Salmo 148.7

Louvai ao SENHOR da terra, monstros marinhos...

Salmo 104.21

Os leõezinhos rugem pela presa e buscam de Deus o sustento

João 3.16

Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito...

Salmo 104.24

Que variedade, SENHOR, nas tuas obras!

Salmo 104.8

Tu fazes rebentar fontes no vale…

Salmo 104.24

cheia está a terra das tuas riquezas...

1 Timóteo 4.4

pois tudo que Deus criou é bom...

2 Pedro 3.13

esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça...

Salmo 104.11

dão de beber a todos os animais do campo

Salmo 104.25

Eis o mar vasto, imenso, …animais pequenos e grandes.

Colossenses 1.16

pois, nele, foram criadas todas as coisas...

Salmo 145.10

Todas as tuas obras te renderão graças, SENHOR...

Salmo 104.13

a terra farta-se do fruto de tuas obras...

Salmo 104.8

Elevaram-se os montes…

Mateus 6.26

Observai as aves do céu...

Salmo 8.3-4

Quando contemplo os teus céus, ...que é o homem?

Romanos 1.20

Porque os atributos invisíveis de Deus, …claramente se reconhecem...

Salmo 104.21

Os leõezinhos rugem pela presa e buscam de Deus o sustento

Romanos 1.20

Porque os atributos invisíveis de Deus, …claramente se reconhecem...

Salmo 145.10

Todas as tuas obras te renderão graças, SENHOR...

Salmo 104.24

Que variedade, SENHOR, nas tuas obras!

Gênesis 1.22

enchei as águas nos mares...

Mateus 6.28

Considerai como crescem os lírios do campo...

Salmo 104.12

têm as aves do céu o seu pouso...

O Desafio...

    Este é um forum sobre o privilégio e responsabilidade de toda humanidade de cuidar e preservar o meio-ambiente que está em angústia. Para isto, cabe aos cristãos um papel transformador e libertador!

    "Um dia o próprio Universo ficará livre do poder destruidor que o mantém escravo e tomará parte na gloriosa liberdade dos filhos de Deus." (Romanos 8.21 NTLH)

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China vai proibir distribuição de sacolas plásticas

15 de January, 2008 por Ginia Bontempo | 0

09 de janeiro, 2008 - 14h38 GMT (12h38 Brasília)

Marina Wentzel
De Hong Kong para a BBC Brasil

A distribuição de qualquer tipo de sacolas plásticas será proibida na China a partir de junho, anunciou nesta terça-feira o governo do país.

A medida serve para acabar com a poluição causada pelo desperdício das sacolas.

Além das sacolas, também ficará proibida a produção, distribuição e utilização de saquinhos de plásticos ultrafinos, com 0,025 mm de espessura, que são normalmente utilizados para embalar vegetais e frutas nos supermercados.

Com a decisão, o governo espera ver consumidores chineses retomarem o antigo e ecológico hábito de ir às compras com suas próprias bolsas de pano e cestos de vime.

“Os sacos plásticos finos se tornaram uma das principais fontes de poluição, pois arrebentam facilmente e são descartados sem cuidado”, diz um comunicado do governo.

A China consome cerca de 3 bilhões de sacolas plásticas por dia, informou o jornal estatal China Daily nesta quarta-feira.

Matéria prima

O governo chinês também espera que a nova medida ajude a economizar uma boa quantidade de petróleo, matéria prima utilizada na fabricação do plástico.

Segundo o jornal, a cada ano 37 milhões de barris de petróleo são refinados para a produção de embalagens plásticas no país.

As medidas fazem parte de uma campanha maior que inclui outras iniciativas, como a possível aplicação de tributos para desestimular a produção e venda de sacos plásticos.

As autoridades também pretendem estabelecer um mecanismo para monitorar a proibição da distribuição gratuita e criar incentivos para que os catadores de lixo resgatem mais sacolas plásticas para reciclagem.

Hong Kong

Em novembro do ano passado, uma rede de supermercados no território de Hong Kong fracassou ao tentar implementar voluntariamente uma restrição semelhante.

As lojas passaram a cobrar vinte centavos de dólares de Hong Kong (cerca de R$ 0,04) pelos sacos plásticos. Mas em poucos dias a rede teve de voltar a distribuir gratuitamente os saquinhos depois que consumidores irados acusaram o supermercado de utilizar a proteção ao meio ambiente como desculpa para embolsar mais dinheiro.

Atualmente o governo de Hong Kong estuda a criação de um tributo de cinqüenta centavos (R$ 0,11) sobre a unidade da sacola plástica.

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