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	<title>Céus &#038; Terra &#187; conferências</title>
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	<description>um fórum cristão sobre fé e ecologia</description>
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		<title>Revista Ultimato e a Conferência do Clima, em Copenhague</title>
		<link>http://ceuseterra.com/2009/12/09/revista-ultimato-e-a-conferencia-do-clima-em-copenhague/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 21:59:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Timóteo</dc:creator>
				<category><![CDATA[aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[conferências]]></category>

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		<description><![CDATA[Veja AQUI]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Veja <a href="http://www.ultimato.com.br/?pg=show_conteudo&amp;util=1&amp;categoria=1&amp;registro=1190">AQUI</a></p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save"><img src="http://ceuseterra.com/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share/Bookmark"/></a> </p>]]></content:encoded>
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		<title>Conseqüências das mudanças globais para a América do Sul</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Oct 2007 16:50:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ginia Bontempo</dc:creator>
				<category><![CDATA[conferências]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Livro contém análises e conclusões de encontro de 600 especialistas Foi lançada em agosto a versão digital do livro &#8220;A Contribution to Understanding the Regional Impacts of Global Change in South America&#8221;, que reúne os trabalhos apresentados na II Conferência Regional sobre Mudanças Globais: América do Sul, evento realizado pelo IEA em novembro de 2005 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Livro contém análises e conclusões de encontro de 600 especialistas</p>
<p>Foi lançada em agosto a versão digital do livro &#8220;A Contribution to Understanding the Regional Impacts of Global Change in South America&#8221;, que reúne os trabalhos apresentados na II Conferência Regional sobre Mudanças Globais: América do Sul, evento realizado pelo IEA em novembro de 2005 com a participação de cerca de 600 especialistas. O volume é organizado pelos professores Pedro Leite da Silva Dias (IEA, IAG/USP e Procam/USP), Wagner Costa Ribeiro (Procam/USP e FFLCH/USP) e Lucí Hidalgo Nunes  (IG/Unicamp), tem 418 páginas e está disponível gratuitamente em <a href="ww.iea.usp.br/iea/artigos/globalchangeinsouthamerica.pdf" target="_blank">ww.iea.usp.br/iea/artigos/globalchangeinsouthamerica.pdf</a> .</p>
<p>O livro faz parte do trabalho de refexão sobre as mudanças globais empreendido pelo IEA, em parceria com diversas instituições, desde o final dos anos 80. O trabalho terá continuidade com a <a href="http://www.iea.usp.br/iea/mudancasglobais.html" target="_blank">III Conferência Regional sobre Mudanças Globais</a>: América do Sul , de 4 a 8 de novembro.<span id="more-77"></span></p>
<p><span style="font-weight: bold">CONTEXTO</span></p>
<p>As mudanças globais ganharam importância no final do século 20 e passaram a ser alvo da política externa de países e pauta de reuniões diplomáticas com o objetivo de controlar o aquecimento do planeta. Apesar das dificuldades políticas, o Protocolo de Kyoto foi implementado antes da data prevista.</p>
<p>A ordem ambiental internacional, com todas as fragilidades que se possam apontar, começa a dar sinais de aplicação prática. &#8220;Talvez isso ocorra porque os impactos associados ao aquecimento global já podem ser observados; e eles passarão a ocorrer com maior freqüência no futuro, mas de forma diferenciada pelo planeta&#8221;, destacam os organizadores do livro.</p>
<p>Países do Hemisfério Sul poderão sofrer mudanças significativas na oferta de chuva, por exemplo, que pode afetar as cadeias produtivas de alimentos: &#8220;Isso certamente gerará novos fluxos de migrantes do campo à cidade, agravando ainda mais o desigual quadro social das metrópoles da América do Sul&#8221;.</p>
<p>Além disso, &#8220;parte expressiva da população que mora junto à costa terá que conviver com a elevação do nível do mar e as parcelas que vivem junto à Cordilheira dos Andes poderão encontrar dificuldades para conseguir água, cuja principal fonte é o degelo lento de geleiras&#8221;.</p>
<p>Um aspecto agravante desse quadro é fato de ainda não existir uma ampla percepção das mudanças globais e suas conseqüências pela grande maioria da população. Para muita gente, elas parecem algo distante, que ocorrerá daqui a 100 anos ou mais.</p>
