Padre conscientiza com “novena verde”
Com a experêincia de quem viu o bairro se deteriorar nos ltimos 26 anos, com o aumento de favelas, do lixo e da poluição, o padre Paulo Sergio Bezerra, de Itaquera (zona leste de São Paulo), percebeu que estava em suas mãos o papel de conscientizar seus fiéis sobre os problemas urbanos que resultam em danos ao meio ambiente.
A reportagem de Giovana Girardi e publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, 02-10-2008.
Da escola da Teologia da Libertação, o padre de 54 anos já vinha desenvolvendo um trabalho mais voltado para as questões sociais e políticas da paróquia, mas não tinha nada de ambientalista. As coisas mudaram quando ele se deu conta, de uns anos para cá, que os problemas ambientais superavam todos os outros em urgência, diante das ameaças de escassez de água e do aquecimento global.
Os freqentadores da igreja vivem em uma área com grandes focos de favelização em meio a remanescentes de mata atlântica, o que faz com que a ligação entre proteção ambiental e justiça social seja direta. “Quando cheguei aqui, há 26 anos, o Rio Jacu corria caudaloso, limpo, hoje virou um canal de esgoto. O lixo espalhado pelas ruas está demais, as pessoas não têm consciência sobre o problema do trânsito, só querem alcançar o sonho de ter um carro… uma situação difícil,” explica o padre. continue lendo » »
Poder do consumidor pode frear mudanças climáticas e garantir sustentabilidade
Pesquisas desenvolvidas no Brasil e na Inglaterra indicam que o consumidor tem papel fundamental na sustentabilidade e seu comportamento tende a influenciar as políticas públicas locais
“O dado mudou substancialmente a perspectiva de ações que o país vinha seguindo. O foco principal agora é o consumidor. É sobre ele que o setor privado e o governo precisam trabalhar para garantir a sustentabilidade”, afirmou Martin Broughton, presidente da CBI, que no dia 2 de setembro, presidiu o lançamento no Brasil do relatório “Mudanças climáticas: um assunto de todos”.
Broughton afirmou que, na Inglaterra, cresce o número de indústrias sustentáveis, além de outras que demonstram interesse em se tornar ambientalmente corretas. Ainda assim, insistiu que ainda é grande o número das que ainda estão longe dessa realidade. “Percebemos que pela demanda, ou seja, se o consumidor escolher empresas ambientalmente responsáveis para comprar, a humanidade estará garantindo uma economia de carbono limpo”, garantiu. continue lendo » »
Chiclete e Passarinhos… (Alerta!)
Chiclete… embrulhe antes de jogar fora!
Uma aula de Ecologia!
Atraídos pelo cheiro adocicado e pelo sabor de fruta, os passarinhos estão comendo restos de chicletes, deixados ou atirados irresponsavelmente por aí, em qualquer lugar…
Ao sentirem o chiclete grudando em seu biquinho, tentam, desesperados, retirá-lo com os pés, porém, não conseguem…
E aí, acontece o pior: acabam morrendo sufocados, asfixiados, ou ainda, enforcados…
O Globo Repórter já mostrou isso numa reportagem, orientando a todos, como se faz!
Simplesmente, embrulhem-no num pedaço de papel e joguem-no no lixo…
Só assim, evitaremos que o pior aconteça a essas delicadas criaturas de Deus, um presente que D’Ele recebemos!
Vamos colaborar com estes maravilhosos seres da natureza!!!
As crianças, principalmente, devem ser conscientizadas disso…
A natureza , nossos olhos e ouvidos agradecem!!!
Menos é mais: grupos anti-consumismo ganham espaço com a internet
por Andrea Vialli, Seção: Cenários e tendências, Comportamento, Consumo 01:47:38, publicado 05.08.2008 no Blog no Estadão
Para eles, menos é mais. Para além do ‘consumo verde’ (assunto do post anterior), cresce a força de grupos sociais que estão simplesmente reduzindo o ritmo das compras. Na esteira de movimentos ambientalistas, anti-globalização e pró-direitos dos animais, entre outros, os grupos anti-consumismo ganham força a partir do fortalecimento das ONGs e da profusão das redes sociais na internet.
Um exemplo interessante é o grupo canadense Adbusters (literalmente caçadores de anúncios), fundado em 1989. O grupo, que hoje mantém um website e edita uma revista com tiragem de 120 mil exemplares, ficou conhecido por parodiar anúncios publicitários com uma mensagem anti-consumismo. Em 1992, idealizou o Buy Nothing Day (Dia sem Compras), onde as pessoas são convidadas a passar ao menos um dia sem comprar nada - a idéia é promover uma reflexão sobre o peso que o consumo tem no estilo de vida contemporâneo. continue lendo » »
Josué de Castro, pensador indispensável
por Marilza Foucher
O encontro recente da FAO — Organismo das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura — reuniu a maioria dos governos e presidentes de várias nações para debater sobre a fome e a pobreza no mundo. Ao dizer em suas premissas que o encontro de Roma oferecia uma ocasião histórica de retomar a luta contra a fome e a pobreza, se poderia supor que o governo brasileiro iria aproveitar desta reunião de cúpula para relembrar o centenário de um brasileiro nordestino, conterrâneo do Presidente Lula da Silva. Nascido no estado de Pernambuco, o médico, geógrafo e sociólogo Josué de Castro (1908-1973) foi o pioneiro no combate à fome no mundo. Ele representou do Brasil na conferencia da FAO em Genebra em 1947, tornando-se presidente deste organismo internacional no período de 1952 a 1956. É autor de dois livros conhecidos mundialmente, traduzidos em 24 línguas: Geografia da Fome e Geopolítica da Fome.
