Salmo 148.7

Louvai ao SENHOR da terra, monstros marinhos...

Salmo 104.21

Os leõezinhos rugem pela presa e buscam de Deus o sustento

João 3.16

Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito...

Salmo 104.24

Que variedade, SENHOR, nas tuas obras!

Salmo 104.8

Tu fazes rebentar fontes no vale…

Salmo 104.24

cheia está a terra das tuas riquezas...

1 Timóteo 4.4

pois tudo que Deus criou é bom...

2 Pedro 3.13

esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça...

Salmo 104.11

dão de beber a todos os animais do campo

Salmo 104.25

Eis o mar vasto, imenso, …animais pequenos e grandes.

Colossenses 1.16

pois, nele, foram criadas todas as coisas...

Salmo 145.10

Todas as tuas obras te renderão graças, SENHOR...

Salmo 104.13

a terra farta-se do fruto de tuas obras...

Salmo 104.8

Elevaram-se os montes…

Mateus 6.26

Observai as aves do céu...

Salmo 8.3-4

Quando contemplo os teus céus, ...que é o homem?

Romanos 1.20

Porque os atributos invisíveis de Deus, …claramente se reconhecem...

Salmo 104.21

Os leõezinhos rugem pela presa e buscam de Deus o sustento

Romanos 1.20

Porque os atributos invisíveis de Deus, …claramente se reconhecem...

Salmo 145.10

Todas as tuas obras te renderão graças, SENHOR...

Salmo 104.24

Que variedade, SENHOR, nas tuas obras!

Gênesis 1.22

enchei as águas nos mares...

Mateus 6.28

Considerai como crescem os lírios do campo...

Salmo 104.12

têm as aves do céu o seu pouso...

O Desafio...

    Este é um forum sobre o privilégio e responsabilidade de toda humanidade de cuidar e preservar o meio-ambiente que está em angústia. Para isto, cabe aos cristãos um papel transformador e libertador!

    "Um dia o próprio Universo ficará livre do poder destruidor que o mantém escravo e tomará parte na gloriosa liberdade dos filhos de Deus." (Romanos 8.21 NTLH)

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Do consumo excessivo à sustentabilidade

30 de January, 2010 por Timóteo | 0
Relatório do Worldwatch Institute afirma que sociedades consumistas precisam passar por uma transformação cultural
Por Fátima Cardoso, do Instituto Akatu
Os seres humanos estão imersos em sistemas culturais, são moldados e restringidos por suas culturas, e em sua maioria agem somente dentro da realidade cultural das suas vidas. As normas, símbolos, valores e tradições culturais com que uma pessoa cresce se tornam ‘naturais’. Assim, pedir para as pessoas que vivem em culturas de consumo para reduzir seu consumo é equivalente a pedir que elas parem de respirar – podem fazer isso por um momento, mas depois, sufocantes, vão inspirar novamente.
Esse é um trecho do primeiro capítulo do relatório State of the World 2010 – Transforming Cultures: From Consumerism to Sustainability (Estado do Mundo 2010 – Transformando Culturas: do consumismo à sustentabilidade), lançado pelo Worldwatch Institute, uma organização de pesquisa americana dedicada a temas do desenvolvimento sustentável. No relatório, o consumismo é definido como “uma orientação cultural que leva as pessoas a encontrar sentido, felicidade e aceitação por aquilo que consomem”. Em outras palavras, é muito difícil que as pessoas mudem seu comportamento em relação ao consumo, mas isso é absolutamente necessário. Na opinião de Erik Assadourian, diretor do projeto e autor do primeiro capítulo, “para prosperar no futuro, as sociedades humanas terão de mudar suas culturas para que a sustentabilidade se transforme na norma e o consumo excessivo, em tabu”.
Segundo dados do relatório, em 2006 as pessoas no mundo todo consumiram US$ 30,5 trilhões em bens e serviços, 28% a mais do que dez anos antes. Além das despesas com itens básicos, como comida e moradia, as pessoas gastam mais em bens de consumo conforme aumenta a renda. Somente em 2008, foram vendidos no mundo 68 milhões de veículos, 85 milhões de refrigeradores, 297 milhões de computadores e 1,2 bilhão de telefones celulares. continue lendo » »
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Revista Ultimato e a Conferência do Clima, em Copenhague