<p>O livro lançado pelo IEA visa subsidiar o debate sobre essas questões por parte de cientistas, empresários e profissionais de áreas relacionadas, bem como por outros setores determinantes para a discussão pública dessas questões e adoção de políticas públicas pertinentes, como legisladores, jornalistas e representantes de organizações governamentais e não-governamentais.</p>
<p><span style="font-weight: bold">CONTEÚDO</span></p>
<p>O livro é dividido em duas partes: &#8220;Modelagem e Mudança Climática Regional em Ecossistemas Terrestres e Aquáticos&#8221; e &#8220;Impactos Sociais das Mudanças Climáticas Regionais&#8221;.</p>
<p>Na primeira parte o leitor encontrará textos que abordam algumas conseqüências das mudanças globais que já podem ser aferidas na Amazônia, na Patagônia e no cerrado. Além disso, conhecerá modelos utilizados pelos pesquisadores para medir alterações e projetar cenários futuros decorrentes das mudanças regionais resultantes do aquecimento global. Nessa parte também estão incluídos os artigos sobre possíveis impactos na agricultura.</p>
<p>Na segunda parte estão os trabalhos que analisam: os impactos na saúde humana, no abastecimento hídrico em cidades e para a geração de energia; as relações internacionais na perspectiva de um regime internacional sobre mudanças climáticas; a percepção da sociedade sobre as mudanças globais; a vulnerabilidade e o risco em áreas urbanas; e as dimensões econômicas, inclusive oportunidades geradas pelo Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) do Protocolo de Kyoto.</p>
<p>Ao final, encontram-se as conclusões e recomendações do evento que originou o livro, entre as quais destacam-se a incerteza em relação às conseqüências das mudanças globais, a necessidade da realização de mais pesquisas e, principalmente, estimulo ao debate junto à sociedade para que as alterações possam ser comprendidas e assimiladas sem maiores transtornos sociais.</p>
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		<title>Sete anos para zerar desmatamento na Amazônia: ONGs brasileiras mostram como</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Oct 2007 17:53:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jose Andrez</dc:creator>
				<category><![CDATA[conferências]]></category>

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		<description><![CDATA[Pacto Nacional lançado, no último dia 03/10, em Brasília por nove ONGs, entre elas o Greenpeace, prevê metas anuais e compensação financeira para quem conservar a floresta. O Pacto Nacional pela Valorização da Floresta e pelo Fim do Desmatamento na Amazônia. A proposta da sociedade civil é uma iniciativa inédita para estabelecer um amplo compromisso entre vários setores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pacto Nacional lançado, no último dia 03/10, em Brasília por nove ONGs, entre elas o Greenpeace, prevê metas anuais e compensação financeira para quem conservar a floresta.</p>
<p>O Pacto Nacional pela Valorização da Floresta e pelo Fim do Desmatamento na Amazônia. A proposta da sociedade civil é uma iniciativa inédita para estabelecer um amplo compromisso entre vários setores do governo brasileiro e da sociedade sobre medidas necessárias e urgentes para assegurar a conservação da floresta amazônica, devido à sua crucial importância para se manter o equilíbrio climático, conservação da biodiversidade e preservação do modo de vida de milhões de pessoas que dependem da floresta para sobreviver.</p>
<p><span id="more-56"></span></p>
<p>As ONGs participantes são: <a href="http://www.greenpeace.org/brasil/amazonia/noticias/www.socioambiental.org" style="font-weight: bold">Instituto Socioambiental</a>, <a href="http://www.greenpeace.org/brasil/amazonia/noticias/www.greenpeace.org.br" style="font-weight: bold">Greenpeace</a>, <a href="http://www.greenpeace.org/brasil/amazonia/noticias/www.icv.org.br" style="font-weight: bold">Instituto Centro de Vida</a>, <a href="http://www.greenpeace.org/brasil/amazonia/noticias/www.ipam.org.br" style="font-weight: bold">Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia</a>, <a href="http://www.greenpeace.org/brasil/amazonia/noticias/www.tnc.org.br" style="font-weight: bold">The Nature Conservancy</a>, <a href="http://www.greenpeace.org/brasil/amazonia/noticias/www.conservation.org.br" style="font-weight: bold">Conservação Internacional</a>, <a href="http://www.greenpeace.org/brasil/amazonia/noticias/www.amazonia.org.br" style="font-weight: bold">Amigos da Terra-Amazônia Brasileira</a>, <a href="http://www.greenpeace.org/brasil/amazonia/noticias/www.imazon.org.br" style="font-weight: bold">Imazon</a>, e <a href="http://www.greenpeace.org/brasil/amazonia/noticias/www.wwf.org.br" style="font-weight: bold">WWF-Brasil</a>.</p>