A RELIGIÃO PARA CONTER O DESERTO? Só uma aliança entre a ciência e o sagrado poderia reverter os rumos
Por Washington Novaes - O Estado de São Paulo - 18/07/2008
A recente divulgação de mais um relatório da Organização para a Alimentação e a Agricultura (FAO) da ONU, assim como novos congressos sobre desertificação no Brasil, trazem de volta o tema. O relatório da FAO, com um balanço dos últimos 20 anos, diz que a degradação do solo no mundo - medida pelo declínio nas funções e na produtividade de um ecossistema - já atinge mais de 20% das terras ocupadas pela agricultura, 10% das pastagens, 30% das áreas de floresta. E afeta 1,5 bilhão de pessoas, com insegurança alimentar, perdas agrícolas, perda da biodiversidade, necessidade de migrar. Também influi no clima, porque a perda de biomassa e de matéria orgânica no solo desprende carbono. E leva à redução do fluxo hidrológico, porque se reduz a capacidade de a terra desmatada reter água. A China está com 457 mil km2 afetados; a Índia, com 177 mil; a Indonésia, 86 mil; Bangladesh, 72 mil. Para o Brasil, o relatório aponta 46 mil km2, embora nossos relatórios nacionais mencionem 180 mil km2 em diferentes etapas do processo de desertificação, principalmente no Semi-Árido nordestino, mais Espírito Santo e Minas Gerais (11 Estados ao todo). [...]
Enquanto tudo isso acontece, ganha mais corpo uma discussão que ao longo das últimas décadas se desenvolveu timidamente, confinada quase apenas a áreas ditas “ambientalistas”. Um dos primeiros a expô-la foi o biólogo Paul R. Ehrlich, da Universidade de Stanford, na Califórnia - segundo quem o problema da relação do ser humano com seu meio físico e com as espécies das quais depende só terá encaminhamento com o que chama de “recuperação do sagrado”, quando nossa espécie reconhecer o direito à vida de todas as espécies, independentemente de sua utilidade para os humanos (como alimentos ou materiais). Diz ele (Biodiversidade, Editora Nova Fronteira, 1997) que “a causa básica da decomposição da diversidade orgânica não é a exploração ou a maldade humana, mas a destruição de hábitats que resulta da expansão das populações humanas e suas atividades”. Para ele, “muitos desses organismos que o Homo sapiens está destruindo são mais importantes para o futuro da humanidade do que a maioria das espécies sabidamente em perigo de extinção; as pessoas precisam mais de plantas e insetos do que precisam de leopardos e baleias (sem querer com isso menosprezar o valor dos dois últimos)”. Seu prognóstico: “A extrapolação das tendências atuais na redução da biodiversidade implica um desfecho para a civilização dentro dos próximos cem anos.” E o único caminho para reverter esse quadro “talvez seja uma transformação quase religiosa, que leve à apreciação da diversidade por si própria, independentemente de seus benefícios diretos para a humanidade”. É o mesmo caminho proposto pelo coordenador da obra, o biólogo Edward O. Wilson, em outro livro (A Criação, Companhia das Letras, 2007). Wilson acha que a única possibilidade de mudança rápida no padrão civilizatório, capaz de rever os rumos, está numa aliança entre a ciência e a religião.
(Fonte: http://planetasustentavel.abril.uol.com.br/ambiente)
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Comunicando mudanças climáticas: Princípios e táticas
Pense de Novo
da WWF-Brasil 2 de junho, 2008
Novo vídeo da trilogia Pense de Novo alerta para as conseqüências do desmatamento
Download
- Pense de Novo - Desmatamento [mov, 8.18 MB]
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O aquecimento global não é um fenômeno natural, mas um problema criado pelos homens. Qualquer pequena tora de madeira, cada gota de óleo e gás que os seres humanos queimam são jogados na atmosfera e contribuem para as mudanças climáticas.
É assim que acontece cerca de 75% das emissões de gases de efeito estufa no Brasil, levando o país a ser o 4o. maior emissor do planeta. Preocupado com o tema, o WWF-Brasil preparou a trilogia Pense de Novo, uma série de três animações que busca chamar a atenção das pessoas para as mudanças climáticas, seus principais efeitos, causas e soluções.
O segundo vídeo da série aborda o maior problema brasileiro para as mudanças climáticas: o desmatamento. Ao serem cortadas e queimadas, as árvores liberam para a atmosfera o dióxido de carbono que havia nelas.
Para entender como isso funciona, veja o vídeo:
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- Vídeo Mundo [mov, 20.07 MB]
Veja também
O primeiro vídeo da trilogia Pense de Novo, batizado como “MUNDO”, mostra que as ações do homem estão causando o aquecimento do planeta por causa da emissão excessiva de gases de efeito estufa que formam uma espécie de cobertor de fumaça em volta do globo terrestre e impede o calor de sair da atmosfera.