9 de December, 2009 por Timóteo | 0

Veja AQUI

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Ligados por besouros

4 de December, 2009 por Ginia Bontempo | 0

Paula Mendes

retirado com permissão de: http://www.ultimato.com.br/?pg=show_artigos&artigo=2464&secMestre=2485&sec=2497&num_edicao=320

home_34Adão e Eva viviam num mundo diferente do nosso. Usavam roupas diferentes, falavam uma língua estranha.

Jesus, quando esteve na terra, certamente tinha costumes distintos dos que conhecemos. As casas eram diferentes, assim como a comida, os meios de transporte, os instrumentos musicais e as ferramentas.

Moisés acharia esquisito conviver com nossa cultura virtual ou ficar preso em um engarrafamento.

Se tudo fosse como era antes, se não tivéssemos “evoluído”, não haveria museus tentando reproduzir ambientes que se tornaram estranhos. E não ficaríamos tão admirados dentro deles, orgulhosos por conquistar tanto e por não viver mais de forma tão “ultrapassada”.

Quando olhamos para trás, quando lemos as narrativas bíblicas, poucas coisas nos ligam às histórias que lemos e que nos são tão preciosas.

Adão não conheceu a tecnologia que usufruímos. Não sabia o que era isqueiro, barbeador, microondas, escada rolante. Moisés provavelmente nunca tomou um banho quente, não andou de avião, não tinha e-mail nem máquina fotográfica para registrar todos os milagres que viu. Jesus não deve ter visto um prédio de mais de cinco andares, uma casa com teto solar ou um carro com tração nas quatro rodas.

No entanto, há algo que nos liga diretamente a eles. Adão deve ter visto as mesmas árvores que vejo hoje. As mesmas flores, os mesmos frutos, os mesmos animais.

Moisés viu o mesmo mar e sentiu a mesma maresia que sinto ao estar em uma praia.

Jesus sentiu o cheiro de terra molhada de chuva, andou por estradas poeirentas, barrentas, viu tempestades e raios, luares e pores-do-sol.

A criação nos une. É a terra que temos em comum. Pessoas tão distantes de mim também viram o verde da mata, o azul do céu e o colorido das flores que vejo e posso admirar.

Ligo-me a Adão quando contemplo um besouro, uma aranha, quando sou picada por uma formiga ou quando como uma goiaba. Ainda moro no jardim que Deus criou.

As coisas mudam — isso é inevitável. Provavelmente meus netos não usarão as mesmas roupas que uso. Talvez não comerão os alimentos que como, e a tecnologia que hoje uso e acho tão avançada, talvez será ultrapassada para eles.

Porém, eles continuarão pisando no mesmo chão, olhando as mesmas estrelas, rodeados pelas mesmas montanhas de sempre.

É o amor de Deus perpetuado na terra. São lembretes da soberania, da imutabilidade e da ordem do Criador, que, por saber quão instáveis, inconstantes e mutáveis somos, resolveu deixar à nossa vista as marcas de seu próprio caráter.

• Paula Mazzini Mendes tem 27 anos e é membro do Exército de Salvação. Atualmente estuda no Centro Evangélico de Missões e mora em Viçosa, MG.

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Educação Ambiental, Igreja e Diversidade

23 de November, 2009 por Vinicius Lima | 1

A educação ambiental, sem dúvida, é uma ferramenta essencial quando se pensa em conscientizar ou sensibilizar a sociedade para uma ética que leve em consideração o meio. No entanto, muitas vezes, ela é entendida apenas como o ensino para a conservação do meio ambiente, sem contemplar a perspectiva socioambiental, na qual as relações entre a cultura, a sociedade e a natureza são observadas. Como igreja, temos, ainda, que incluir nesse processo educativo a promoção do reino de Deus em Cristo, onde se trabalha a fim de que todo o evangelho seja experimentado por todas as pessoas.

