos para resolver.<br />
Confiança: Pessoas e organizações que podem fazer algo estão fazendo o possível.<br />
Comprometimento: Eu pessoalmente faço algo no meu estilo de vida para reduzir as mudanças do clima.<br />
Otimismo: Acredito que vamos deter as mudanças climáticas.<br />
Fonte: <a href="http://www.hsbc.com/1/PA_1_1_S5/content/assets/newsroom/hsbc_ccindex_p8.pdf" target="_blank">http://www.hsbc.com/1/PA_1_1_S5/content/assets/newsroom/hsbc_ccindex_p8.pdf</a></p>
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		<title>O (não) consumo verde</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Oct 2007 23:17:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ginia Bontempo</dc:creator>
				<category><![CDATA[geral]]></category>

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		<description><![CDATA[04 de Setembro de 2007 (Fonte: Instituto Akatu, Publicado no site Mercado Ético em 20/07/07) por Vicki Robin Você planta árvores, divide o carro com outros e recicla? Você pré-cicla, comprando produtos sem embalagens plásticas ou de papelão que você teria que jogar fora? Você “pesquisa para um mundo melhor”, comprando produtos de empresas socialmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>04 de Setembro de 2007 (Fonte: Instituto Akatu, Publicado no site Mercado Ético em 20/07/07)</p>
<p>por Vicki Robin</p>
<p>Você planta árvores, divide o carro com outros e recicla?</p>
<p>Você pré-cicla, comprando produtos sem embalagens plásticas ou de papelão que você teria que jogar fora?</p>
<p>Você “pesquisa para um mundo melhor”, comprando produtos de empresas socialmente responsáveis?<br />
Parabéns! Você é um consumidor verde – mas todas essas práticas não são mais o suficiente. Consumir de maneira “verde” é, ainda assim, consumir. Encontrar maneiras de não consumir agora constitui a linha de frente da revolução ambiental. Verde, que antes era o sinal de SIGA (“go green”), é agora o sinal de PARE.</p>
<p>Hoje, todos sabemos que devemos “salvar o planeta”. O consumo exacerbado da América do Norte está relacionado com quase todos os problemas ambientais e sociais que nós hoje enfrentamos, da extinção de espécies aos buracos de ozônio e a perda do senso de comunidade. Devemos parar de poluir, parar de devastar florestas, parar com a queima desnecessária de combustíveis fósseis. Isso significa que devemos parar de consumir como uma forma de preencher o tempo, satisfazer nossas necessidades afetivas e por admiração, e devemos manter nossas relações com outras pessoas.<span id="more-73"></span></p>
<p>Onde está uma solução com a qual consigamos conviver? Devemos agora apertar o cinto? Ficar sem? Dar um jeito? Nos despedir de nossos confortos? Não. Existe uma solução mais suave e amistosa para o nosso abuso dos recursos da terra, e para a nossa busca interminável por pastagens mais verdes. É saber quando o basta, basta.</p>
<p>E se, a cada ato de compra, nos perguntássemos &#8220;Será que este produto vai me trazer satisfação proporcional à quantidade de energia da minha vida que estou gastando para obtê-lo?&#8221; Se você ganha $10/hora, uma blusa de seda pode custar um dia da sua vida. Talvez valha a pena se você usa bastante a blusa, até ela acabar. Mas se ela fica pendurada no seu guarda-roupa, é muito delicada para se usar, o quociente de satisfação é bastante baixo. Examine suas possessões atuais. Quantas passam o teste de satisfação? Nossas garagens, guarda-roupas, sótãos e porões estão cheios de itens sem uso, ou pouco usados, que não nos dão nenhum prazer, e de fato nos custa dinheiro para armazenar e segurar. Todas essas coisas representam horas desperdiçadas de nossas vidas e recursos globais jogados fora. Cada dólar desperdiçado representa meio litro de petróleo desnecessariamente extraído e queimado – ou seja, a energia consumida em transformar um pedaço do planeta num pedaço de porcaria do seu porão. Faça uma venda. Compartilhe a riqueza. Reduza àquilo que lhe traz satisfação, e nada mais. Logo você vai atingir o ponto mágico do “bastante”.</p>
<p>Por que é que apertar o cinto é uma vitória para os que fazem regime e um anátema para os consumidores? Por que cultuamos corpos esbeltos e carteiras gordas? Por que nós nos expressamos através daquilo que compramos e que possuímos, ao invés do que somos e o que temos a oferecer? Talvez, se conseguíssemos reduzir nosso consume ao que nos é realmente útil – o que é suficiente, mas não mais do que isso &#8211; não nos sentiríamos privados, e sim em boa forma física.</p>
<p>O que vai custar aos Estados Unidos liderar o caminho para um futuro sustentável? Custará trazer a tona discussões sobre o dinheiro e consumo. Custará entrar em diálogos e debates ativos sobre o que é suficiente. Custará desbancar mitos consagrados como “quanto mais, melhor” e “quanto mais alto o padrão de vida, maior é a qualidade de vida”. Quando você se tornar mais um produtor de felicidade e menos um consumidor de coisas, melhor para todos nós. Esse é o tom mais profundo do não-consumo verde.</p>
<p>* Vicki Robin é uma das fundadoras do movimento Simplicidade Volutária e autora do livro “Seu dinheiro ou sua vida”. No dia 24 de outubro ela estará em São Paulo, fazendo uma palestra, em evento promovido pelo Instituto Akatu em parceria com o  Mercado Ético e o Núcleo de Estudos do Futuro, no período da manhã, no auditório da Livraria Cultura do Conjunto Nacional. Em breve, você poderá se inscrever no site do Akatu <a href="(www.akatu.org.br" target="_blank">(www.akatu.org.br</a>)</p>
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