Salmo 148.7

Louvai ao SENHOR da terra, monstros marinhos...

Salmo 104.21

Os leõezinhos rugem pela presa e buscam de Deus o sustento

João 3.16

Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito...

Salmo 104.24

Que variedade, SENHOR, nas tuas obras!

Salmo 104.8

Tu fazes rebentar fontes no vale…

Salmo 104.24

cheia está a terra das tuas riquezas...

1 Timóteo 4.4

pois tudo que Deus criou é bom...

2 Pedro 3.13

esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça...

Salmo 104.11

dão de beber a todos os animais do campo

Salmo 104.25

Eis o mar vasto, imenso, …animais pequenos e grandes.

Colossenses 1.16

pois, nele, foram criadas todas as coisas...

Salmo 145.10

Todas as tuas obras te renderão graças, SENHOR...

Salmo 104.13

a terra farta-se do fruto de tuas obras...

Salmo 104.8

Elevaram-se os montes…

Mateus 6.26

Observai as aves do céu...

Salmo 8.3-4

Quando contemplo os teus céus, ...que é o homem?

Romanos 1.20

Porque os atributos invisíveis de Deus, …claramente se reconhecem...

Salmo 104.21

Os leõezinhos rugem pela presa e buscam de Deus o sustento

Romanos 1.20

Porque os atributos invisíveis de Deus, …claramente se reconhecem...

Salmo 145.10

Todas as tuas obras te renderão graças, SENHOR...

Salmo 104.24

Que variedade, SENHOR, nas tuas obras!

Gênesis 1.22

enchei as águas nos mares...

Mateus 6.28

Considerai como crescem os lírios do campo...

Salmo 104.12

têm as aves do céu o seu pouso...

O Desafio...

    Este é um forum sobre o privilégio e responsabilidade de toda humanidade de cuidar e preservar o meio-ambiente que está em angústia. Para isto, cabe aos cristãos um papel transformador e libertador!

    "Um dia o próprio Universo ficará livre do poder destruidor que o mantém escravo e tomará parte na gloriosa liberdade dos filhos de Deus." (Romanos 8.21 NTLH)

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O (não) consumo verde

27 de October, 2007 por Ginia Bontempo | 0

04 de Setembro de 2007 (Fonte: Instituto Akatu, Publicado no site Mercado Ético em 20/07/07)

por Vicki Robin

Você planta árvores, divide o carro com outros e recicla?

Você pré-cicla, comprando produtos sem embalagens plásticas ou de papelão que você teria que jogar fora?

Você “pesquisa para um mundo melhor”, comprando produtos de empresas socialmente responsáveis?
Parabéns! Você é um consumidor verde – mas todas essas práticas não são mais o suficiente. Consumir de maneira “verde” é, ainda assim, consumir. Encontrar maneiras de não consumir agora constitui a linha de frente da revolução ambiental. Verde, que antes era o sinal de SIGA (“go green”), é agora o sinal de PARE.

Hoje, todos sabemos que devemos “salvar o planeta”. O consumo exacerbado da América do Norte está relacionado com quase todos os problemas ambientais e sociais que nós hoje enfrentamos, da extinção de espécies aos buracos de ozônio e a perda do senso de comunidade. Devemos parar de poluir, parar de devastar florestas, parar com a queima desnecessária de combustíveis fósseis. Isso significa que devemos parar de consumir como uma forma de preencher o tempo, satisfazer nossas necessidades afetivas e por admiração, e devemos manter nossas relações com outras pessoas.

Onde está uma solução com a qual consigamos conviver? Devemos agora apertar o cinto? Ficar sem? Dar um jeito? Nos despedir de nossos confortos? Não. Existe uma solução mais suave e amistosa para o nosso abuso dos recursos da terra, e para a nossa busca interminável por pastagens mais verdes. É saber quando o basta, basta.

E se, a cada ato de compra, nos perguntássemos “Será que este produto vai me trazer satisfação proporcional à quantidade de energia da minha vida que estou gastando para obtê-lo?” Se você ganha $10/hora, uma blusa de seda pode custar um dia da sua vida. Talvez valha a pena se você usa bastante a blusa, até ela acabar. Mas se ela fica pendurada no seu guarda-roupa, é muito delicada para se usar, o quociente de satisfação é bastante baixo. Examine suas possessões atuais. Quantas passam o teste de satisfação? Nossas garagens, guarda-roupas, sótãos e porões estão cheios de itens sem uso, ou pouco usados, que não nos dão nenhum prazer, e de fato nos custa dinheiro para armazenar e segurar. Todas essas coisas representam horas desperdiçadas de nossas vidas e recursos globais jogados fora. Cada dólar desperdiçado representa meio litro de petróleo desnecessariamente extraído e queimado – ou seja, a energia consumida em transformar um pedaço do planeta num pedaço de porcaria do seu porão. Faça uma venda. Compartilhe a riqueza. Reduza àquilo que lhe traz satisfação, e nada mais. Logo você vai atingir o ponto mágico do “bastante”.

Por que é que apertar o cinto é uma vitória para os que fazem regime e um anátema para os consumidores? Por que cultuamos corpos esbeltos e carteiras gordas? Por que nós nos expressamos através daquilo que compramos e que possuímos, ao invés do que somos e o que temos a oferecer? Talvez, se conseguíssemos reduzir nosso consume ao que nos é realmente útil – o que é suficiente, mas não mais do que isso - não nos sentiríamos privados, e sim em boa forma física.

O que vai custar aos Estados Unidos liderar o caminho para um futuro sustentável? Custará trazer a tona discussões sobre o dinheiro e consumo. Custará entrar em diálogos e debates ativos sobre o que é suficiente. Custará desbancar mitos consagrados como “quanto mais, melhor” e “quanto mais alto o padrão de vida, maior é a qualidade de vida”. Quando você se tornar mais um produtor de felicidade e menos um consumidor de coisas, melhor para todos nós. Esse é o tom mais profundo do não-consumo verde.

* Vicki Robin é uma das fundadoras do movimento Simplicidade Volutária e autora do livro “Seu dinheiro ou sua vida”. No dia 24 de outubro ela estará em São Paulo, fazendo uma palestra, em evento promovido pelo Instituto Akatu em parceria com o Mercado Ético e o Núcleo de Estudos do Futuro, no período da manhã, no auditório da Livraria Cultura do Conjunto Nacional. Em breve, você poderá se inscrever no site do Akatu (www.akatu.org.br)

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