Uma das maneiras de se fazer educação ambiental na perspectiva socioambiental, em consonância com a missão integral legada por Cristo, é observar o DIÁLOGO COM A DIVERSIDADE. Nessa “diversidade” estão incluídas, essencialmente, as comunidades tradicionais (indígenas, quilombolas, pescadores, seringueiros, etc) e as pessoas com deficiência (mental, visual, auditiva, motora). Embora esse tema esteja presente nos principais tratados internacionais de educação ambiental – Agenda 21, Tratado de Educação Ambiental, Carta da Terra –, ele é ainda pouco trabalhado entre a sociedade.

O diálogo com a diversidade, em tal contexto, pode ser pensado como uma ação missionária, onde é necessário “encarnar-se” na cultura local, à semelhança de Jesus (Fl 2.5-8). Estabelece-se, então, uma relação de troca de experiências, em que é fundamental ouvir o grupo diferente, considerar seus saberes, suas necessidades e suas expectativas e interagir com o objetivo de promover a justiça social e a sustentabilidade ambiental.

Educação ambiental, igreja e diversidade não podem, portanto, ser percebidos separadamente, mas como parte de um mesmo sistema, integrado e dinâmico, de modo que um influencie o outro para a glória de Deus.

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O aquífero Guarani

13 de November, 2009 por Timóteo | 0

Prezada Exma. Sra. Ministra Dilma Roussef,

Sem o Cerrado, o aquífero Guarani morre e sem ele a agricultura morre. Não tem como mirar em uma só variável e uma só métrica, pois o problema é sistêmico e o desastre ambiental global não é causado apenas pelo aquecimento global e sim por uma série de riscos e pressões em várias frentes e por uma visão de mundo que ignora a contribuição da natureza e seus serviços para tudo existir. O Guarani já está bem comprometido com contaminação, contas futuras que deixamos de herança para todos os netos de todos os netos. Eu não sou especialista, mas a situação do Cerrado e do Guarani é assustadora. Estive com um especialista em Bauru, um cientista, que falava comovido sobre o assunto. Como ele há vários, jamais ouvidos. Eles precisam ser ouvidos. Os economistas precisam corrigir seu paradigma, porque essa ciência possui erros epistemológicos seríssimos identificados há mais de 60 anos. Os economistas acreditam que o sistema econômico é totalmente desvinculado do meio ambiente e que a economia pode ser maior que o planeta. Ou que o planeta é um subsistema da economia e que todos os processos econômicos, além de reversíveis, são neutros para o meio ambiente. Ou que os serviços ecológicos e recursos naturais, mesmo os tangíveis, como petróleo, metais e água, são desprezíveis e irrelevantes para explicar o crescimento econômico – e prevêem preço zero para eles, uma distorção de mercado que só será corrigida por uma mudança geral de valores que, mesmo entre os mais despertos, está ainda longe de acontecer. O nosso atual conjunto de valores determina que quanto mais viável economicamente for uma atividade, menos viável ambientalmente ela é. Estamos perdendo muito com isso. Esses mitos de separação da economia (e de atividades como agricultura) e meio ambiente andam a todo vapor e a rota de colisão com a Terra, cuja resposta pode ser o fim da nossa espécie animal, segue infrene. Os ecossistemas não estão aí apenas para serem lugares de expansão agrícola e econômica, eles fornecem os 20 serviços ecológicos sem os quais não estaríamos vivos, são reguladores químicos do solo, do ar e da água, sem os quais a Terra seria uma tocha incandescente. É um equilíbrio dinâmico e vivo. Como economista de formação e atuante estou profundamente convencido da necessidade de conhecermos as demais ciências, as puras, como química, física e matemática, para depois entendermos o que podemos fazer. Precisamos inclusive discutir essa conta ambiental com a comunidade internacional, porque não há um só exemplo no mundo de desenvolvimento econômico que não tenha devastado os ecossistemas e não tenha transbordado essa destruição para além de suas fronteiras, via comércio global. Esse processo já causou a maior e mais veloz extinção da vida em massa na Terra dos últimos 65 milhões de anos. É muita ingenuidade achar que essa extinção jamais irá se voltar contra os causadores. No futuro não haverão vencedores, posto que todos nós estamos no mesmo planeta e pertencemos a mesma espécie animal, numa teia viva onde todos os seres vivos dependem de todos os seres vivos. A tarefa é árdua, parabéns pelo seu trabalho e preocupação com o futuro.

