Salmo 148.7

Louvai ao SENHOR da terra, monstros marinhos...

Salmo 104.21

Os leõezinhos rugem pela presa e buscam de Deus o sustento

João 3.16

Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito...

Salmo 104.24

Que variedade, SENHOR, nas tuas obras!

Salmo 104.8

Tu fazes rebentar fontes no vale…

Salmo 104.24

cheia está a terra das tuas riquezas...

1 Timóteo 4.4

pois tudo que Deus criou é bom...

2 Pedro 3.13

esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça...

Salmo 104.11

dão de beber a todos os animais do campo

Salmo 104.25

Eis o mar vasto, imenso, …animais pequenos e grandes.

Colossenses 1.16

pois, nele, foram criadas todas as coisas...

Salmo 145.10

Todas as tuas obras te renderão graças, SENHOR...

Salmo 104.13

a terra farta-se do fruto de tuas obras...

Salmo 104.8

Elevaram-se os montes…

Mateus 6.26

Observai as aves do céu...

Salmo 8.3-4

Quando contemplo os teus céus, ...que é o homem?

Romanos 1.20

Porque os atributos invisíveis de Deus, …claramente se reconhecem...

Salmo 104.21

Os leõezinhos rugem pela presa e buscam de Deus o sustento

Romanos 1.20

Porque os atributos invisíveis de Deus, …claramente se reconhecem...

Salmo 145.10

Todas as tuas obras te renderão graças, SENHOR...

Salmo 104.24

Que variedade, SENHOR, nas tuas obras!

Gênesis 1.22

enchei as águas nos mares...

Mateus 6.28

Considerai como crescem os lírios do campo...

Salmo 104.12

têm as aves do céu o seu pouso...

O Desafio...

    Este é um forum sobre o privilégio e responsabilidade de toda humanidade de cuidar e preservar o meio-ambiente que está em angústia. Para isto, cabe aos cristãos um papel transformador e libertador!

    "Um dia o próprio Universo ficará livre do poder destruidor que o mantém escravo e tomará parte na gloriosa liberdade dos filhos de Deus." (Romanos 8.21 NTLH)

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Ligados por besouros

4 de December, 2009 por Ginia Bontempo | 0

Paula Mendes

retirado com permissão de: http://www.ultimato.com.br/?pg=show_artigos&artigo=2464&secMestre=2485&sec=2497&num_edicao=320

home_34Adão e Eva viviam num mundo diferente do nosso. Usavam roupas diferentes, falavam uma língua estranha.

Jesus, quando esteve na terra, certamente tinha costumes distintos dos que conhecemos. As casas eram diferentes, assim como a comida, os meios de transporte, os instrumentos musicais e as ferramentas.

Moisés acharia esquisito conviver com nossa cultura virtual ou ficar preso em um engarrafamento.

Se tudo fosse como era antes, se não tivéssemos “evoluído”, não haveria museus tentando reproduzir ambientes que se tornaram estranhos. E não ficaríamos tão admirados dentro deles, orgulhosos por conquistar tanto e por não viver mais de forma tão “ultrapassada”.

Quando olhamos para trás, quando lemos as narrativas bíblicas, poucas coisas nos ligam às histórias que lemos e que nos são tão preciosas.

Adão não conheceu a tecnologia que usufruímos. Não sabia o que era isqueiro, barbeador, microondas, escada rolante. Moisés provavelmente nunca tomou um banho quente, não andou de avião, não tinha e-mail nem máquina fotográfica para registrar todos os milagres que viu. Jesus não deve ter visto um prédio de mais de cinco andares, uma casa com teto solar ou um carro com tração nas quatro rodas.

No entanto, há algo que nos liga diretamente a eles. Adão deve ter visto as mesmas árvores que vejo hoje. As mesmas flores, os mesmos frutos, os mesmos animais.

Moisés viu o mesmo mar e sentiu a mesma maresia que sinto ao estar em uma praia.

Jesus sentiu o cheiro de terra molhada de chuva, andou por estradas poeirentas, barrentas, viu tempestades e raios, luares e pores-do-sol.

A criação nos une. É a terra que temos em comum. Pessoas tão distantes de mim também viram o verde da mata, o azul do céu e o colorido das flores que vejo e posso admirar.

Ligo-me a Adão quando contemplo um besouro, uma aranha, quando sou picada por uma formiga ou quando como uma goiaba. Ainda moro no jardim que Deus criou.

As coisas mudam — isso é inevitável. Provavelmente meus netos não usarão as mesmas roupas que uso. Talvez não comerão os alimentos que como, e a tecnologia que hoje uso e acho tão avançada, talvez será ultrapassada para eles.

Porém, eles continuarão pisando no mesmo chão, olhando as mesmas estrelas, rodeados pelas mesmas montanhas de sempre.

É o amor de Deus perpetuado na terra. São lembretes da soberania, da imutabilidade e da ordem do Criador, que, por saber quão instáveis, inconstantes e mutáveis somos, resolveu deixar à nossa vista as marcas de seu próprio caráter.

• Paula Mazzini Mendes tem 27 anos e é membro do Exército de Salvação. Atualmente estuda no Centro Evangélico de Missões e mora em Viçosa, MG.

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