<p>O Pacto Nacional propõe a redução do desmatamento na Amazônia a zero até 2015, adotando-se um sistema de metas anuais. Estima-se que sejam necessários investimentos da ordem de R$ 1 bilhão por ano, de fontes nacionais e internacionais, para se compensar financeiramente aqueles que promoverem efetiva redução do desmatamento na Amazônia e também para se pagar serviços ambientais prestados pela floresta.</p>
<p>A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva; o presidente do BNDES, Luciano Coutinho; e os governadores Blairo Maggi (Mato Grosso) e Waldez Góes (Amapá), entre outras autoridades, participaram do evento.</p>
<p>“Isso é apenas o começo, mas é um bom começo, e algo interessante. Estamos construindo um plano nacional com responsabilidades comuns porém diferenciadas”, afirmou a ministra Marina Silva. “É um movimento legítimo, importante para ajudar os governos federal e estaduais e outros setores para cumprir um desejo da sociedade.”</p>
<p>“Estamos presentes para apoiar com firmeza o programa que viabilize o fim do desmatamento na Amazônia, com o desenvolvimento de fundos que possam contribuir de forma importante para o desenvolvimento de atividades que mantenham a floresta em pé”, afirmou o economista Luciano Coutinho, do BNDES.</p>
<p>De acordo com a proposta, os incentivos econômicos serão direcionados para reforçar a governança da floresta (monitoramento, controle e inspeção; promoção de licenças rurais e ambientais para propriedades rurais; criação e implementação de áreas protegidas e terras indígenas), otimizar o uso das áreas já desmatadas e compensação financeiras para atores sociais responsáveis pela conservação da floresta (povos indígenas, comunidades locais, populações tradicionais e produtores rurais).</p>
<p>De acordo com as ONGs, &#8220;um dos principais desafios a ser enfrentado é garantir políticas públicas que incorporem o fim do desmatamento dentro de um programa social, ambiental e econômico. É necessário ir além dos instrumentos de controle e de ordenamento, promovendo a revisão e a reorientação dos incentivos financeiros que historicamente são canalizados para práticas predadoras.</p>
<p>Até 2006, aproximadamente 17% da floresta amazônica foi destruída. As altas taxas de desmatamento estão provocando uma redução acelerada da biodiversidade local, o que afeta diretamente a vida de milhões de pessoas que dependem da floresta para sobreviver. O desmatamento é também uma fonte significante de emissões de gases do efeito estufa, que contribui para o aumento do aquecimento global. Cerca de 75% das emissões brasileiras vem do desmatamento e das queimadas, principalmente da Amazônia, deixando o Brasil como o quarto maior poluidor do clima do mundo.</p>
<p>Destruir a Amazônia pode provocar secas prolongadas em diferentes regiões no Brasil e reduzir a produtividade agrícola brasileira, provocando um grande impacto econômico e social no país. A chuva que é produzida na Amazônia é importante não apenas para a região. Ela ajuda na geração de energia, na produção de alimentos e no abastecimento de água no centro, sul e sudeste brasileiro. Assim sendo, o desmatamento não traz desenvolvimento econômico ou melhoria na qualidade de vida da população local. Municípios com altas taxas de desmatamento na Amazônia, onde a criação de gado domina o uso da terra, têm índices de desenvolvimento humano abaixo da média regional e nacional.</p>
<p>De acordo com as ONGs envolvidas na proposta, o lançamento da iniciativa do pacote não é o fim, mas o início de um grande debate nacional em soluções consistentes e duradouras para acabar com o desmatamento na Amazônia. Os detalhes técnicos, econômicos e institucionais do Pacto Nacional em defesa do desmatamento zero e pela valorização da floresta deve se tocado em conjunto com os governos estaduais da região e o governo federal, além de representantes dos produtores rurais, organizações ambientalistas, movimentos sociais, povos indígenas e comunidades tradicionais da Amazônia.</p>
<p align="right"><em>Fonte: Site Greenpeace</em></p>
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		<title>2o. Forum Missão Integral: Ecologia e Sociedade</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Oct 2007 12:01:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Timóteo</dc:creator>
				<category><![CDATA[conferências]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.oikosbrasil.org.br/oikos/" target="_blank" title="2o. Forum Missão Integral"><img src="http://ceuseterra.com/wp-content/uploads/2007/10/2_forum.jpg" alt="2_forum.jpg" /></a></p>
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