Atenciosamente, Hugo Penteado

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A Campanha de Evangelização da Natureza!

28 de October, 2009 por Vinicius Lima | 0

Por Caio Fábio

Pois todos pecaram, e todos igualmente carecem da glória de Deus”—Paulo, aos Romanos.

 A globalização dos meios de produção, troca, consumo e uso de energia, todos eles produtos, agentes ou meios poluentes; bem como a tecnologia, no que uniformiza bastante a visão sistêmica de nossa Eco-web-destruição — cuidaram de nos deixar ver o significado do pecado coletivo da humanidade, não como discussão moral ou de crença e dogma, mas conforme ele, o pecado, se sintomatizou na destruição da natureza; e mais: fazendo de todos nós, em alguma escala e participação, agentes fomentadores da nossa própria auto-destruição; e cada vez mais de modo consciente, porém, ininterrompível…

Até para escrever estas linhas me sirvo de milhares de agentes de morte a curto, médio e longo prazos.

Quem acende a luz está apagando mundo!

Tamanho é o intricamento de trevas na teia da inter-conectividade da destruição.

Hoje já não se precisa teologizar e nem filosofar sobre se existe mal ou pecado na natureza humana.

A discussão virou atmosfera, buraco na camada de ozônio, efeito estufa, derretimento polar, devastação ambiental, produção infernal de lixo, e, ante tantas previsões, tornou-se disposição calma e cínica de todos os dias repetirmos as mesmas coisas, como se tudo fosse apenas um assunto…

Parece que a Natureza decidiu gritar sua pregação de Romanos 8, entre gemidos, mas dizendo: “Pois a natureza sofre e geme até agora; esperando a libertação do jugo imposto pela vaidade, pelo pecado, pela cobiça e pelo espírito de morte, de suicídio, que governa os impulsos dos humanos!

O testemunho de dor da Natureza chama a humanidade ao arrependimento!

O Salmo 19 diz que na voz da Natureza há a voz de Deus. Paulo diz em Romanos, citando o mesmo salmo, que o testemunho dessa voz de Deus é uma pregação da qual ninguém pode se esquivar, visto que pela Natureza por toda a Terra se faz ouvir a voz de Deus, e as Suas Palavras até aos confins da Terra.

Bem-aventurados os que fizeram alguma coisa…

Entretanto, é preciso saber que todos nós já estamos tão embrenhados na teia, que até para denunciar a gente tem que tragar a fumaça do inferno com uma boa dose de cafezinho nas termas do efeito estufa.

Agora, veja o vídeo e note como ele cria um ambiente que faz tudo o que o homem faz tornar-se alienígena; no fim, até o homem:

http://vimeo.com/3437743

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População Tradicional e Educação Ambiental

6 de October, 2009 por Vinicius Lima | 0

O relato a seguir é de Jean de Léry, um francês que, em 1557, fez parte de um grupo que tentou estabelecer no Rio de Janeiro uma colônia com fins comerciais (Jean de Léry – Viagem a Terra do Brasil, 1557).

Os índios não compreendem o mercantilismo!

Os nossos tupinambás muito se admiram dos franceses e outros estrangeiros que se deram ao trabalho ao trabalho de ir buscar seu arabutã (pau-brasil).

Uma vez, um velho perguntou-me: – Por que vindes vós outros, mairs e perós (franceses e portugueses), buscar lenha de tão longe para vos aquecer? Não tendes madeira em vossa terra?

Respondi que tínhamos muitas, mas não daquela qualidade, e que não a queimávamos, como supunha ele, mas dela extraíamos tinta para tingir, tal qual o faziam eles com seus cordões de algodão e suas plumas.

Retrucou o velho imediatamente: – E porventura precisais de muito?

– Sim, respondi-lhe, pois no nosso país existem muitos negociantes que possuem mais panos, facas, tesouras, espelhos e outras marcadorias do que podeis imaginar e um só deles compra todo o pau-brasil com que muitos navios voltam carregados.

– Ah!, retrucou o selvagem, tu me contas maravilhas, acrescentando depois de bem compreender o que eu lhes dissera: mas esse homem tão rico de que me falas não morre?

– Sim, disse eu, morre como os outros.

Mas os selvagem são grandes discursadores e costumam ir em qualquer assunto até o fim. Por isso, perguntou-me de novo: – E quando morrem, pra quem fica o que deixam?

– Para seus filhos, se os têm, respondi. Na falta destes, para os irmãos ou parentes mais próximos.

– Na verdade, continuou o velho, que, como vereis, não era nenhum tolo, agora vejo que vós outros mair sois grandes loucos, pois atravessais o mar e sofreis grandes incômodos, como dizeis quando aqui chegais, e trabalhais tanto para amontoar riquezas para vossos filhos ou para aqueles que vos sobrevivem. Não será a terra que nos nutriu suficiente para alimentá-los também? Temos pais, mães e filhos a quem amamos; mas estarmos certos de que, depois de nossa morte, a terra que nos nutriu também os nutrirá. Por isso descansamos sem maiores cuidados.

(Revista Alvorada, no 57, p. 38, 2009) continue lendo » »

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A crise ambiental, as mudanças climáticas e a mordomia

27 de August, 2009 por Timóteo | 0

René Padilla

Membros da Rede Miqueias, reunidos no Quênia entre os dias 13 e 18 de julho de 2009, produziram a Declaração sobre Mordomia da Criação e Mudanças Climáticas. É possível que, com o passar do tempo, esta declaração venha a ser considerada como o documento mais significativo que já surgiu de círculos evangélicos sobre o tema, que até então não havia recebido a devida atenção do povo que confessa o Deus trino como o Deus da criação.

Redigido por uma comissão internacional que conseguiu organizar a participação dos grupos de discussão formados pelos participantes do encontro, o documento é um excelente resumo das preocupações ecológicas de uma rede plenamente comprometida com a missão integral de Deus, concebida como a proclamação e demonstração do evangelho. A esperança é que esta Declaração não apenas se constitua em uma agenda para os membros da Rede Miqueias, mas também incentive cristãos, em todo lugar, a levar a sério a crise ambiental global produzida por “ignorância, descuido, arrogância e cobiça”, a superar a tradicional dicotomia entre evangelização e responsabilidade socioecológica, e a se comprometer ativamente com a prática e a promoção do cuidado com a criação de Deus. continue lendo » »

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5 de junho: Dia do Meio Ambiente

4 de June, 2009 por Timóteo | 0

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Detergente ecológico

26 de April, 2009 por Ginia Bontempo | 2

Ingredientes: 

- Seis litros de água; 
- Um pedaço de sabão de coco neutro; 
- Dois limões; 
- Quatro colheres de sopa de amoníaco (que é biodegradável) 

Preparo: 
- Derreta o sabão de coco, picado ou ralado, em um litro de água; 
- Depois, acrescente cinco litros de água fria; 
- Em seguida, esprema os limões. Por último, despeje o amoníaco e misture bem; 
- Guarde o produto resultante em garrafas. 
- Não esqueça de etiquetá-las para que ninguém confunda o produto 

Desinfetante para banheiro 

1 litro de Álcool (de preferência 70º) 
4 litros de água 
1 Sabão Caseiro 
Folhas de Eucalipto 
Deixar as folhas de eucalipto de molho no álcool por 2 dias. Ferver 1 litro de água com o sabão ralado, até dissolver. Juntar a água e a essência de eucalipto. Engarrafar. 

Fontes: Portal Ecoeducar e site do Ipema Brasil

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